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ESPECIAL ROSIANI DIAS: "OS BENEFÍCIOS DO ALTRUÍSMO".

09/11/2020 17h57
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Por: Mhario Lincoln

Esse é o 8º VÍDEO do Canal “ROSIANI DIAS – DE RESSOAR AMOR”, espaço que foi formatado com muito AMOR, DEDICAÇÃO e CARINHO, para REFLETIRMOS sobre assuntos diversos que nos auxilie a sermos pessoas melhores, COMPARTILHARMOS bons sentimentos que ressoem amor no coração e na mente de todos, bem como DIVULGARMOS Projetos que contribuam com a melhoria de vida dos seres humanos e dos animais que se encontrem em estado de vulnerabilidade. Cada um de nós é uma Centelha Divina, com sua individualidade, portanto o respeito ao ponto de vista do outro, a fim de que cada um encontre a sua verdade, é de suma importância, no Canal. Assim, seja educado na exposição de sua opinião, nos comentários. Postagens grosseiras serão removidas. Caso tenha gostado, INSCREVA-SE, DEIXE SEU LIKE, ATIVE O SININHO e COMPARTILHE O CANAL, para não perder os próximos Vídeos e Lives.

Vídeo inédito: https://www.youtube.com/watch?v=5ntuiPCY8Ps&feature=youtu.be

 

Segue, abaixo, a mensagem final deste 8º Vídeo do Canal, que teve como tema para reflexão: “OS BENEFÍCIOS DO ALTRUÍSMO”. Mensagem: “VENCENDO O DESÂNIMO. O grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia. Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Que ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro. Sou a Sra. Adams, disse-lhe. Nesses últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana... Para as flores, lembrou o vigia. Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho. Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir para uma última visita e para lhe agradecer. O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza: Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores... Como assim? Perguntou a dama. O rapaz respondeu um tanto reticente: É que... a senhora sabe... as flores duram tão pouco tempo... E afinal, aqui, ninguém as vê... O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a dama. Sei, sim senhora. Pertenço a uma Associação de Serviço Social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. Lá, sim, é que as flores fazem muita falta... Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume. A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez sinal ao chofer para que partissem. Meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, dessa vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro. Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e fazem com que eu me sinta feliz. Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei. É que reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças. A sra. Adams descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguira auxiliar-se a si própria.” Redação do Momento Espírita. Texto extraído do site http://www.momento.com.br * * * https://youtu.be/5ntuiPCY8Ps Muita Paz e muita Luz para todos! Rosiani Dias Um ser humano em constante construção

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