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Entretenimento SETEMBRO CHEGOU

Novas histórias para renovar o olhar e retomar o ritmo de leitura neste mês

Alguns dos leitores vão se surpreender com essa lista, pois ela, não é muito comum nas redes especializadas em “listas” de leitura.

01/09/2026 12h34 Atualizada há 12 minutos atrás
Por: Mhario Lincoln Fonte: Editoria de Literatura e Arte da Plataforma Nacional do Facetubes
MHL/GinaiFT
MHL/GinaiFT

Editoria de Literatura e Arte da Plataforma Nacional do Facetubes

O início de setembro costuma abrir espaço para reorganizar a rotina e permitir que novas narrativas acompanhem esse movimento. Entre memórias, deslocamentos, investigações sociais e jornadas íntimas, a seleção a seguir reúne obras que ampliam perspectivas e convidam o leitor a observar o mundo com mais profundidade.

Livros em ordem alfabética + resenhas:

(Divulgação)

A casa de todos os Santos — Lita Maria

O livro apresenta um conjunto de histórias que exploram relações humanas, memórias e afetos, construindo um retrato sensível de personagens que atravessam diferentes fases da vida. A autora conduz o leitor por ambientes que revelam identidades, conflitos e descobertas, sempre com atenção ao cotidiano e às nuances que moldam cada trajetória.

(Divulgação)

Entre tempos e marés — FinAppLab Editora

A obra acompanha o processo de recomeço em outro país, destacando desafios como adaptação cultural, saudade e busca por pertencimento. A narrativa mostra como o deslocamento transforma a percepção de identidade e evidencia o impacto das mudanças na forma de viver, conviver e reconstruir vínculos.

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Forjando a armadura: o despertar de Alvariel (Divulgação).

A narrativa explora temas ligados ao autoconhecimento, à dualidade interna e ao enfrentamento das próprias sombras. A trajetória de Alvariel funciona como metáfora para processos de amadurecimento, integrando fantasia e reflexão sobre identidade, escolhas e transformação pessoal.

(Divulgação)

Gente pobre — Editora Via Leitura

Por meio da troca de cartas entre dois personagens humildes, o livro constrói uma reflexão sobre solidão, esperança, dignidade e desigualdade. A correspondência revela tensões sociais e emocionais que atravessam a vida dos protagonistas, oferecendo um retrato direto das fragilidades e resistências presentes no cotidiano.

 

(Divulgação)

Homens ricos não se casam com moças pobres? — Carla de Nazaré / Editora Valleti Books

A obra discute o papel da educação na construção da autonomia feminina, destacando como conhecimento, perseverança e oportunidades podem ampliar horizontes. A autora apresenta histórias e análises que evidenciam a importância da formação intelectual para transformar realidades e fortalecer projetos de vida.

(Divulgação)

Meus filhos, minhas flechas — Editora Vida

O livro reúne experiências e princípios sobre criação dos filhos, fé, caráter e legado familiar. A autora compartilha reflexões que atravessam a maternidade e a responsabilidade de orientar novas gerações, oferecendo um olhar sobre valores que moldam vínculos e influenciam escolhas ao longo da vida.

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O sonho como despertar social — INM Editora

A obra investiga como jovens de contextos adversos formulam seus sonhos e como esses desejos se relacionam com as condições sociais em que vivem. A pesquisa revela caminhos possíveis para compreender expectativas, limitações e potenciais transformadores presentes nas juventudes brasileiras.

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Sementes do silêncio — Editora Dialética

Partindo da experiência da maternidade e da depressão, o livro aborda a escrita como espaço de cura e autoconhecimento. A autora compartilha vivências que iluminam processos internos, mostrando como a palavra pode organizar emoções, revelar dores e fortalecer a reconstrução pessoal. Vale frisar que "Sementes do silêncio" parte de uma vivência íntima: a maternidade atravessada pela depressão. A autora transforma esse período em matéria narrativa, expondo o impacto emocional, físico e psicológico que acompanha a chegada de um filho quando a mente não acompanha o ritmo esperado. O livro não romantiza o processo; ele apresenta a experiência como ela é, com suas rupturas, fragilidades e tentativas de reorganizar o próprio mundo interno.

A escrita surge como ferramenta de sobrevivência. Ao registrar sentimentos, pensamentos e memórias, a autora encontra um modo de compreender o que a atravessa e de dar forma ao que antes era apenas caos. O texto mostra como a palavra pode funcionar como estrutura, permitindo que dores ganhem nome e que emoções dispersas se tornem compreensíveis. A narrativa evidencia que escrever não é apenas relatar, mas também ordenar, respirar e recuperar espaço dentro de si.

O livro se consolida como um percurso de reconstrução. A autora revela que o silêncio, quando acolhido, pode germinar novos entendimentos sobre identidade, maternidade e saúde mental. Ao compartilhar sua trajetória, ela oferece ao leitor um testemunho honesto sobre como enfrentar períodos de sombra e como transformar vulnerabilidade em força. É uma obra que trata de cura sem idealizações e de autoconhecimento sem floreios, sustentada pela verdade da experiência vivida.

 

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Sheila VazzarHá 40 minutos atrásRio Grande90 dessas suas indicações, Mhario, nem tinha a mínima ideia. Mas já anotei aqui, dois deles. Me interessaram muito. especialmente o sobvre Filhos.
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