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A “18ª Felis” convidou grandes nomes da Literatura Brasileira para debates

Matéria sugerida por dois literatos maranhenses: Daniel Blume (AML) e Luís Augusto Guterres (AMLJ).

29/09/2025 às 20h39 Atualizada em 29/09/2025 às 20h49
Por: Mhario Lincoln Fonte: Editoria de Literatura e arte do FACETUBES
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Editora de Literatura e Arte, c/Mhario Lincoln

 

A 18ª Feira do Livro de São Luís (MA), que acontece entre os dias 26 de setembro e 5 de outubro na Praça Maria Aragão, reafirma-se como o mais importante evento literário do Maranhão, reunindo autores regionais e nacionais, em torno da palavra como expressão de cultura, memória e transformação social.

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Este ano, o patrono escolhido é o sacerdote, médico e escritor maranhense João Mohana, cuja obra, em vários segmentos, é marcada por uma profunda reflexão sobre espiritualidade, educação e identidade, insigth que — inspira o tema do evento: “João Mohana: a palavra em corpo e alma”.

 

A homenagem não é apenas simbólica, mas representa o reconhecimento da literatura como força vital na formação do pensamento e da sensibilidade coletiva. Por essa importância, dentre os convidados está o poeta Carlos Nejar, membro da Academia Brasileira de Letras, cuja presença engrandece o debate sobre a épica contemporânea na poesia. Na mesa principal, os mediadores da noite serão Daniel Blume (AML) e Rogério Rocha (APB-MA).

 

Nejar, conhecido como o poeta do “pampa brasileiro”, é autor de uma obra vasta e lírica, marcada por uma linguagem musical e filosófica. Em Árvore do Mundo (1977), o autor constrói uma cosmogonia poética que entrelaça mitologia, natureza e destino humano, revelando uma visão épica e existencial do Brasil.

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Já em História da Literatura Brasileira: da carta de Caminha aos contemporâneos (2011), Nejar realiza uma crítica erudita e inovadora, propondo uma leitura da literatura nacional que transcende o formalismo e valoriza a relação entre texto e vida.

 

A Feira (FELIS), promovida pela Prefeitura de São Luís com apoio de instituições como SESC, Vale e ALEM, movimenta a economia criativa local e democratiza o acesso à leitura, com estandes de editoras, programação infantil, oficinas, debates e sessões de autógrafos. Mais que isso: “ela se impõe como um espaço de resistência e celebração da palavra, onde o livro é não apenas objeto, mas testemunho e promessa”, finaliza o poeta e jornalista, editor-sênior desta Plataforma, Mhario Lincoln.

 

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Lucy de Sousa, poeta e trovadoraHá 8 meses Rio/UFRJParabéns ao Maranhão.
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