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PLANEJAMENTO DA “CAMPANHA NACIONAL ALÉM DAS RAMPAS” NO PARANÁ

Prof. Elias Azulay é coordenador do Projeto de Extensão da UFMA - “Comunicação Estratégica para Compreensão Mútua e Acessibilidade Atitudinal”.

06/10/2025 às 05h22 Atualizada em 07/10/2025 às 09h21
Por: Mhario Lincoln Fonte: Prof Elias Azulay
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Arte: mhl
Arte: mhl

Prof Elias Azulay, convidado da Plataforma Nacional do Facetubes

 

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Prof. Elias Azulay é coordenador do Projeto de Extensão da UFMA - "Comunicação Estratégica para Compreensão Mútua e Acessibilidade Atitudinal".

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As dificuldades de acessibilidade nas repartições públicas e empresas de comércio e serviços do Paraná, como em todo o Brasil, são um desafio significativo.

 

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Considerando que a acessibilidade vai além das rampas e dos equipamentos e adaptações que superam as barreiras físicas, muito já está sendo feito em favor da "acessibilidade atitudinal".

 

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Como exemplo, destacam-se o "PROTOCOLO DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO" elaborado e desenvolvido pelo Ministério Publico do Paraná, através da Coordenadoria da Política Estadual de Atendimento ao Publico, tendo à frente a Procuradora de Justiça Mônica Louise de Azevedo, e, mais recentemente, a  realização do Evento "ATENDER BEM É INCLUIR", promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho, 9ª Região, através da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, sob a presidência do Desembargador Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, que incluiu a palestra sobre o Projeto da UFMA sobre Acessibilidade Atitudinal, baseado na Campanha Nacional de Acessibilidade "Além das Rampas".

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A acessibilidade atitudinal é essencial para que se alcance o melhor relacionamento com as PcD, evitando-se constragimentos e quebra dos direitos fundamentais dos cidadãos nas empresas de serviços e repartições públicas, proporcinando-lhes a efetiva inclusao.


 
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) tem trabalhado em parceria com o Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR) para fiscalizar a acessibilidade em espaços públicos, incluindo repartições públicas e comércio.

 

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Principais Desafios Identificados:
- Infraestrutura inadequada: calçadas irregulares, falta de rampas, escadas sem corrimão e sinalização insuficiente.
- Banheiros inacessíveis: falta de espaço para cadeira de rodas e barras de apoio.
- Estacionamento: vagas exclusivas para pessoas com deficiência nem sempre são respeitadas ou sinalizadas adequadamente.
- Comunicação: barreiras comunicativas para pessoas surdas ou com deficiência visual.

 

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O Crea-PR realiza fiscalizações integradas de acessibilidade (FIA) em espaços públicos coletivos, como escolas, unidades de saúde e terminais de ônibus, elaborando relatórios circunstanciados para análise da Comissão de Acessibilidade do Crea-PR (CAS). Caso sejam encontradas desconformidades, o caso é encaminhado ao MPPR para possíveis ajustes.

Importância da Acessibilidade:
A acessibilidade beneficia não apenas pessoas com deficiência, mas também idosos, famílias com carrinhos de bebê e qualquer pessoa com mobilidade reduzida temporária ou permanente. Um espaço acessível promove inclusão e qualidade de vida para todos.

 

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Esses esforços refletem a importância de garantir direitos e promover uma sociedade mais inclusiva no Paraná.

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Dr. Kleiton AbdallaHá 8 meses Médico geriatra SPAzulay,o Brasil tem 18,6 milhões de pessoas com deficiência, indica pesquisa divulgada pelo IBGE e MDHC. Tem inúmeras leis de Amparo.Mas ainda permanece nas últimas posições entre os países que efetivamente estão preparados para aliviar as dores públicas dos deficientes.
Paulo de CastroHá 8 meses Pindamonhangaba SPProf Azulay. Repara ao seu redor onde o sr. estiver agora. Que equipamentos estão disponibilizados para mim, deficiente visual e cadeirante? Seja sincero.
Judith Pacheco LopezHá 8 meses Brasília DF A começar pela higiene pessoal..que repartição pública está preparada para seus funcionários e visitantes deficientes? Isso e ALEM DA RAMPA.
alcina maria silva azevedoHá 8 meses Campinas -SPNeste importante artigo, mostra que o Paraná está se destacando com a campanha que vem além das rampas. Parabéns ao professor Elias Azulay, que é coordenador do projeto de extensão da UFMA, baseado na acessibilidade atitudinal. Vivemos em um pais anônimo às necessidades urgentes, que venham facilitar a vida dos deficientes físicos, idosos e outros. As repartições públicas não possuem rampas, elevadores, banheiros para deficientes e, até o asseio é inexistente. Que país é esse???
Sharlene SerraHá 8 meses Brasilia -DFA inclusão é um direito. A acessibilidade atitudinal é o ponto de partida. Se cada um de nós imaginássemos que a deficiência não é algo distante, e que, por exempo: uma queda de uma escada pode mudar o curso, talvez haveria mais consciência sobre a necessidade da acessibilidade. Parabéns Elias e a todos pelo projeto. Avante!
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