
Editoria de Filosofia e Direito, da Plataforma Nacional do Facetubes
Foto: Paulo Velten, Roberto Veloso e James Magno (desembargadores), Carlos Nina e José Antônio Almeida (ex-presidentes da OAB) e o advogado Júlio Gomes (ex-presidente AMLJ), em momento especial após a eleição para a presidência da Academia Maranhense de Letras Jurídicas.
A Academia Maranhense de Letras Jurídicas alcança seus 40 anos em momento de rara maturidade institucional. Fundada em 22 de fevereiro de 1986, na então sede da OAB no Maranhão, a entidade atravessa quatro décadas preservando a tradição da palavra jurídica e, ao mesmo tempo, abrindo espaço para a renovação de ideias, quadros e linguagens. A recente transmissão da presidência para o advogado Luís Augusto Guterres, após três gestões consecutivas de Júlio Moreira Gomes Filho, simboliza união qualificada, assentada em memória, prestígio e visão pública da cultura jurídica.
O saldo do ciclo liderado por Júlio Moreira é expressivo. A AMLJ ampliou sua presença institucional, fortaleceu a divulgação de sua produção acadêmica, consolidou marcas de identidade histórica e reafirmou o valor da literatura jurídica como bem cultural acessível à sociedade. Nesse percurso, a Academia ganhou mais visibilidade, reforçou sua revista institucional e aprofundou sua inserção no debate contemporâneo, sem perder o vínculo com a tradição que a distingue no Maranhão.
É justo reconhecer, com ênfase, o brilho de duas lideranças que entenderam a Academia para além do rito e da solenidade. Por isso, Júlio Moreira e Luís Augusto Guterres, ao lado da diretoria, estarão juntos na sustentação da harmonia da classe cada vez mais necessária, mostrando que a obra jurídica do Maranhão não deve permanecer fechada em gabinetes, mas circular como patrimônio vivo de reflexão, civilidade e formação coletiva.
Aos 40 anos, a AMLJ não celebra apenas uma idade redonda. Celebra uma presença. E presença, nesse caso, significa permanência com utilidade pública, fidelidade à memória dos juristas que a ergueram e coragem para seguir dialogando com o presente. Quando uma instituição jurídica consegue preservar seu acervo moral, estimular pensamento crítico e fazer da palavra um elo entre saber e sociedade, ela deixa de ser apenas uma academia: torna-se referência. E é exatamente esse o lugar que a Academia Maranhense de Letras Jurídicas, renovada e fortalecida, volta a confirmar.
Na opinião do advogado e membro-fundador da AMLJ, (autor de "Acumulações Remuneradas de Cargos e Funções Públicas"), além do histórico guia ("Teoria e Prática do Inquerido Administrativo"), Mhario Lincoln, que também teve apoio do Dr. Luis Augusto Guterres, quando do relançamento do livro "Ina - A Violação do sagrado" pela Sociedade Amigos da Marinha, ouvido pela editoria, disse com propriedade: "Júlio Moreira soube conduzir a casa com equilíbrio, inteligência administrativa e senso de missão. Luís Augusto Guterres, por sua vez, assume cercado de expectativa positiva, por representar serenidade, densidade jurídica e compromisso com a continuidade de um trabalho que aproximou a produção intelectual maranhense da comunidade local e brasileira. Então, desejo muito sucesso a essa nova administração da Casa".
Resta ao Facetubes deseja muita sorte, colocando esta 49ª Plataforma de Informação virtual do Brasil (Analytics) à disposição da entidade.
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