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Mulher Babaçu convida Antonio Guimarães para falar de Catarina Mina e Carmen Dias para homenagear todas as mães

Entretenimento.

09/05/2021 20h55 Atualizada há 1 mês
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
Uimar Jr. com a mãe.
Uimar Jr. com a mãe.

MULHER BABAÇU

Primeiramente, quero agradecer a todos os leitores e aos comentários que vieram de vários países. A todos os elogios que foram maravilhosos!!! Chegamos a mais de mil lidas e ficamos no topo, em primeiro lugar. A Coluna da Babaçu é nossa! Fiquem a vontade de mandar coisas interessantes da sua terra. O e-mail está na matéria. Fiquem a vontade. Estou muitíssimo emocionada pela poetisa e escritora, Carmem Silva, que me mandou emocionantes palavras de autoestima! Fiquei emocionada com o poema que fez para sua mãe. Hoje é o dia delas. Parabéns a todas as mães do mundo, em especial à minha.

Palavras soltas de Carmem Dias ...

Nasceu em Bandeirantes, ao Norte do Paraná.

Poetisa e escritora. Membro da Academia Poética Brasileira.

"Menino... eu me arvoro. Começo a escrever e, lá vem ela, a dona das metáforas e das rimas... e eu já nem sei mais o que sou, só sei que sou virada em palavras, a escrevedora-mor da tribo. E é tb minha profissão, publicitária, e dê-lhe criar, e dê-lhe redigir... hahahahaha. As palavras criam, estou consciente disso, elas saem de dentro de mim quase chorando... Ah, e por favor, me chame de Carmen, mesmo.  Esse negócio de Senhora cria uma pseudo hierarquia. Sou geminiana e isso corresponde a um espirito adolescente, já viu, né...

Carmen com a mãe

Gaia, o Planeta, está vendo a humanidade como aquela célula de neoplasia... Ou acordamos para o sentimento e a realidade de que somos UM com tudo que existe, incluindo as baratas, as abelhas, as pedras, as florestas, tudo tudo até o núcleo da Terra ou ....

Nisso reside a grandeza de Babaçu... olhar ao seu redor e cantar o hino dos verdadeiramente humanos, e seu canto fere os ouvidos dos aliens do mal que assolam esse chão...

Eu amo essa Mulher. Babaçu é meu xodó... eu me sinto nela. Mamãe tb ia adorar a Mulher Babaçu. e vou mandar um vídeo em homenagem a ela, como eu a vejo, em alma, sendo.

Sou como vc, eu me apaixono por tudo aquilo que me fascina, me maravilha e toca minha alma... De Guimarães Rosa a Neruda, de Lula a Maiakovski, de Mulher Babaçu a Lemonski.

A MAIS BELA POESIA

(Carmen Regina Dias)

Um belo banho, um toque de perfume, 

uma roupa nova, lápis nos olhos, batom,

brincos, claro, esse adorno ela não dispensava.

E me criticava se eu não usava...

Estou pronta encontrá-la no saguão do céu.

 

Cheguei.  Estou chamando por ela...

Silêncio.... Nenhum sinal! 

Que falta de consideração! 

Os anjos, à porta, me ignoram,

ah! esses anjos não têm coração!

 

Queria tanto ver seu sorriso,

pus-me bonita só pra ela me ver...

Minha mãe cuidava da beleza,

essa era sua real natureza, 

esse foi o seu modo de ser.

 

Fecho os olhos e sinto ...

Vem lá de dentro do céu esses aromas...

o cheiro do alho, da cebola, da salsinha,

dos pães macios que ela assava...

Já não me sinto sozinha, estou em casa.

 

Sinto o calor do seu corpo, o seu perfume,

ouço sua voz amorosa dizendo-me -Vai, filha,

faça valer o instante, cada dia é um novo dia,

e, agora, abra esses olhos e me escreva 

a tua mais bela e amorosa Poesia.

 

A minha mais bela e amorosa Poesia mora no céu,

os anjos agora, só comem pãozinho de mel.

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EX-PRESIDENTE DO IPHAN KÁTIA BOGÉA CONCORRE A PRÊMIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO

Outras 19 personalidades foram indicadas.

Goiânia - O amor pela história e a defesa da herança cultural brasileira resultaram na indicação da historiadora e atual presidente da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico de São Luís (FUMPH), Kátia Bogéa, ao Prêmio Internacional Hypatia em reconhecimento às suas ações em defesa do patrimônio histórico brasileiro. Integrante da gestão do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, Kátia nasceu em Sergipe, mas sua família se transferiu para o Maranhão quando ela era ainda menina. A simples indicação ao prêmio Hypatia, concorrendo com outras 19 personalidades de diferentes países, que contribuíram no campo da pesquisa e promoveram o avanço do progresso e do conhecimento científico além da melhoria da vida da população, por si só já se configura como uma imensa vitória.

Além de Kátia Bogéa, somente uma outra brasileira, a professora paulista Niéde Guidon, que é arqueóloga e paleontóloga, responsável pelo maravilhoso trabalho realizado na Serra da Capivara, no Piauí, concorre ao prêmio, que concederá o mérito a apenas 10 dos 20 indicados durante a 5ª Bienal de Restauração Arquitetônica e Urbana, que acontecerá em outubro deste ano, na Itália. Kátia, que tem uma trajetória de líder de um time profissional que busca a realização de estratégias mais eficazes de conservação das raízes de São Luís, foi também técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por 40 anos, além de ter sido superintendente do órgão no Maranhão e presidente nacional - uma das mais qualificadas do quadro que já presidiu a instituição. Referência na luta para manter viva a história, a regionalidade, os traços de nosso povo e a preservação da sua identidade artística e cultural, hoje um verdadeiro sacerdócio frente às transformações sociais pelas quais as capitais e grandes cidades atravessam em todo país e no mundo. Esse ‘know how’ colocou Kátia no rol das 20 personalidades mais destacadas mundialmente neste setor. A participação dela na equipe do prefeito Eduardo Braide é um privilégio para a capital maranhense. Foi ela quem coordenou o Programa PAC das Cidades Históricas no Brasil e é responsável pelas candidaturas do Tambor de Crioula e do Complexo Cultural do Bumba-Meu-Boi do Maranhão, respectivamente, como Patrimônio Imaterial do Brasil e da Humanidade junto à Unesco.

O Prêmio internacional Hypatia é entregue dentro da programação da BRAU5, Bienal de Arquitetura e Restauração Urbana que acontece na Itália. O evento cultural internacional e interdisciplinar seria realizado originalmente de 15 a 30 de outubro de 2020, mas foi transferido para o período de 15 a 30 deste mês de abril e, agora, adiado para 16 de outubro em razão da pandemia. O nome do prêmio homenageia a figura da filósofa e cientista Hypatia de Alexandria (a.c. 355-415), uma mulher que sabia como combinar e transmitir todos os campos de conhecimento de seu tempo e que, precisamente por essa razão, foi morta pelas forças da ignorância e do fanatismo.

Aredacao.com.br

 

O que é o que é?

O QUE É O QUE É?

Piquenos não é que tem gente que até hoje pergunta o que é aquilo que colocaram na Praça  Praça Lisboa, é uma obra de arte moderna??? Para esclarecer para todos e acabar com a dúvida eu explico: para esclarecer para todos e acabar com a dúvida é um bicicletário. Nós maranhense não temos costume de ir ao centro de bicicleta, só ônibus e carro. Você já viu uma bicicleta ali???

Vídeo da TV Babaçu com Antonio Guimarães de Oliveira

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Mulher Babaçu e Antonio.

ANTONIO GUIMARÃES. Poeta, historiador, romancista, cronista...

Guimaraes: Antonio Guimarães de Oliveira, nasceu no povoado Lago Limpo, município de Lago Verde, Estado do Maranhão. Professor, lecionando História, Filosofia e Ética. É especialista em Educação Ambiental pela Fundação Getúlio Vargas. Através da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Vereadores de São Luís, uma das Casas legislativas mais antiga do Brasil, foi homenageado com a medalha do mérito Simão Estácio da Silveira, a maior honraria dessa Câmara Municipal.

Livros publicados

O Algodão no Mearim: É uma análise acerca do algodão pelo enfoque dos migrantes nordestinos que se instalaram nas cidades do vale rio Mearim, evidenciando-se o plantio e a comercialização do “ouro branco”.

O Parto da Insônia: Proporciona uma visão crítica, cômica e caótica do mundo em que vivemos. Põe o leitor a tirar suas conclusões acerca do mundo contemporâneo.

O Arquivista Acidental: Ao longo do livro, imagina o Autor o que podemos realizar e fazer, individualmente e/ou coletivamente, para que tudo isso termine e para que não se repita. O mundo encontra-se repleto de bons intencionados, porém, os resultados são deploráveis: se não somos capazes de tornar mais amena a vida na sociedade de que fazemos parte, o que estamos fazendo aqui?

Algodão: Ouro Branco (Tempo e Espaço): Representa o esforço do autor para registrar historicamente a cotonicultura como uma atividade econômica que foi capaz de forjar uma identidade diferenciada para a cidade de São Luís;

A Fuga do Perfume: O existir não é difícil de ser visto. Ele está em qualquer circunstância da vida, basta irmos ao seu encontro. Mesmo estando na escuridão do óbvio, a sabedoria humana fulmina seus segredos. Com este título, Antonio Guimarães de Oliveira faz a sua viagem para um mundo de indagações, numa clarividência bem explícita da vida.

Estação Ecológica “Sitio do Rangedor”: uma proposta Educacional. Livro que explica como utilizar racionalmente o Sitio do Rangedor, visando práticas ambientais inclusivas;

São Luís:  Memória e Tempo: livro que reconta a história dos 400 anos da cidade e suas transformações por meio de bilhetes tipográficos, bilhetes postais, cartões postais, cartões fotográficos e álbuns de lembranças, em 8.500 imagens de diferentes locais. O livro tem registros importantes de grandes desenhistas e gravuristas. É considerado tão importante quanto outros quatros álbuns fotográficos da cidade: o da Tipografia Teixeira (1899), o álbum de Gaudêncio Cunha (1908), o de Godofredo Viana (1923) e o de Miércio Jorge (1950);

São Luís em Cartões Postais e Álbuns de Lembranças: muitas foram as transformações de São Luís. Neste livro, o Autor faz uma viagem pelo acervo de grandes colecionadores e fatos ocorridos em São Luís. São imagens do tempo em que reinavam os bondes tracionados por animais, barcos, bailes familiares, surgimento do Tirirical, aviões plainando na Baía de São Marcos, lojas, tecelagens, cinemas, palácio e etc;

Pregoeiros & Casarões:  documenta o palco ludovicense do início do século XX, através dos gritos de pregoeiros vendendo diversidades – bugigangas, subindo e descendo as ladeiras ladeadas por sobrados e casarões desta amada São Luís;

Becos & Telhados: livro que representa a contínua e recorrente viagem do autor ao passado de São Luís, através dos seus logradouros e edifícios históricos, que assim ajudam a contar a história por meio da sua iconografia fotográfica, produzida ao longo dos séculos XIX e XX, a partir da lente e olhar do fotógrafo de “plantão” da época, como um Gaudêncio Cunha; um José Farias; um Henrique Elias Neves; um Costa & Sobrinho; um Manassés; um Amorim; um Dreyfus Azoubel; um Clodomir Pantoja; um José Mendonça; um Ribamar Alves; um Chico Foto Flash; um Fernando Sah; um Foto Nômade, e anônimos e amadores. Este livro vem trazendo também, novos cartões postais não mostrados, das ruas, becos, travessas, largos e avenidas, sempre destacando a duplicidade ou multiplicidade dos nomes das tradicionais e históricas artérias de São Luís do Maranhão;

Pêndulos & Fiéis: para os que adoram escritas cartesianas, lineares, retilíneas, auto explicáveis, unidimensionais, advirta-se: os textos de “Pêndulos & Fiéis” nem sempre desabrocharão seu(s) sentido(s) ao primeiro ataque dos olhos. Nem sempre se desvelarão ao primeiro roçar dos dedos pelas páginas. Não haverá amor à primeira vista...

Livros a publicar

A  Luz, O homem, Gurupi e sua aldeia, Insurreição no arquivo, Sobrados & palacetes, Sítios & chácaras, Rapazinhos & capitães, Extermínios & dois, O físico e o general, Pedreiros & faiscadores, Solidão & cárcere, Raiz & prefácio, Mariposas & rufiões, O senhor da razão, Estações & trens, Última pedra, Babilônia & Sião, Massada & Álamo, Chão descoberto, Sociedade de ombros vencidos, Tribos & aldeias, Gaiolas nos dedos, Os setes rosados do Apocalipse. 

Artigos publicados

Publicou inúmeros artigos nos jornais Tribuna do Nordeste, Jornal Pequeno, Folha do Maranhão e Gazeta do Povo, Estado do Maranhão. Além dos mencionados trabalhos, desenvolve pesquisas sobre a história do Brasil e do Maranhão. 

Academias

Membro efetivo da Academia Poética Brasileira, da Academia Maranhense Maçônica de Letras, em ambas patroneado pelo escritor e músico João Batista Lopes Bogéa. Pertence à AMEI - Associação Maranhense de Escritores Independentes, associação que surgiu da vontade de vários escritores independentes maranhenses, sempre com o espirito de renovo da Athenas Brasileira. Ocupa a cadeira nº 09 do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão - IHGM, como sócio efetivo, que tem como patrono o Historiador Bernardo Pereira de Berredo e Castro.

Infelizmente não foi possível fazermos as matérias externas , somente a Praça João Lisboa , devido as fortes chuvas que caíram nos horários das gravações . Então meu amor quem não tem Babaçu caça cupuaçu. Vamos improvisar  . Eu faço as perguntas e o nosso ilustre historiador Antonio Guimarães responde em vídeo da sua lindíssima biblioteca. O homem piquenos é uma enciclopédia. Sabe tudo.

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