A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados discute na próxima quarta-feira (6) a proposta de retirar a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) do programa de desestatização.
A Nuclep foi incluída no Programa Nacional de Desestatização pelo Decreto 10.322/20, mas um projeto em análise na Câmara busca suspender esse decreto.
O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 153/20, apresentado pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE), foi rejeitado pela Comissão de Minas e Energia em junho e agora precisa ser votado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico.
“Vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a Nuclep é uma estatal que produz
equipamentos para as usinas nucleares do complexo de Angra dos Reis (RJ). Também foi responsável pela fabricação de componentes para o submarino nuclear que está sendo construído pela Marinha”, informa o deputado Julio Lopes (PP-RJ), que pediu a realização do debate.
Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares, os ministros da Economia e de Minas e Energia um representante da Nuclep.
A reunião será realizada às 16 horas, no plenário 5.
Câmara dos Deputados Comissão aprova criação de programa de treinamento funcional para crianças com deficiência
Câmara dos Deputados Comissão de Defesa da Mulher aprova projeto que criminaliza misoginia
Câmara dos Deputados Comissão aprova projeto que criminaliza violência praticada no parto contra mulheres
Câmara dos Deputados Médicos condenam uso do "chip da beleza"
Câmara dos Deputados Comissões discutem aumento dos casos de violência contra as mulheres no Brasil
Câmara dos Deputados Projeto cria sistema integrado com dados de violência contra a mulher Mín. 15° Máx. 28°
Mín. 16° Máx. 28°
ChuvaMín. 15° Máx. 28°
Chuva
Coluna de RUY PALHANO Ruy Palhano: “A alma nossa de cada dia”
Convidados & Parceiros 120 Anos de Nascimento de Luiz Rêgo – Um educador a frente do seu tempo
Coluna SILVÂNIA TAMER, Literatura, arte e eventos Jorge Lobo lança obra sobre crimes em licitações em São Luis.
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO