Dois autores que você nunca imaginou quem seriam, realmente.
Difícil para quem navega pela área literária e gosta do gênero policial não apreciar Agatha Christie que assinou seis romances de época com o pseudônimo de Mary Westmacott. Isso mesmo. A 'Rainha do Crime'. Foram mais de 80 obras publicadas, Agatha é a mais conhecida escritora de romances policiais da literatura. Por trás de tudo isso, com o pseudônimo de Mary Westmacott assinou doze peças de teatro, e "quis se aventurar por universos diferentes daqueles habitados por Hercule Poirot e Miss Marple", diz a revista Superinteressante. Dentre os romances com pseudônimos, o primeiro publicado ocorreu em 1930 e o sexto em 1956. Introvertida e tímida, "Agatha buscou no novo gênero uma possibilidade de se expressar melhor através de palavras", encerra a revista.
MACHADO DE ASSIS? Ou 'João Das Regras".
A mesma revista Superinteressante, em matéria assinada por Jessica Soares e que fala sobre "8 escritores e seus pseudônimos (que você provavelmente ainda não conhecia)", insere Machado de Assis nessa lista. Leia: "Críticas à sociedade não faltavam nas obras de Machado de Assis. Mas, quando o carioca queria falar de temas mais espinhosos (como críticas diretas aos fazendeiros favoráveis à abolição), recorria a pseudônimos tão criativos quanto a sua prosa. Foi só em 1950 que se descobriu que o autor havia assinado crônicas com o nome de 'Boas Noites'. 'Victor de Paula', 'João das Regras' e 'Dr. Semana' foram outros nomes adotados pelo autor, que chegou até mesmo a assinar 'Platão' (...)”.
LINDA BARROS Secretaria-Executiva da APB-MA aniversaria e todos nós ganhamos
FINADOS Wellington Reis: a saudade que virou mar e continua murmurejando dentro de nós
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
#JABUTI Jabuti 2026: Eliana Alves Cruz vence o prêmio de Romance Literário entre cinco nomes da literatura brasileira
Especial Socorro Guterres transforma a memória da escravidão e a resistência negra em narrativa de cordel
Edgar Alan Poe Graça Moreira e Thais Nunes deram vida à literatura fantástica em encontro que transformou o “funeral” de Edgar Allan Poe numa reflexão sobre a esperança Mín. 16° Máx. 26°
Mín. 17° Máx. 27°
Chuvas esparsasMín. 17° Máx. 20°
Chuva
ACADEMIA POÉTICA BRASILEIRA Entrevista exclusiva com o Maestro Fernando Mouchrek em Curitiba-Paraná
Coluna SILVÂNIA TAMER, Literatura, arte e eventos Jorge Lobo lança obra sobre crimes em licitações em São Luis.
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Ruy Palhano: “A alma nossa de cada dia”