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Enterraram o Abrigo, parte do que restava da "Athenas Brasileira"

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18/10/2020 20h50 Atualizada há 1 mês
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
Coluna da Mulher Babaçu
Coluna da Mulher Babaçu
Colunista.

E O ABRIGO DO CARMO FOI DEMOLIDO. QUE PENA!

Inaugurado em 1951 na administração do interventor Paulo Ramos durante o Governo Eugênio Barros, o abrigo do Largo do Carmo foi sumariamente demolido pela prefeitura de São Luís. Um engenheiro da obra que não quis se identificar pra mim, disse que encontraram irregularidades comprometedoras na estrutura do abrigo. A decisão da derrubada veio após obras de revitalização da Praça João Lisboa e Largo do Carmo que ganharam uma nova ‘roupagem’, conforme projeto da prefeitura e do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

 

Era história viva da cidade (antes).

Os permissionários que faziam do abrigo do Largo do Carmo, seus locais de trabalho, ainda “vão ser transferidos para a Avenida Magalhães de Almeida e devem ganhar um novo espaço para exercer suas atividades comerciais”, prometeu um representante da PMSL.

A derrubada foi, sem dúvida, uma grande perda para a história política e social de toda uma comunidade ludovicense. Eu, quando tinha 11 anos fui a esse destruído Abrigo do Largo do Carmo, com minha família e vizinhos comemorar a copa de 70 quando o Brasil ganhou o tri. Foi um grande carnaval. Acredito também que cada ludovicense tem uma história para contar. Atento a essa destruição, procurei ouvir várias pessoas, que ao saberem da demolição, ficaram tristes e deram suas opiniões, afirmando que o local poderia ser reaproveitado para muitas outras coisas. Dentre as opiniões, destaquei:

1 - Casa de poetas e escritores de São Luís;

2 - Museu do Cinema e das Artes de São Luís;

3 - Museu da História de São Luís do Ma;

4- Biblioteca Ludovicense;

5- Museu do Comércio;

6 – Cafeteria com produtos regionais: beiju, cuscuz, bolo de milho, bolo de tapioca, caldo de ovos, bolachinha da padaria “Santa Maria”, bolo de macaxeira e outros;

7- Bar com obras de artes dos artistas para comercialização deixando 30% para a manutenção do Bar;

8 - Um Bonde feito livraria como temos uma em Curitiba (veja a foto);

Eu já acho que poderia ser uma filial da Biblioteca Benedito Leite ou da Biblioteca Municipal José Sarney ou uma Filial da livraria da AMEI. Mas tem gente que já pensa ao contrário. Alguns me disseram que a parte livre vai dar uma nova amplitude à praça, mais espaço livre, melhorar o panorama, “e que acham positiva a retirada do abrigo”. 

Só espero que tenha indenizado as cozinheiras. Eu não vou ficar assistindo de camarote vou arranjar a maior cascaria se as cozinheiras não receberem suas partes que merecem por direito.  Vou lutar para que isso não aconteça. Ai, amigas. Conte comigo!

Obs: se for para deixar cimentado o lugar do Abrigo eu peço que façam canteiros para plantarem árvores. Tá bom?

 

 

 

Yuri Graneiro/ Site: @Lente

BUMBA MEU BOI, PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DA HUMANIDADE

Foto resgatada do google: Yuri Graneiro/ Site: @Lente

Vocês sabiam ‘piquenos’, que o Bumba-Meu-Boi do Maranhão se tornou Patrimônio Imaterial da Humanidade? Em dezembro vai fazer um ano. Nem fizeram uma grande festa em junho, nas festas juninas, por causa da pandemia do coronavírus. Mas no próximo ano tem. Vocês têm que vir aqui assistir. É um espetáculo lindo.

Voltando ao tema: a Escolha da Unesco valoriza uma das mais ricas tradições maranhenses. As danças, o ritmo, os bordados, o brilho são heranças dos tempos das senzalas. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) escolheram o Bumba-Meu-Boi do Maranhão como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade com muito mérito. A batucada que enche os terreiros vem da força das mãos. Num estilo tribal que só essa gente tem. E tocado com a costa das mãos, só no Maranhão - em mais nenhum outro lugar.

“É justamente a natureza desse complexo. Não é um boi, é um complexo cultural onde se tem vários sotaques. Vai um pouco de cada coisa do Brasil, dentro do Bumba-Meu-Boi. É uma grande riqueza cultural que o Maranhão tem”, contou Maurício Itapary, superintendente do IPHAN local.

A riqueza está espalhada em mais de 300 grupos, animando os terreiros das festas juninas. Isso tudo contribuiu para essa conquista, em 11 de dezembro de 2019, na reunião da Unesco em Bogotá, na Colômbia. Lá estava, na época, Kátia Bogea, Presidente Nacional do IPHAN, também maranhense, vendo ser valorizadas uma das mais ricas tradições maranhenses.

 

 

A placa.

 

Praça Benedito Leite.

A PLACA DO BENEDITO

Na foto, a Praça Benedito Leite com uma pequena reforma. Agora só falta a Placa de Bronze da Estátua do mesmo, que estava previsto recolocar no dia do seu aniversário, 04 de outubro, mas segundo Sr. Mauricio Itapary, Superintendente do Iphan no Maranhão, houve um atraso porque os restauradores estão ocupados com as outras obras: da Praça João Lisboa e do Largo do Carmo. Deve voltar final do mês ou começo do mês de novembro. Essa a informação que eu recebi.

FEIRINHA: nada contra. Desde que respeitem a praça, não destruindo as plantas, pisando nos canteiros. A Prefeitura ou a Semapa precisa urgentemente mandar construir um cercado de ferro alto nos canteiros, para ninguém pisar e destruir as plantas.

 

 

Jeito tradicional de amassar juçara.

AÇAÍ OU JUÇARA: a Lenda do Açaí.

Segundo a lenda do Açaí, existia, no coração da Floresta Amazônica, uma nação indígena que em determinada época, com o crescimento de sua população, passou a enfrentar um período de escassez de comida sem precedentes. Diante da gravidade da crise, o cacique Itaki determinou que as crianças mais novas de cada família deveriam ser sacrificadas para que não faltasse comida para os mais velhos, ‘mais úteis’ ao bem comum da tribo. Diante do destino, implacável como só ele só, Itaki, mesmo sendo o líder da tribo, também teve que sacrificar sua netinha recém-nascida, e acabou causando um sofrimento sem fim em sua própria filha, Iaçã, que chorou por noites e noites, pedindo que Tupã, o deus do trovão, trouxesse uma solução que matasse a fome dos seus.

 

Juçara, farinha d'água e camarão.

Foi quando, em uma dessas noites sofridas de lua cheia, quando o luar ilumina todos os pensamentos, Iaçã ouviu um choro fraco de criança do lado de fora da oca. Ao sair, viu sua filhinha sentada ao lado de uma alta palmeira. Porém, quando correu até a pequena, para abraçá-la, viu a filha sumir como num passe de mágica. Inconsolável, a filha do cacique chorou a noite inteira até morrer de tristeza. Na manhã seguinte, encontraram seu corpo abraçado à tal árvore. Suas lágrimas fizeram brotar no alto da palmeira, pequenos frutos escuros, que deram um suco grosso e muito nutritivo, que alimentou e alimenta todas as outras tribos originárias da Amazônia.

Itaki, muito sábio, reconheceu a benção e deu à palmeira, o nome de Açaí (Iaçã ao contrário), que, em tupi, significa ‘fruta que chora’. O rei da Amazônia nasceu das lágrimas de uma mãe. Nasceu para consolar.       Essa lenda popular é contada pelos indígenas.

Mesmo com essa história, eu ainda fico 'encabulada". Porque tem muitos ‘piquenos’ dizendo por aí que Juçara é uma fruta diferente de Açaí. Mas para mim, é a mesma fruta. Muda o nome de acordo a região. No Norte e Sul, é Açaí. Mas só no Maranhão é que a frutinha deliciosa e com muita sustança, se chama Juçara. Mas no Maranhão é com farinha d’água e camarão seco. Ainda vou pesquisar direitinho. ‘Marrapá’! Morreu fofão.

 

 

CAGUETAS. Assassinatos e enforcamentos na história de São Luís.

 

 

A Revolta de Bequimão.

Manuel Beckman. Essa eu vou pedir para Yone Botelho me contar. Eu sempre tive curiosidade em saber direitinho como foi mesmo que Manuel Beckman morreu. "Piquena” já tô com sono já vou pegar minha " baladeira". Se quiser contar, conta logo. Pior de tudo que ainda rasgou minha ‘japonesa’. Estou ouvindo.

Na praça que leva seu nome, entre a rua Parque 15 de novembro e av. Beira-Mar. Ali, foi plantada a pirâmide de Beckman. O monumento é simples, talhado em mármore e traz a inscrição: "Aqui foi enforcado o Bequimão, em 2 de novembro de 1685”.

 - Mas não foi ali não, Mulher babaçu. Ele foi mesmo executado na antiga Praia do Armazém ou da Trindade, segundo historiadores.

- Então tu estás dizendo, Yone, que o local está errado? ‘Piquena’ e eu que pensava que tinha sido ali mesmo, com vista pro mar.

- Escuta que tem mais.

- ‘Hein-hein, conta o resto’.                      

Manuel Beckman ou Bequimão foi o líder da revolta contra monopólio da primeira Companhia de Comércio, instalada no Maranhão, o estanco. Como conta César Augusto Marques, no Dicionário Histórico-Geográfico da Província do Maranhão, as atividades e o controle exercido pela companhia impediram a iniciativa comercial dos maranhenses, causando indignação. Assim, em 23 de fevereiro de 1684, Manuel Beckman e um grupo de ‘prejudicados’ partiram do Convento de Santo Antônio, localizado no centro de São Luís (MA), e depuseram o governo Francisco de Sá Meneses. Os revoltosos instalaram uma junta. No entanto, o novo regime não durou muito tempo. O novo governador, Gomes Freire de Andrade, restabeleceu as autoridades depostas.           

- O babado é forte ...o olho já tá quase pregando. Mas continua Yone.

- Então, Mulher Babaçu, foi expedida ordem de prisão contra Manuel Beckman, que havia fugido. Pela captura, foi oferecido o cargo de Capitão das Ordenanças. Lázaro de Melo, afilhado e protegido de Manuel, traiu o padrinho e entregou-o preso. No dia 2 de novembro de 1685, foram enforcados Manuel Beckman e Jorge Sampaio. Os outros envolvidos foram condenados à prisão perpétua.

- Agora já sei que ali não foi o lugar do enforcamento de Bequimão. É só um monumento em memória dele. Afff! como tem ‘cagueta’ nesse mundo.

 

SERPENTE ENCANTADA. Ficção ou realidade.

 

NETUNO: Performance de Uimar Junior.

Na cidade, há outras lendas que encantam e amedrontam. Quem chega à Ilha e visita a Igreja de São Pantaleão, Igreja do Carmo e Fonte do Ribeirão não imagina que os três pontos tem em comum. A maior lenda de todas as lendas. A da Serpente Encantada. (‘Égua’, doido). Morro de medo quando passo ali na Fonte do Ribeirão. Já me disseram que não é bom ficar de costa para fonte sempre que puder ficar de frente. A fonte não gosta. Quando eu desço para ficar lá dentro, eu peço licença. Tá doido! No dia que essa serpente despertar, vai lembrar de mim e me salvar. Quando penso isso, faço sempre o sinal da cruz.  É tudo ‘cabuloso’. Conta a lenda que há sob a ilha uma grande serpente adormecida. Sua cabeça fica na Fonte do Ribeirão, a cauda está sob a Igreja de São Pantaleão, e a barriga sobre a Igreja do Carmo. Ela dorme enrolada e cresce. Mas quando finalmente sua cauda atingir a boca e ela mordê-la, acordará; e isso, destruirá completamente a ilha, que afundará e todos morrerão, não sobrando nada para contar a história.

 

Fonte do Ribeirão.

O Padre Antônio Vieira, que esteve no Maranhão em 1654, mencionou a serpente, que já era temida pelo povo. Quando o governador do Estado, Fernando António Soares de Noronha, resolveu construir a Fonte do Ribeirão, em 1796, a ideia era apenas levar água potável para a cidade e melhorar o saneamento de São Luís. Só que a fonte e suas galerias acabaram virando a casa da serpente. Na cabeça das pessoas ou no subterrâneo da cidade. No fundo tanto faz. A lenda serve para explicar as galerias subterrâneas existentes na Fonte do Ribeirão, que no passado teriam função estratégica de permitir fuga em caso de ataques de invasores estrangeiros ou revoltas populares. Serviriam também aos padres, para se locomover entre as Igrejas ou ainda para o transporte de mercadorias contrabandeadas.Eu já briguei muito quando via aquela fonte toda ‘escangalhada’. E quando o Netuno caiu lá de cima? O IPHAN levou para restauração e demorou a voltar. Uma vez reinauguraram a fonte com banda e tudo. Mas e o Netuno, símbolo máximo da fonte? Aí me fiz de netuno (foto) e fiquei lá no lugar dele. Na reinauguração gritei cadê o netuno? Vixi, foi um babado, pense? Não queira nem pensar. O netuno voltou para o lugar, na Fonte do Ribeirão, depois que fizeram uma cópia. A escultura verdadeira ficou na escadaria na entrada do IPHAN.

 

 

Rua Grande tomada.

NÃO HÁ LIBERDADE DE IR E VIR NA RUA GRANDE

Tinham combinado que os ambulantes ficariam nas transversais da rua Grande - a rua principal do comércio de São Luís. A reforma dessa artéria, levou um bom tempo. Ficou um lugar agradável, onde se podia respirar liberdade de ir e vir e os ambulantes ficariam devidamente acomodados nas artérias que levam à rua Grande. Tudo bonitinho. Mas, bastou que a prefeitura inaugurasse a nova rua do comércio para que eles voltassem. Os bancos, para o descanso, foram todos imediatamente usados como banca para produtos. Toda a área reformada foi tomada. E ninguém lembrou o acordo que legaliza a comercialização dos produtos dos ambulantes, nas ruas transversais, tão importantes quanto a rua central. Basta que vocês olhem essa foto (de Carlos Maranhão) para ver como está a atual situação no local. Espero que alguém tome uma providência. Claro que a gente não quer expulsão de ninguém. Todos precisam do sustento diário. Mas que cumpram o acordo previamente feito para que o comércio informal permaneça nas ruas transversais e as pessoas possam circular de forma livre para suas compras.

O que realmente me passa a ideia é que parece mesmo que a prefeitura não está mais ligando para nada na cidade. O IPHAN entregou a obra da Rua Grande para ela, que é seu dever de dar manutenção e segurança. O nome da Prefeitura aparece na placa da obra para cumprir o acordo. Os ambulantes já voltaram, nada contra eles, repito, mas foi acordado por lei que ficariam nas ruas transversais e como a Prefeitura e a Blitz Urbana não cumprem a fiscalização, quase todos  já voltaram. Cadê a prefeitura? Vou cobrar, sempre!

 

'GUARNICÊ' é o terceiro mais antigo festival de cinema e vídeo do Brasil

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com a Academia Internacional de Cinema (AIC) e o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), por meio da Escola de Cinema do Maranhão, abriu inscrições para 120 vagas em seis oficinas que acontecerão durante o 43° Festival Guarnicê de Cinema. Cada oficina terá 20 participantes e carga horária de 30 horas. 

Ministradas por especialistas mulheres, as oficinas realizadas pela AIC são: ‘Roteiro para cinema’, com Renata Mizrahi; ‘Direção cinematográfica’, por Jô Serfaty; ‘Produção audiovisual’, com Juliana Salazar; ‘Montagem’, com Marília Moraes, e ‘Som para cinema’, por Fabiana Quintana. O IEMA/Escola de Cinema realizará ‘Do teste ao set: o trabalho e a criação do ator no cinema’, com Áurea Maranhão.

As oficinas acontecerão de 13 a 21 de outubro/20. As inscrições poderão ser feitas pelo site guarnice.ufma.br, de 28 de setembro (00h01) a 30 de setembro (23h59). O Guarnicê acontecerá em formato híbrido, de 14 a 21 de outubro/20, com solenidades de abertura e encerramento em formato cine drive-in na concha acústica da Cidade Universitária Dom José Delgado, no Bacanga, em São Luís/MA.

A abertura será transmitida também pela TV UFMA, canal 16.1. As ações virtuais serão formadas por mostras competitivas nacional e maranhense, com exibição, exclusiva, na plataforma de streaming do festival, desenvolvida pela UFMA. Haverá ainda oficinas, masterclass e webinários, que serão transmitidos no canal do festival no YouTube e redes sociais da UFMA.

Mais informações: https://portalpadrao.ufma.br/guarnice/filmes/competitivas-ma/curtas

 

 

Minha mãe.

 

Saudades do marido.

18 DE OUTUBRO

Hoje é o seu aniversário do meu pai amado. Eu só queria voltar no tempo, para quando eu era criança e correr para os braços dele, quando eu tinha medo. Lembro sempre: a vida nem sempre é justa pai. Se fosse, estaria celebrando essa data com o senhor. Onde estiver nunca esqueça. Eu te amo muito. Parabéns por tudo o que você foi e continua sendo para todos nós.

 

 

 

 

A INTELECTUALIDADE DO MARANHÃO: VULTOS DA HISTÓRIA

A cidade de São Luís possui inúmeros escritores e poetas que contribuíram e contribuem nacionalmente para a literatura do Brasil, se destacando nesse cenário durante vários anos e, assim, conquistando o título de 'Atenas Brasileira'.           

São Luís é patrimônio da humanidade, do Brasil e do povo do Maranhão. Posso citar alguns. Fico com medo de esquecer algum e pegar um cascudo das 'piquenas'. Vou arriscar. Mas se você achar que esqueci alguém acrescenta "hein- hein? Então vamos: Gonçalves Dias, Arthur Azevedo, Bandeira Tribuzzi, Sousandrade, Graça Aranha, Aluizio Azevedo,  Josué Montelo, Ferreira Gullar, Nauro Machado, Maria Firmina dos Reis, Catulo da Paixão Cearense, Coelho Neto, Dunshee de Abranches, Humberto de Campos, José Sarney, Lucy Teixeira, Maranhão Sobrinho, Odorico Mendes, Raimundo Correa, Salgado  Maranhão, Sotero dos Reis, Teófilo Dias, Daniel Blume, Dilercy Adler, Teixeira Mendes, Ribamar Bogea, Nascimento de Moraes, Gomes de Souza entre outros.                                              

Apelidos da nossa querida São Luís: "Jamaica Brasileira”, “Ilha do Amor", "Atenas Brasileira", "Cidade dos Azulejos", "Capital Brasileira do Reggae", "Ilha Magnética", "Capital da França Equinocial", "Ilha Bela", “Ilha Rebelde", "Ilha do Bumba Meu Boi".

Agora, minha homenagem a José Chagas, meu patrono na Academia Poética Brasileira.

Siga o Link: https://www.youtube.com/watch?v=92SIZbQ1Yqw&t=24s

ou Clik na foto.

 

Uimar Junior declama José Chagas.

 

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