O amor pela tradição das quadrilhas juninas ficou evidente na noite desta quinta-feira, 19, durante o terceiro dia da etapa classificatória do Concurso Arranca Unha. Mais uma vez, o público lotou o Centro de Criatividade para acompanhar de perto as apresentações e torcer pelos grupos que disputaram três vagas na semifinal: Asa Branca, Rosa Dourada, Balança Mais Não Cai, Encanto do Matuto, Pisa na Brasa e Raio da Silibrina. O evento é realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap).
Ao final da noite, após muita emoção e entusiasmo dos grupos e do público, foram classificados para a etapa semifinal os grupos: Raio da Silibrina, em primeiro lugar; Encanto do Matuto, em segundo; e Asa Branca, em terceiro. Foram eliminados da disputa os grupos Pisa na Brasa, Rosa Dourada e Balança Mais Não Cai.
Quem acompanhou a disputa que fomenta a tradição, foi só elogios, como a ex-quadrilheira e moradora da Rua Maruim, bem próxima do Centro de Criatividade, Vanessa França, que assistiu às apresentações acompanhada pelos filhos e pela sobrinha. “Cresci imersa nessa cultura. Já dancei quadrilha há alguns anos, assim como meu irmão mais novo. Só quem já dançou sabe o quanto é bom. Todos os grupos arrasaram, cada um do seu jeito. Adoro estar aqui e minha filha mais ainda porque ela quer pular, dançar, acompanhar tudo”, contou.
Quem também não perde uma noite é Ingrid Michele, moradora do bairro Santos Dumont e apaixonada por quadrilha desde criança. “Aqui tem espaço tanto para quadrilhas que valorizam o xaxado, o arrastapé, como para aquelas que fazem um grande espetáculo, com muita produção e efeitos visuais. Chegou junho, mês do meu aniversário, não posso deixar de ver quadrilhas. Essa é uma tradição que precisa e deve ser mantida, apoiada e valorizada sempre”, destacou.
A magia das quadrilhas encanta, também, os pequenos, como a estudante Pérola Yasmim, de 7 anos, que acompanhou tudo da plateia ao lado dos pais, que atuam como intérpretes de Libras no evento. “Achei essa uma noite incrível, está acontecendo uma grande festa com apresentações maravilhosas. Espero que o concurso continue sempre assim, maravilhoso”, relatou.
O amor pela tradição também passou de mãe para filha na família de Wictória Regina, de 24 anos, moradora do bairro Siqueira Campos. “Acompanho quadrilhas desde os meus 15 anos. Minha mãe é quadrilheira, então eu sempre pedia para ir junto e, desde então, não parei mais. Sou completamente apaixonada e agora acompanho ainda mais de perto”, afirmou.
Etapa classificatória
A etapa classificatória se encerra nesta sexta-feira, 20 de junho, com mais uma noite de disputa entre seis quadrilhas: Meu Xodó, Forró do Milho, Festa na Roça, Amor Caipira, Meu Xamego e Unidos em Asa Branca. Elas disputam três vagas na semifinal, que acontecerá nos dias 21 e 22 de junho, e que definirá os grupos que chegam à grande final, marcada para segunda-feira, 23 de junho.
SERGIO TAMER SÃO LUÍS, 414 ANOS: FRANCESA OU PORTUGUESA?!… – por Sergio Tamer
SÃO LUÍS-MA Professor EUGES LIMA: “8 de setembro de 1612: da posse à fundação”
São Luís MA “São Luís, São Luís”, homenagem a cidade. Por Regis Furtado.
Convidados FT “A Ilha do Amor que Nem o Tempo Envelhece”. Por José Carlos Castro Sanches
FORRÓ-RAIZ ARTUR GONZAGA: A SANFONA, O FORRÓ DE RAIZ E UMA HISTÓRIA QUE COMEÇOU ENTRE MESTRES
Dia do Soldado Rumo aos 200 Anos: PMMA celebra o Dia do Soldado e Dia dos Veteranos Mín. 15° Máx. 19°
Mín. 16° Máx. 25°
ChuvaMín. 10° Máx. 17°
Chuva
Colunista Socorro Guterres Em visita a Curitiba-PR, a acadêmica Socorro Guterres escreveu: “UM MITO LITERÁRIO”.
Joizacawpy Costa SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
Coluna de RUY PALHANO A crise na Justiça e os impactos comportamentais, institucionais e morais
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”