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MULHER BABAÇU: População aciona MP contra maltratos de animais abandonados nas ruas

O Poder Público está ausente.

08/11/2020 20h31 Atualizada há 4 semanas
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
Mulher Babaçu
Mulher Babaçu
Babaçu prevê derrota de Trump.

Em cima da hora: MULHER BABAÇU previu a derrota de Trump, nos EUA, por dois motivos, publicados no Facebook de Uimar Junior: a pandemia e o fato de Biden ter escolhido uma mulher negra e forte para ser sua vice. Ruiu o Castelo Trump.

 

COLUNA DA MULHER BABAÇU: População aciona MP contra maltrados de animais abandonados nas ruas de São Luís. O Poder Público está ausente.

Ação foi proposta contra o Município de São Luís e o Estado do Maranhão

Em Ação Civil Pública ajuizada, em 26 de outubro, o Ministério Público do Maranhão requereu que a Justiça obrigue o Município de São Luís e o Estado do Maranhão a providenciarem o resgate, cuidados, cadastro, acompanhamento e identificação, além da busca de abrigo e de adoção, para animais de pequeno porte, em especial gatos e cães, que se encontram em estado de abandono. A manifestação foi assinada conjuntamente pelos promotores de justiça Luís Fernando Cabral Barreto Júnior (1ª Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, Urbanismo e Patrimônio Cultural de São Luís) e Cláudio Rebêlo Correia Alencar (2ª Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, Urbanismo e Patrimônio Cultural de São Luís).

O planejamento do trabalho deve ser elaborado e executado sob o acompanhamento de veterinários.

Em caso de descumprimento, foi previsto pagamento de multa diária, com valor a ser estabelecido pela Justiça, conforme parâmetros da legislação referente ao meio ambiente.

Foi solicitada também a condenação do Município de São Luís e do Estado do Maranhão ao pagamento de R$ 1 milhão, por danos morais coletivos, devido à consternação, vexame e constrangimento públicos causados à sociedade, ao longo do tempo, decorrentes do abandono de cães e gatos em vias públicas na capital maranhense. A quantia deve ser encaminhada ao Fundo Estadual de Proteção aos Direitos Difusos.

Jumento atropelado, deixado na rua.

ABANDONO

Na ação, foi destacado que, de forma corriqueira, as Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente, Urbanismo e Patrimônio Cultural de São Luís recebem informações sobre animais de pequeno porte em estado de abandono, em condições insalubres, sem oferta de água, alimentação e assistência veterinária. Em razão desse fator, vários procedimentos já foram adotados pelo MPMA, ao longo dos anos, sobre o assunto, entre inquéritos, Ações Civis e Ações Penais.

Foi levantada também a problemática dos inúmeros casos de animais em estado de abandono noticiados na imprensa e nas redes sociais e as ações de voluntários e de organizações não governamentais (ONGs) voltadas à temática.

O MPMA igualmente enfatizou que a Prefeitura de São Luís não possui um local para acolher animais abandonados ou maltratados, informação confirmada pela Unidade de Vigilância em Zoonoses, órgão atrelado à Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

Além disso, o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e a Comissão de Defesa e Proteção Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informaram que não existem cadastros de entidades públicas ou privadas que realizam o resgate e a guarda temporária de animais vítimas de maus-tratos e abandonos.

Conforme representação do CRMV, destacada na ação, esses espaços de acolhimento de animais, não são fiscalizados nem controlados pelo Poder Público, sendo irregulares e coordenados por pessoas que se autodenominam protetores de animais.

Por isso, muitas vezes cães e gatos são submetidos a procedimentos cirúrgicos, como castração, em ambientes não habilitados, que podem comprometer o bem-estar animal, ocasionando internações e óbitos.

“Nesse contexto, urgente e alarmante, a sociedade civil, utilizando-se de recursos próprios, mobiliza-se para amenizar a problemática, cuja obrigação é do Poder Público”, destacaram, no documento, os promotores de justiça.

Na manifestação, foi enfatizado ainda que a guarda de animais abandonados é competência do Município, como forma de prevenir a propagação de zoonoses e outros malefícios à saúde pública.

“A proteção ambiental visa à preservação da natureza em todos os elementos essenciais à vida humana e à manutenção do equilíbrio ecológico, de modo a assegurar a sobrevivência das gerações presentes e futuras em condições satisfatórias”, enfatizaram os membros do Ministério Público. (Informação: MPMA).

Agora, então, tenho que perguntar, com toda a vênia possível:

Antes, parabenizo o MP pela ação social pública para com os  animais. Porém, gostaria de salientar os seguintes itens:

 1 - Para onde vão levar os animais abondonados se desde a gestão atual, o sistema da Carrocinha que pegava os animais nas ruas foi desativado?                   

2 . Não existe mais local para acolher animais abondonados ou maltratados (ZOONOSE).         

3. Se um animal de rua é atropelado ou maltratado e alguém se compadece dele, tem que levar numa clínica veterinária particular ou  no serviço veterinário da UEMA. Mesmo com preço inferior o cidadão co0mpadecido é quem paga.                           

4. Aconteceu comigo. Outro dia tive que chamar os bombeiros para virem buscar um cachorro abondonado na minha porta e eu estava cuidando. mas ele mordia a gente. eu tive que ficar com ele.

5 - Então, quem vai pagar minhas despesas que eu tive com todos esses cachorros abondonados.

6 - Outro dia, um jumento foi atropelado aqui na avenida dos Franceses e caiu aqui no Conjunto Radional. Quebrou as duas patas. A comunidade e eu tentamos de todo jeito chamar um socorro. Até para as tais das ONGS ligamos. Apareceu uma dizendo que o veterinário ia atender. Mas para isso, precisaria pagar a consulta e deslocamento. A comunidade se sensibilizou fizemos uma cota R$ 250 reais. O diagnóstico foi sacrificar o jumento pois com as duas patas quebradas ele não ia mais andar. Nao concordamos com o diagnóstico. O dono abandonou o animal por estar velho e não servir mais para o trabalho. No fim, essas ONGS são tudo balela. Só alardeiam, mas não trabalham por amor. Essa é a pura realidade, senhores promotores. 

Fachada do Palácio das Almas.

PALÁCIO DAS LÁGRIMAS

Um crime por vingança e outro por intriga sórdida e ambos culminando com mortes e injustiças. Assim é a história/lenda do Palácio das Lágrimas, nome dado a um sobrado de três andares que existiu na Rua da Paz, na esquina da Rua de São João, em frente à igreja do santo, no Centro de São Luís.                                              Este prédio de histórias trágicas foi demolido no final do século 19, dando lugar a um prédio para abrigar um instituto de ensino superior, o que nunca aconteceu porque o seu idealizador morreu antes de ver o sonho realizado. Outra versão é a de que o prédio era para abrigar a Escola Modelo Benedito Leite, que ali funcionou por algum tempo e depois foi para um prédio maior, na Praça de Santa Antônio, onde até hoje funciona. Ali passou a funcionar a Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade Federal do Maranhão. Hoje, está em reforma.                                         

PALACIO DAS LÁGRIMA - II

Alguns historiadores  dissem que são muitas lendas em torno do prédio que recebeu o nome de Palácio das Lágrimas e permaneceu em ruínas por muitos anos, até sua demolição. Aquele prédio, conforme consta no imaginário popular, tinha uma maldição que dizia que, qualquer pessoa que tentasse concluir sua construção, teria morte certa.

Então, o prédio não teria passado de paredes, sem coberta. Assim consta no livro O Cativeiro, de Dunshee de Abranches. Em sua narrativa, conta que um escravo conseguiu escapar de seus algozes e se escondeu nas ruínas do Palácio das Lágrimas, e ali permaneceu por três dias, pois os policiais do Posto de São João, que ficava próximo, não imaginaram que ele poderia ter se acoitado naquele lugar, cujo interior havia sido tomado pelos carrapateiros e as urtigas-de-rato, vegetal que tem as folhas cheias de finos espinhos que por conter ácido fólico, causam coceiras terríveis e até chagas nos corpos. O negro fugitivo era irmão de uma negra identificada como Apaga Fogo e foi retirado dali, alta madrugada, por um catraeiro conhecido como Caroba e levado para uma embarcação que o levou para o Ceará, primeiro estado abolicionista no Brasil. Segundo Dunshee de Abranches : “Sobre essas sombrias ruínas, criaram-se lendas e inventaram-se tragédias. A crendice popular afirmava que, quem ousasse comprá-lo e reconstruí-lo, teria morte súbita. E, por coincidência, o chefe político que um dia resolveu adquiri-lo para edificar um instituto de ensino, não chegou a ver sua obra concluída e sucumbiu em pleno vigor da vida. Uma foto do velho prédio o mostra totalmente edificado e nas narrativas de outros autores consta que o referido era habitado.

PALÁCIO DAS LÁGRIMAS III

Mário Meireles, no seu livro São Luís-Cidade dos Azulejos, consta que a denominação Palácio das Lágrimas foi porque ali morava um homem de boas posses, e que mantinha no terceiro andar daquele prédio um harém formado por suas jovens escravas e, entre elas, uma se sobressaia pela beleza escultural do seu corpo e de face com traços finos e delicados, por quem um jovem escravo se apaixonara.

Este não foi correspondido, visto que a escrava preferiu ficar gozando das benesses que lhe eram dadas pelo seu dono e senhor. Por isso, o negro, que estava apaixonado, tramou um crime terrível e envenenou os dois filhos do senhor e escondeu o vidro com restos do veneno nos pertences da bela escrava, que assim foi acusada do duplo homicídio e condenada à morte por enforcamento, embora clamasse por clemência, negando a autoria dos crimes.

Esta jovem, quando saia do prédio para ser levada à forca montada na esquina da Rua da Paz com Rua da Mangueira, chorava copiosamente que seu pranto molhou os degraus da escada do sobrado. Conta a lenda que desde então, todas as manhãs os degraus amanheciam molhados e no imaginário popular, eram as lágrimas da escrava injustiçada.  

 

PALÁCIO DAS LÁGRIMAS IV: Inveja e vingança

O escritor Jomar Moraes, no seu livro Guia de São Luís do Maranhão, narra que na Rua de São João, na esquina com a Rua da Paz, havia um vasto sobrado com três pavimentos e que, durante muitos anos, permaneceu em ruínas e que correm, ligadas a este imóvel, diversas lendas. A principal fala de dois irmãos portugueses que resolveram “fazer a América”, e vieram ter ao Maranhão.

Um deles, Jerônimo de Pádua, comerciante e cujas atividades também compreendiam as de traficante de escravos, enriqueceu bastante, enquanto o outro jamais conseguiu sair da pobreza. Cheio de inveja do rico, o irmão pobre concebeu o plano macabro de assassiná-lo, com a finalidade de herdar-lhe a grande fortuna, pois o irmão rico não tinha herdeiros legítimos, vivendo amasiado com uma preta sua escrava, com quem teve vários filhos. Praticado o nefando o crime, e na posse dos imensos bens herdados de sua vítima, o fratricida passou a tratar os escravos com crueldade, notadamente a amásia e os filhos do seu irmão assassinado.

Informado, certo dia, acerca do quem fora o verdadeiro assassino do seu progenitor, um dos filhos lançou-se, indignado, contra o tio e, de uma das janelas, arremessou-o violentamente à rua, provocando-lhe a morte súbita.

Descoberto o criminoso, e por ser escravo, foi ele condenado à morte na forca, que foi levantada em frente ao sobrado. Ao subir ao cadafalso, o condenado proferiu, como últimas palavras esta frase:

Palácio que viste as lágrimas derramadas por minha mãe e meus irmãos! Daqui por diante, serás conhecido como Palácio das Lágrimas. Assim o sobrado passou a ser chamado. Nos últimos anos do século XVIV, o poeta Sousândrade, empenhado na criação de sua sonhada e frustrada Universidade Atlântica(que depois rebatizou de Universidade Nova Atenas), pretendeu instalá-la no Palácio das Lagrimas. Após os trabalhos de restauração e adaptação, o poeta morreu sem realizar o seu sonho. Joaquim Manuel de Sousa Andrade , o Souzândrade, morreu na extrema miséria e considerado louco.

Pesquisa: Vários livros autores maranhenses e matéria do jornal O Imparcial, assinada por Douglas Cunha.

Mulher Babaçu:  Eita pequeno que eu toda vez que vou na Igreja São João me benzo para a igreja e depois viro e me benzo para o prédio. Mas nem passo pela calçada. Morro de medo.  Me disseram que durante a última reforma de lá, os pedreiros olhavam coisas e muitos até adoecerem. Eu heim? Não tô louca. Em nome do pai do filho e do Espírito Santo. Amém!

 

Mulher Babaçu arrasa.

Ana Jansen, a Rainha do Maranhão

Adoroooooo. Eita mulher porreta que mandou no Maranhão, deitou e rolou em um periodo que mulher não mandava. Imagina o que não passou. Próximo domingo vou contar tudinho da história dela . Eita mulher porreta. Donana, a Rainha do Maranhão. Deixou até para mim de herança uma linda carruagem. Vocês vão ficar grudadão nessa mulher que desafiou toda uma poítica machista da época. No folclore de São Luís, existe até uma lenda sobre a carruagem de Ana Jansen. Diz que por maltratar seus escravos, Ana Jansen teria sido condenada a vagar perpetuamente pelas ruas da cidade numa carruagem assombrada. O coche maldito partiria do cemitério do Gavião, em noites de quinta para sexta-feira. O importante agora é que eu estou arrazando nessa foto. Gostaram, então comenta aí.

Túmulo de Saturnino Belo.

CEMITÉRIO DO GAVIÃO PEDE SOCORRO

A administração do tradicional Cemitério do Gavião está promovendo o maior bota-abaixo de túmulos antigos e tradicionais. Foi feita denúncia aqui na coluna domingo passado, mas a situação continua a mesma. O tradicional túmulo de Alexandre Collares Moreira, homem público, respeitado e ex-vice-governador do Maranhão, acabou sendo destruído mesmo. Acontece que só depois das eleições terá uma segunda audiência. Infelizmente esta é a dura e vergonhosa realidade.

Vale ressaltar, amigos, que é no Cemitério do Gavião que se encontram várias obras de arte, de grandes artistas nacionais, como é o caso da foto que mostra o túmulo de Saturnino Belo, o político que marcou época, como divisor de águas. Foi justamente depois dele que o Maranhão tomou um rumo diferenciado na política. Por isso, devemos lutar com todas as forças para tentar coibir esse bota-abaixo.  

JUÇARA OU AÇAÍ

Eu falei para vocês que ia pesquisar direitinho esse negócio de Juçara e Açaí, se era a mesma fruta e para mim sempre foi a mesma coisa. Só muda a nomeclatura em função de cada região. Eu pesquisei tanto, pequeno, que já estava desistindo. Até achei mas não me convencia. Aí lembrei do meu  grande amigo Rafael Maramazon ou melhor dizendo Rafael  dos Santos Marques, que é um dos grandes pesquisadores da nossa Fauna e Flora brasileira. Vamos lá:                              

Pé de Juçara. Bairro Maracanã. Grande Ilha.

A JUÇARA DO MARANHÃO É O AÇAÍ

A grande confusão em relação a esses dois termos radical justamente porque na Mata Atlântica, a espécie "Euterpe edulis", que ocorre naturalmente nesse bioma, é conhecida por juçara. Cá entre nós maranhenses, não se sabe exatamente o porquê de chamarmos a espécie "Euterpe oleracea" de juçara, mas é exatamente essa a espécie dominante do açaí em nosso território. Existem mais de 15 espécies de açaí que ocorrem naturalmente no bioma Amazônia e outros ecossistemas neotropicais. As espécies mais conhecidas e mais exploradas economicamente são principalmente "Euterpe oleracea" e "Euterpe precatoria", com destaque para a primeira. No Maranhão não ocorre o bioma Mata Atlântica e a Amazônia inicia no nosso território. Portanto, nada mais natural que a nossa juçara seja o mesmo açaí "Euterpe oleracea", espécie que forma touceiras.

MAIS JUÇARA

A "Euterpe oleracea" é uma espécie nativa e abundante nas várzeas do Baixo Amazonas (Golfão Marajoara) e nas várzeas de todo litoral amazônico brasileiro que vai do Maranhão ao Amapá, mas também alcança as Guianas, Venezuela e até ecossistemas extra-amazônicos como as florestas do litoral pacífico da Colômbia. Já a espécie "Euterpe precatoria" é uma outra espécie de açaí mais típica das florestas de terra firme, do interior da Amazônia (por exemplo, no estado do Amazonas, é a espécie dominante) e com as características de apenas "uma estirpe" e de não formar touceiras, a exemplo da palmeira juçara da Mata Atlântica.

A espécie "Euterpe edulis", por ser da mesma família, também é considerada por alguns botânicos como sendo "açaí". Tanto que, por ser uma palmeira criticamente ameaçada por conta da extração indiscriminada do palmito, existem hoje vários projetos e cultivos dessa palmeira, visando o beneficiamento do seu fruto e a sustentabilidade do seu uso, a exemplo do açaí. Dizem alguns que o sabor é até parecido (eu mesmo nunca provei). Na nossa cultura, realmente não podemos dizer mesmo que a juçara "Euterpe edulis" seja mesmo o nosso açaí/juçara "Euterpe oleracea". Tanto que, para nós, "juçara" é o fruto e a "juçareira" a palmeira. No sul e sudeste, juçara designa a palmeira e o palmito; para o fruto ainda não há um nome especifico, mas já ouvi algo como "juçaí", em Ubatuba (São Paulo) ou, ainda, açaí da palmeira juçara ou açaí da Mata Atlântica...

Jussara, camarão seco e farinha.

PARAENSE VEM PRA CÁ COMER DE NOSSA JUÇARA E....

Os paraenses quando vêm a São Luís adoram dizer que a juçara não é o mesmo açaí. Isso se explica em parte pelo desconhecimento, pelo bairrismo dos nossos vizinhos e também pelas diferenças de sabor que por vezes sentimos ao provar os dois por conta das diferenças nos modos do preparo (é de praxe colocarem mais água no preparo da juçara) e também pelas diferenças de solo e de clima que podem interferir no desenvolvimento da palmeira e do fruto. (O fruto açaí de São Luís - A nossa juçara- tende a ter menos polpa do que o de Belém por exemplo). Esse desconhecimento também é partilhado por muitos maranhenses, mas é um fato científico: a nossa juçara é o mesmo açaí do Pará e é uma espécie tão típica e tão representativa do nosso povo e de nossa cultura, como lá. O que muda, mesmo, é apenas o nome! Bom, mas ainda vou achar a origem da palavra Juçara. Como já achei a origem da palavra 'Xiri' e 'Qualhira'. Marrapá. Morreu Fofão.

 

Busto no seu lugar original.

O BUSTO DO GRANDE OTHELINO

A prefeitura de São Luís reinaugurou com pompas, em 2017, o busto de Othelino Nova Alves, na mesma travessa onde ele foi brutalmente assassinado em setembro de 1967, ou seja, na Rua de Nazaré. Porém, com a reforma nas cercanias e na própria travessa, o busto foi novamente retirado. Eu quero saber: o busto vai voltar? quando? Ou escolheram outro lugar para colocá-lo? Alguém sabe a resposta???

 

Uimar e autoridades

DIA DO ESCRIVÃO

Veja vídeo especial em comemoração ao Dia do Escrivão. O performista Uimar Junior foi convidado a encarnar o primeiro escrivão da história brasileira: Pero Vaz de Caminha. Na foto, o performista Uimar Junior recita a Carta de Pero Vaz, vestido como tal, diante de autoridades públicas da segurança maranhense. Agora, amos ver o vídeo:

Vídeo: https://youtu.be/rDmSXP31ONg

 

Maria José é uma poetisa incrível.

HOMENAGEM POÉTICA

Hoje, trazemos a poetisa e imortal da Academia Poética Brasileira, Maria José da Silva, Vice-Presidente Regional da APB/RIO:

Luar do Meu Sertão 

(*) Maria José da Silva, membro da APB

Como...sinto falta!

Do luar do meu Sertão.

Seu clarão iluminava

Como magia, nosso chão. 

Na soleira, da minha porta

Eu podia, contemplar 

Toda aquela beleza!

Criação da Natureza.

Os Vagalumes, brilhavam

Em meio, aquele clarão 

Era...tudo tão magnífico!

Que tocava o coração.

Hoje...vivo tão distante

Das noites de luar

O Sertão, ficou tão longe...

Não seu...se ainda vou voltar. 

Se algum dia, eu voltar

Visitar o meu Sertão...

Que seja noite de luar

Clareando todo o chão. 

Vou, matar minha saudade

Rever, os meus amigos.

Numa...noite de luar

E as lembranças guardar.

 

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