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A Mulher Babaçu quer saber: onde estão os restos mortais de Ana Jansen e outras figuras ilustres?

Coluna de entretenimento

22/11/2020 16h09 Atualizada há 1 semana
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
Capa.
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PARA ONDE LEVARAM OS RESTOS MORTAIS DE ALGUNS PODEROSOS DO MARANHÃO E DO TRAIDOR DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA, ENTERRADO EM ALGUM LUGAR DE SÃO LUÍS???

Segundo o turismólogo e pesquisador  Antonio Noberto, antes de haver cemitério , os mortos eram enterrados nas igrejas . " O pensamento na época era de que , quanto mais perto do altar , mais próximo de Deus. Estes locais eram ocupados pela nobreza e pelo clero. Somente na área externa etam permitidos os sepultamentos de camponeses e da baixa burguesia. Como já não havia mais espaço , e por uma questão de higiene , surgiram os cemitérios", explica . No interior da Igreja da Sé , por exemplo descasam os corpos de bispos, sacerdotes e padres que trabalharam na igreja. Estão sepultados no local o primeiro prelado de São Luís. Éguas doido, já começo a ficar com medo quando se fala de cemitério. Mas, 'hen- hein': o bispo D.Gregório dos Anjos, e o bispo D. Francisco de Paula e Silva estão enterrados na Igreja.                                          Já os restos mortais do coronel de milícias Joaqui Silvério dos Reis Montenegro, conhecido como o delator da inconfidência Mineira, foi enterrado em S. Luís e na igreja de São Antônio, em 1819. 

Será que essa informação é falsa?

No entanto , os restos do traidor foram trasladados para o cemitério do Gavião, 1958.  Figuras ilustres foram sepultadas também em outros pontos da cidade. Os restos mortais da "Rainha do Maranhão", Ana Jansen, que inicialmente foi enterrada no cemitério dos Passos - onde hoje é o estádio 'Nhozinho Santos' , deduz-se (não se tem certeza até hoje), ter sido levada para a Igreja de Santo Antônio. (Veja na foto a lápide). Em 1966, o corpo de Apolônia Pinto , considerada a maior atriz brasileira do século XIX , foi trazida do Rio de Janeiro para São Luís e depositado no Camarim n* 1 do Teatro Artur Azevedo, onde existe um busto da atriz e uma urna contendo seus ossos.  AGORA ME PERGUNTE ONDE O TRAIDOR DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA FOI PARAR NO MARANHÃO? Aí só na próxima coluna tá! Porque estou toda "escangalhada " acabei de chegar da minha musculacåo. Morreu fofão.

 

Gonçalves Dias.

Nasceu na cidade de Caxias, no Maranhão, o homem que inspirou o Hino Nacional Brasileiro.

A Canção do Exílio foi amplamente recriada e parodiada. As palmeiras, o sabiá, as nossas estrelas, os nossos bosques, cantados pelo poema, ganharam um valor simbólico que, sem nenhuma dúvida, caiu no gosto popular brasileiro. Dois versos da Canção do Exílio estão citados no Hino Nacional Brasileiro.

No poema:

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

(Gonçalves Dias)

 

Observe que no Hino, os versos:

Do que a terra mais garrida

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores:

“Nossos bosques têm mais vida”

“Nossa vida”, no teu seio, “mais amores.”

(Letra do Hino Nacional Brasileiro, de Joaquim Osório Duque Estrada)

Esses, remetem, de modo flagrante, ao poema de Gonçalves Dias.

Os versos (Nossos bosques têm mais vida,/Nossa vida mais amores) pertencem à “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias e os encontramos, entre aspas, no Hino Nacional. O primeiro verso aparece na íntegra no Hino e o segundo, com adaptação: “nossa vida” no teu seio “mais amores”. A inclusão do poema Canção do Exílio no nosso Hino vem comprovar o quanto foi receptiva e popular a obra do poeta Gonçalves Dias. Vale lembrar que a letra do Hino Nacional (1909) foi escrita muito depois que Gonçalves Dias criou seu poema (1843). Morreu Fofão . Viva mosso Grande Gonçaves de Caxias do Maranhão.

 

CONSCIÊNCIA NEGRA

Na sexta-feira passada (20), "Dia da Consciência Negra", ocorreu o reconhecimento simbólico do espaço sagrado do Ilê Nyame (Terreiro do Egito) com instalação de placas demarcando o local de memória e suas árvores sagradas. A solenidade é resultado do trabalho articulado da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial (SEIR), da Secretaria de Estado da Cultura (Secma), da Prefeitura de São Luís e das casas descendentes do Terreiro, a Casa Fanti Ashanti e de Iemanjá. O evento ocorreu no Cajueiro, às 9h. Considerado Patrimônio Cultural e Imaterial do Maranhão pelo governador Flávio Dino em 2019, o Ilê Nyame foi fundado em 12 de dezembro de 1864 pela Hunsidahou Massinokou Alapong (Basilia Sofia), natural do Cumassi, antiga Costa do Ouro e atual República de Gana. O território tem uma grande relevância cultural e religiosa de práticas e expressões transmitidas através de gerações. Do Terreiro do Egito, surgiram outros terreiros, entre eles, o Terreiro de Iemanjá e a Casa Fanti-Ashanti. O secretário de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Francisco Gonçalves, destacou que o Governo do Maranhão celebra o dia 20 de novembro com ações de defesa da memória do povo negro do estado e reconhecendo as mãos que construíram e constroem a história e a identidade deste país.

“Reconhecer e demarcar o Terreiro do Egito é celebrar as tradições das religiões de matriz africana e fazemos isso com protagonismo das lideranças religiosas, que delimitaram a preservação de cada árvore sagrada do território e festeja o lugar de origem e referência dos seus ancestrais”, explicou o secretário Francisco Gonçalves. O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o território nacional. A data faz referência ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo de Palmares, que lutou para preservar o modo de vida dos africanos escravizados que conseguiam fugir da escravidão. Representa o reconhecimento dos descendentes africanos na constituição e na construção da sociedade brasileira.

Original de: https://www.ma.gov.br/agenciadenoticias/?p=289858

 

 

Sanches.

“ORDEM E PROGRESSO” -- UM LEMA MARANHENSE/CAXIENSE?

Original de Edmilson Sanches

(Leia a íntegra em: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=713355796230596&id=100026685464333)

Quem é o autor da frase que está na Bandeira Nacional do Brasil? Dois nomes logo são lembrados na resposta: o primeiro é o de Raimundo Teixeira Mendes, escritor, filósofo, maranhense de Caxias, que, em novembro de 1889, repassou para os governantes da época o modelo da bandeira brasileira, prontamente adotado e elogiado (claro, registraram-se algumas insatisfações).

Símbolo Nacional.

O segundo nome vinculado ao lema “Ordem e Progresso” é o do francês Auguste Comte, escritor e filósofo, que queria uma “religião da Humanidade”, criou o Positivismo -- filosófico-religioso ou religioso-filosófico -- e, em seus textos sobre a causa, cunhou a frase: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim." Em francês: “L'Amour pour principe, et l'Ordre pour base; le Progrès pour but.” É patente que o caxiense Teixeira Mendes, à época morando no Rio de Janeiro (RJ), inspirou-se na frase do francês Comte quando pensou no dístico que integraria a Bandeira brasileira, que ele, Teixeira Mendes, criou -- e que substituiu a “cópia servil” da bandeira americana então adotada (por quatro dias) como bandeira da novel República sul-americana, em 1889.

 

Capa.

VOCÊ REALEMTE SABE QUAL A BASE DO ROMANCE "OS TAMBORES DE SÃO LUÍS", DE JOSUÉ MONTELLO?

Os tambores de São Luís é a obra-prima romanesca de Josué Montello. É a crônica de uma época, sem deixar de ser obra de ficção; é um relato de ordem histórica, onde também avultam os sobradões de azulejos, os portais de pedra, os mirantes, os balcões sobre a calçada de cantaria, as sacadas de ferro, o velho casario, as ruas, as praças, os becos da cidade. A obra cuja narrativa em terceira pessoa transcorre durante uma noite e algumas horas da manhã seguinte, conta, em tom épico, uma história de três séculos de lutas e insurreições. E embora sua ação romanesca componha uma jornada que se inicia às 22 horas de uma noite de 1915 para fechar-se às 9 horas da manhã seguinte, o relato retrocede aos vários ciclos da história maranhense, misturando presente e passado, com mais de 400 personagens, entre bispos, padres, governadores, boêmios, raparigas, estudantes, professores, oradores populares, negros de ganho, artistas, tipos de rua, tentando reconstituir toda a complexa vida de uma cidade. Publicado em 1975, este livro é um romance em duas marchas. Numa delas, a acelerada, o escritor Josué Montello tenta retratar as várias fases da História do Maranhão. Na outra marcha, a mais lenta, é que transcorre o texto em si: uma história que conta a saga do negro, desde a sua origem africana, sua viagem nos navios negreiros, até a chegada em nossa terra, e mostra também o seu martírio sob a escravidão no Brasil. Josué Montello procurou com este romance, fixar sobretudo o problema do negro, suas lutas, suas tragédias. Do negro e de sua vagarosa ascensão social.

É um romance humano, ao estilo de uma impressionante novela de mistério, que começa com um episódio imprevisto o encontro de um negro assassinado dentro de um bar, numa noite de 1915. A partir daí, a narrativa avança como um vasto mural onde Josué Montello dispõe seu glorioso bando de filhos do povo. Damião, Benigna, Barão, o Padre Tracajá, Santinha, Genoveva Pia, Mestre Ambrósio, dona Calu, dona Bembém, a Comadre Ludovina, o Maneco Ourives seres vivos da família literária de Montello, juntamente com as quatro centenas de personagens, nos quais o romancista procurou insuflar o alento da vida, como seres reais. Montello retrata ainda o cenário, o ambiente cultural, o sistema político-econômico, o dia-a-dia das fazendas, as tensões e os enfrentamentos que marcaram as relações entre senhores e escravos. O romance evoca imagens dos tempos do cativeiro reconstituídas de maneira formidável pela imaginação do romancista.

Fonte de pesquisa:https://www.passeiweb.com/estudos/livros/os_tambores_de_sao_luis/

 

LEI SEM FISCALIZAÇÃO NÃO É LEI

A Justiça Eleitoral bem que poderia proibir carreatas e passeatas adotando essa medida devido ao aumento de casos de coronavírus durante a campanha da eleição municipal. Campanha so os debates nas tvs ,  rádios e nas Redes Social. Mulher Babaçú.  Vamos amadurecer essa ideia. Aliás, basta ler o parecer técnico da Vigilância Sanitária do Estado do Maranhão publicado no 18 de setembro de 2020, feito em conjunto com o ministério público eleitoral e o TRE Maranhão, só q os dois órgãos q deveria fiscalizar e se fazer cumprir não tá nem aí para o povo, a fiscalização fica a cargo do ministério público eleitoral e o TRE Maranhão: 

"(...). PARECER TÉCNICO / EMENTA: MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA DISSEMINAÇÃO DO SARS-COV-2 (COVID-19) PARA AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2020 E ORIENTAÇÕES PARA CANDIDATOS, ELEITORES, COLABORADORES DA JUSTIÇA ELEITORAL E SOCIEDADE EM GERAL. 

 

2 DIRETRIZES GERAIS 

O presente Parecer Técnico propõe orientações exclusivamente sanitárias referentes às seguintes atividades eleitorais, em ambientes públicos ou privados, referentes às eleições municipais de 2020 que impliquem em atos presenciais e possuam risco sanitário: 

I – reuniões políticas; 

II – campanhas eleitorais, incluindo passeata, carreata e comício; 

III – propaganda eleitoral; 

IV – eventos de arrecadações facultativas de doações para pré-candidatos; 

V – transportes de passageiros para fins eleitorais, com deslocamentos de eleitores na zona urbana e zona rural. 

3 MEDIDAS DE PROTEÇÃO E CUIDADO GERAIS 

 

3.1 Na ocupação de espaços públicos e privados sugere-se observar a capacidade de lotação para reuniões, eventos e encontros de forma a garantir as orientações de distanciamento social de 1,5 metro. 

3.2 É obrigatório o uso de máscaras de proteção, descartáveis, caseiras ou reutilizáveis, conforme determinado pelo Decreto n° 35.746, de 20 de abril de 2020. 

(...)". EDMILSON SILVA DINIZ FILHO, Superintendente Estadual de Vigilância Sanitária / SES-MA. 

 

 

Vasos históricos.

A MULHER BABAÇU QUER SABER: O QUE SÃO ESSES VASOS NO CONTEXTO DAS EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS DE SÃO LUÍS?

Um tempo atras pesquisei bastante para saber o que significava ou simbolizava esses vasos na entrada do prédio colonial que fica na Praça João Lisboa bem em frente a Igreja do Carmo. Tive que perguntar para a ex-Superintendente do Iphan no Maranhão , Katia Bogea. E ela, carinhosamente me respondeu: "o sobrado foi construído no final do século XVIII no estilo tradicional português. No século XX, após a reforma da Praça João Lisboa, realizada em 1940 pelo interventor Paulo Ramos, onde todas as árvores da densa vegetação que compunha a dita praça foram retiradas, novo paisagismo foi implantado. A praça recebeu canteiros com vegetação rasteira, pequenos arbustos e flores, ao estilo dos bulevares franceses. Nessa época, o proprietário do sobrado acrescentou a pequena escada com balaústre, ladeadas por dois vasos e pequenos postes com globo de vidro de iluminação. Uma decoração neoclássica, bem ao gosto dos anos 40 do século passado, a fim de decorar e tornar a entrada da seu edifício. Não exatamente ostentação, como a Mulher Babaçu, pensou anteriormente. O termo correto para à época é “gosto refinado”. O proprietário tinha um gosto refinado e resolve colocar na frente da sua propriedade um elemento decorativo de gosto refinado.".  Só tenho a agradecer, amiga. Você sabe mesmo tudo da nossa cidade. Agradecida!

 

Beto Bittencourt.

Hoje a Homenagem Cultural vai para a Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt

Antes meu agradecimento a Joana Bittencourt essa batalhadora e incentivadora das manifestações populares, da arte da manipulação de bonecos e do estatuísmo brasileiro, do qual meu irmão Uimar Jr. é o pioneiro no Brasil.

Hoje falaremos sobre a Literatura de Cordel, apresentado pelas comunicadoras Joana e Isabel. Segundo André Gazola, “a literatura de Cordel é como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural onde, por meio da escrita, são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo pelo próprio povo. Agora será contada, em cordel, a história de São Sebastião.

Leia a íntegra em:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=713820769517432&id=100026685464333

Sociedade Artística e Cultural Beto Bittencourt. Endereço: Rua07, Quadra. H, Casa 01, Jd. Bela Vista - Cohama - São Luís/MA - Brasil. CEP: 65.073-200. Fones: (55-98) 98815-5570/99215-7465. E-mail: [email protected]br

 

Para contatos e mais informações: [email protected]    No face: www.facebook.com/uimarjunior

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