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MULHER BABAÇU: Por que o Reggae é a música da hora em São Luís e atrai tantos turistas?

Na ilha é único lugar que se dança agarradinho.

29/11/2020 às 15h44 Atualizada em 01/12/2020 às 13h24
Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
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Capa Mulher Babaçu
Capa Mulher Babaçu

 

Por que o Reggae é a música do hora em São Luís e atrai tantos turistas?

Mulher Babaçu desvenda esses segredos.

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Obs: Um agradecimento especial ao amigo de Uimar Junior, o ilustrador, artista e ativista cultural CORDEIRO FILHO que emprestou seu trabalho (dançarinos de reggae), para a feitura desta montagem desta página. Muito obrigado, Cordeiro. Um maranhense de alto valor.

 

SÃO LUÍS É A JAMAICA BRASILEIRA 

Considerado Patrimônio Imaterial da UNESCO em 2018, o reggae encontrou, bem antes disso, um segundo lugar para chamar de seu, e ela fica bem distante de sua Jamaica natal: a cidade de São Luís do Maranhão. O gênero chegou à ilha nos anos 1970 e não demorou a se tornar um fenômeno graças à forte influência que exerce na cultura local. Não à toa a cidade ganhou o título de “Jamaica Brasileira”. 

Para selar essa relação, um espaço exclusivamente voltado ao tema, o Museu do Reggae, foi inaugurado em 2018 e é o dedicado ao gênero fora da terra de Bob Marley. A instituição reúne exposições de fotos, homenagens a artistas nacionais e internacionais, discos, feiras e aulas de dança. Mas nem sempre essa relação foi assim amistosa. “O reggae gerou muito preconceito. Ele era visto como algo marginal, muito semelhante ao que ocorre com outras manifestações trazidas pelos descendentes de africanos. O ritmo era visto como um invasor da cultura, um destruidor da identidade maranhense”, explica o antropólogo e professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Carlos Benedito Rodrigues da Silva.

NAS PERIFERIAS

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Assim como na Jamaica, foi nas periferias de São Luís que o reggae fincou raízes e construiu a base necessária para se expandir. Além disso, por conta da origem ligada ao rastafári, o reggae jamaicano veio com uma forte influência espiritual, expressando nas letras alegrias e angústias do povo.

Então, não era um movimento de mídia, de rádio, eram as pessoas que tinham os discos. Como despertou o gosto da população, os donos dos clubes e de radiolas começaram a procurá-los também”, completa Carlos.

Essas radiolas (equipamentos de sons potentes similares aos ‘paredões’; o termo vem da junção rádio + vitrola) contribuíram nesse movimento de difusão do gênero e na divulgação das ‘pedras’, como são chamadas no estado as músicas que fazem mais sucesso.

 

AULAS DE DANÇA NO MUSEU

Com relação a como ele chegou ao estado há mais de uma teoria, como explica o antropólogo: “Algumas pessoas dizem que o reggae chegou com turistas ou com marinheiros que deixavam discos em casas de prostituição como pagamento pelos serviços. Outras dizem que as pessoas começaram a ouvir o ritmo sem saber direito o que era o reggae. E, em algumas regiões da Baixada Maranhense, era possível sintonizar emissoras do Caribe através das ondas curtas. Então, quando o reggae chegou oficialmente já existia uma certa familiaridade com esse ritmo”.  O apelido de Jamaica Brasileira também é cercado de hipóteses. Uma delas atribui ao cantor Jimmy Cliff a responsabilidade da alcunha, enquanto outras atribuem à DJs e até a um processo orgânico, considerando a fama que a cidade adquiriu com o tempo, se tornando uma referência nacional e internacional fora do Caribe.

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O local se tornou ponto de encontro para os entusiastas de reggae do Maranhão 

“É difícil dizer de onde veio esse título. Fato é que chamar São Luís de Jamaica Brasileira criou uma polêmica muito grande porque houve resistência em relação ao reggae. Alguns historiadores e certa parte da elite não gostaram muito. São Luís sempre foi conhecida como Atenas brasileira por conta dos poetas do século XX, então algumas pessoas achavam esse título mais importante do que ser a Jamaica brasileira, o que acabou gerando um mal-estar”. Apesar da controvérsia, o reggae se tornou um elemento importante da cultura do estado como um todo, fonte de emprego e renda, além de atrativo turístico de impacto direto e indireto na vida de milhares de pessoas. Passou de gênero musical à movimento social mobilizador e definidor da identidade maranhense, em especial, da identidade de São Luís. (Texto: Kelly Ribeiro). 

VOZ DA BABAÇU

Vem cá Kelly, eu danço uma pedrada (música de gênero reggae) é agarradinha com meu pequeno. Aqui amigos o reggae diferencialmente de outras localidades, é dançado aos pares, agarradinho. ADORO, em uma coreografia sensual que mescla movimentos característicos do merengue, bolero e forró.

Os mais apaixonados preferem ouvir o som com os ouvidos bem próximo aos paredões de radiolas, para que possam sentir a vibração das músicas. Kkkk pois é assim que eu gosto, me sentindo com meu rosto coladinho no rosto do meu pequeno. É bom demais. Outro dia ouvi o DJ Pedro Sobrinho destacar o palavreado da massa regueira como outra particularidade do ritmo na capital maranhense. É a forma carinhosa como os regueiros chamam a música: pedra”.

“As pedras vão rolar " e " Pedra de responsa" são variantes do termo.

Alguns reggaes são chamados também são denominados "melô, redução da palavra melodia. Assim sugiram o Melô de São Francisco, Melô da Poliana, Melô da Cinderela e Melô da Catiroba. "O Reggae é simples e rico. Simples porque os acordes são simples e a riqueza dele está no conjunto desses acordes e no sentimento que ele provoca nas pessoas", diz Ademar Danilo, Diretor da Casa do Reggae e colecionador de vinis de reggae, jornalista e DJ.) Tô louca para ir num reggae. É só passar essa pandemia. Eita pedrada.

Acesse o link e conheça a dança do reggae agarradinho. Só em São Luís é assim: https://youtu.be/nIRhC02icXI

 

 

Tradição do Presépio.

PRESÉPIOS

Pequenos, hoje que me toquei que já vamos entrar no mês de dezembro e tenho que armar meu presépio no fim de semana e hoje domingo já tenho que acender minha vela do advento. Vocês sabem o que significa toda essa tradição? Vou contar tudo para você:

ADVENTO. 

O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. 

TEMPO DE CONVERSÃO

O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que “preparemos o caminho do Senhor” nas nossas próprias vidas, “lutando até o sangue” contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.

No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus (e não dos bens terrenos), que tem n’Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.

Então eu faço assim nos 4 domingos que antecede o natal eu acendo uma vela e cada cor delas tem um significado e no dia 25 tem que ser a branca. Dia 29 agora vou acender a vela de cor verde.

Coroa do Advento (ou guirlanda do Advento), é um objeto muitas vezes de forma circular coberta de ramos verdes (ou o chamado ''festão'') na qual se colocam quatro velas (verde no 1º domingo do advento, roxa no 2º domingo, vermelha no 3º domingo e branca no 4º domingo).

A tradicional Coroa do Advento.

Exposta nas igrejas nas quatro semanas que precedem o santo Natal de Jesus, geralmente é posta próxima ao presépio ou do ‘ambão’, enfim, num lugar de destaque no templo. Simboliza a alegria da espera do Senhor que está para vir, o Advento de Jesus.

 

Foto: Foto Tony Ferraz

As velas da Coroa do Advento

Na Coroa do Advento também encontramos as velas, e assim como os outros símbolos dentro desse ícone, sendo elas normalmente colocadas nas seguintes cores: Verde, Vermelha, Roxa e Branca. As Velas da Coroa do Advento possuem uma ordem que deve ser acesa, começando pelo primeiro Domingo do Advento que antecede o nascimento de Jesus 

1° Verde

Deve ser acendida no primeiro domingo de dezembro representada pelo verde que é a esperança que é trazida pelos profetas que anunciam a vinda do Messias. 

2° Vermelha

A segunda vela a se acender, a cor vermelha que representa o amor de Deus, também representa a anunciação feita por João Batista 

3° Roxa

O roxo durante o advento representa a alegria da chegada do Senhor que se aproxima cada vez mais.  

4° Branca 

A vela que representa a pureza do Branco, além da luz que vem da Virgem Maria, na chegada de seu filho O Messias.

  

Uimar Junior (criador da Mulher Babaçu), e seu presépio.

Saiba qual a origem do presépio e o significado de cada personagem na cena que retrata o nascimento de Jesus

Da redação, com Arquidiocese do Rio

Montar um presépio em casa já é tradição entre as famílias católicas. É um gesto que ajuda a preparar a celebração do nascimento de Jesus, lembrado em cada Natal.

O presépio deve ser montado no 1º domingo do Advento e desmontado no dia 6 de janeiro, data em que a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.

O termo vem do latim Praesaepe, que significa estrebaria ou curral. A presença do Menino Jesus no estábulo demonstra a grandeza de Deus representada na fragilidade de uma criança.

Origem

Foi criado por São Francisco de Assis em 1223. Ele montou o primeiro presépio em uma gruta, na Itália. Na época, a Igreja não permitia a realização de representações litúrgicas nas paróquias, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, para relembrar ao povo a natividade de Jesus Cristo. O objetivo de São Francisco era facilitar a compreensão do nascimento de Jesus. No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do padre José de Anchieta. Cada figura do presépio tem sua importância: 

Os animais: Representam a natureza a serviço do homem e de Deus. No nascimento de Jesus forneceram calor ao local e simbolizam a simplicidade do local onde Jesus quis nascer.

Pastores: Depois de Maria e José, os pastores foram os primeiros a saberem do nascimento do Salvador. Os pastores também simbolizam a humildade, pois naquele tempo a profissão de pastor era uma das menos reconhecidas. 

O anjo: Representa o céu que celebra o nascimento de Jesus. É o mensageiro de Deus, comunicador da Boa Notícia. O anjo do presépio, normalmente, segura uma faixa com a frase: “Gloria in excelsis Deo”, que significa: Glória a Deus nas alturas. 

Estrela: Simboliza a luz de Deus que guia ao encontro do Salvador e orientou os Reis Magos onde estava Jesus. É a indicação do caminho que se deve percorrer para encontrar o Menino Jesus. 

Reis Magos: Belchior, Gaspar e Baltazar eram homens da ciência. Conheciam astronomia, medicina e matemática. Eles representam a ciência que vai até o Salvador e o reconhece como Deus. Segundo São João Paulo II, “a verdadeira ciência nos leva à fé”, pois nos revela a grandeza da criação.

Ouro, incenso e mirra: São os presentes que os magos oferecem ao Menino Jesus. O ouro significa a realeza; era um presente dado aos reis. O incenso significa a divindade, um presente dado aos sacerdotes. Sua fumaça simboliza as orações que sobem ao céu. Dando este presente a Jesus, os magos reconhecem que o Menino é divino. E a mirra simboliza o sofrimento e a eternidade. É um presente profético: anuncia que Jesus vai sofrer, mas também que seu reinado será eterno. 

São José: É o pai adotivo de Jesus, o homem que o assumiu como filho, que lhe deu um nome, um lar, que ensinou a Jesus uma profissão: a de carpinteiro. São José deu ao Menino Jesus a experiência de ser filho de um pai terreno.

 

Maria: É a Mãe do Menino Jesus, a escolhida para ser a mãe do Salvador. É aquela que disse ‘sim’ à vontade de Deus, e por ela a humanidade recebeu Jesus. 

Menino Jesus: É o Filho de Deus que se fez Homem, para dar sua vida pela humanidade. “Sendo ele de condição divina, não Se prevaleceu de Sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens” (Filipenses 2, 6-7).

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Queimação de palhinha.
Fogareiro.

Queimação de Palhinhas

A Queimação de Palhinhas é evento religioso e de cultura popular realizado no Maranhão e algumas cidades de Portugal. Marca o encerramento das comemorações natalinas no estado, sendo realizada no Dia de Reis, celebrado no dia 6 de janeiro.

É marcada pelo desmonte do presépio que reproduz a cena do nascimento de Jesus e a visita dos reis magos. Os fiéis vão retirando, aos poucos, as palhinhas de uma planta chamada murta, utilizadas para decorar o presépio, e colocam para queimar em um fogareiro, produzindo um aroma agradável. Durante a queimação, são cantadas ladainhas em latim e língua portuguesa, e os fiéis fazem pedidos para o ano que está começando. A festa também é vista como uma forma de pagar promessas. A festividade é realizada tradicionalmente, em casas, igrejas e terreiros de religiões de origem africana no Maranhão (tambor de mina). Veja vídeo sobre o assunto: https://youtu.be/IvwNNWpnCes

 

Praia do Olho D'água/S.Luís-MA (Google).

VOCÊ SABE PORQUE CHAMAMOS PRAIA DO OLHO D' ÁGUA ?

Conta a lenda que, inicialmente, houve ali uma aldeia indígena cujo chefe era Itaporama. Sua filha apaixonou-se por um jovem da tribo, mas este, por ser muito bonito, provocou paixão de mãe d’água que, através de seus poderes, conquistou-o e levou-o para seu palácio encantado nas profundezas do mar. Perdendo para sempre seu grande amor, a filha de Itaporama caiu em grande desolação, deixando de se alimentar e indo para a beira do mar chorando até morrer. De suas lágrimas surgiram duas nascentes que até hoje correm para o mar e que deram origem à denominação da praia.

Escadas de arte.

ESCADAS PINTADAS

Gostaria de saber do nosso Secretário de Cultura do Maranhão com todo respeito e admiração porque só a escadaria do Beco do Silva (rua/escadaria Graça Aranha) é agraciada com a arte pública chamada ‘escadaria panorâmica? Um lembrete: nós temos várias escalas bem localizadas na Ilha, mas abandonadas, crescendo mato e sujas que precisam também de uma bela paisagem. Olhe só o projeto do Rony Ferreira da escadaria que fica ao lado do Ceprama: Que coisa linda.

Procissão dos ossos.

LENDAS:

Tu já ouvistes falar da PROCISSÃO DOS OSSOS???

Pequenos hen-hein vamos lá. No século XIX , ainda se podia assistir,  em São Luís , a chamada Procissão dos Ossos , que ocorria na noite do Dia de Todos os Santos (1* de novembro), como espécie de preparação para a reverência aos mortos do dia seguinte , o de finados . Era espécie de cortejo fúnebre à frente da qual ia a irmandade da Misericórdia e em que tomavam parte os fiéis em geral (incluindo numerosos escravos), com o repicar dos sinos de todas as igrejas marcando o passo da procissão.

Os Padres iam às forças públicas, às áreas de indigência e recolhiam as ossadas, que podiam ser de assassinos condenados ou tão-só de escravos que caíram em desgraça aos olhos de seus senhores. Os restos mortais eram levados para a Igreja de São Pantaleão, onde se operaram ritos fúnebres e eram velados. No dia seguinte, eram enterrados.

Veja que coisa "prístina"

Prístina? Sim, pequeno, quer dizer coisa mais antiga. Olha que tu és ludovicense. Fica aí com cara de Nhô Zé? Morreu Fofão.

Vixi já ia esquecendo o lugar onde os escravos eram enforcados se chama Praça da Alegria (pelo menos é o que conta Josué Montelo ).

 

Poeta Carlos Cunha.

Nosso homenageado do domingo:

Luís Carlos da Cunha nasceu em São Luís do Maranhão em 18 de maio de 1933, poeta, crítico, ensaísta, cronista, jornalista, professor, graduado em história e geografia, membro da Academia Maranhense de Letras. Autor de muitos livros de poesia, desde o primeiro – Poesia de ontem (1968). Eu ainda tive o prazer de conhecê-lo. Várias vezes, o ouvi declamar suas poesias. Tenho muito orgulho de ter compartilhado minha infância ao lado de Carlos Cunha e seus filhos. Todos gloriosos. Fico ainda um pouco sentido de não poder ter feito uma performance sobre Carlos Cunha em meados de maio. Na verdade, a pandemia estava em alta e eu com minha mãe idosa dentro de casa, preferi me recolher. Tive início da síndrome de pânico. Fiquei muito deprimido. Espero que suas filhas possam ter entendidos, na época, a minha situação. A toda essa família linda, mil abraços e agradecimentos por ter se lembrado de mim. Estou aqui, sempre. Agora, um dos poemas mais fortes do maravilhoso Carlos Cunha:

 

Isabel e Wanda Cunha, filhas.

BILHETE A PAPAI NOEL (CARLOS CUNHA)

Papai Noel, que vergonha! eu

confesso de você

Sonhei muito, mas quem sonha

não vive bem, já se vê.

 

Inda tenho os sapatinhos

que guardava pra você

Andei por muitos caminhos

não o vi, não sei por que...

 

Inda guardo os sapatinhos

empoeirados, tristonhos,

mas dentro deles sozinhos

os fantasmas dos meus sonhos!

 

Papai-Noel, que vergonha,

se você me visse agora:

alma cansada, tristonha, cheia

do nada de outrora

 

Quantos sonhos disfarçados

em seu saquinho, Noel,

castelos alicerçados

em colunas de papel

 

Papai-Noel, por favor,

não minta para as crianças

traga mensagens de amor

e um Natal só de esperanças!

 

 

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Roger DageerreHá 6 anos São José de Ribamar - MaranhãoBelo trabalho. Saudade da dança agarradinha. Pedras, Presépios, Queimação de Palhinhas etc. Parabéns, Mulher Babaçu.
Flaviomiro MendonçaHá 6 anos São LuísMuito bem explicado sobre as particularidades do reggae aqui no Maranhão!
Lena Santos Há 6 anos Sao luisMeu, bem já li e já compartilhei!! Li sobre o Reggae, Advento, curiosidades sobre as velas (não sabia) até vi você!! *Essa mulher Babaçu me explora!!!* Um cheiro!!!????
Mary Ferreia Há 6 anos Sao luisLi. Muito boa a matéria sobre reggae e sobre presépios. Este ano vou montar um presépio em homenagem a uma tia falecida que todo ano fazia. Resolvemos fazer cada ano na casa de um sobrinho.
Mulher BabaçúHá 6 anos Sao luisLena , amrore a matéria diz tudo isso. Veja Advento
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Personagem criado pelo ator e estatuísta Uimar Junior para contar histórias populares e folclóricas do Maranhão.
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