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As matérias que mais deram fuxico e foram as mais lidas na coluna da Mulher Babaçu

Todas publicadas em 2020. Anote e confira!

20/02/2021 16h24 Atualizada há 2 semanas
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
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VALE À PENA LER NOVAMENTE

É hora de relembrarmos as melhores matérias de 2020. As matérias que foram polêmicas, as que viraram fuxicos e muitos comentários e aquelas mais lidas. Antes quero agradecer a última matéria sobre a grande estrela Carmen Miranda que me deixou no topo da Plataforma Internacional do Facetudes da A MAIS LIDA*. Obrigado pelo apoio de todos e os comentários que foram mil . Beijos a todos de leite Babaçu.

Nota do Editor*: a plataforma do facetubes.com.br tem uma ferramenta incluída em seu sistema que mede quantas pessoas estão (on line), quantas pessoas leram as matérias, o número de minutos que cada leitor passa lendo a matéria (conta como lida a partir de 55 segundo de página aberta). Várias outras informações são enumeradas. Por contrato profissional: informações fornecidas pela Google Analytics.

Piquenos o que muitos não sabiam foi da origem da palavra XIRI e da palavra qualhira. Vamor reler:

Saiba qual o impacto etimológico da palavra XIRI, na cultura do Maranhão.

O babado de hoje é sobre a palavra XIRI. Muita gente se pergunta se XIRI é uma gíria. Vou logo adiantando, “piquenos” que não é. Pedi ajuda para dois pesquisadores e amigos: Rafael Marques (especialista em flora e fauna brasileiras) e Lídia Tupinambá (bisneta de índios Tupinambás). Bom, sabe o que significa XIRI, palavra bem popular no Maranhão? É a Vagina. E tem origem na língua Tupi. Essa uma explicação para matar a curiosidade de quem não sabia. A Mulher Babaçu não quer arranjar cascaria, com ninguém.  

Um pouco da história das línguas

Existem diversas palavras de origem indígena no português falado. Há 200 línguas indígenas registradas no Brasil, sendo que 180 ainda são faladas atualmente. O Tupi é o tronco linguístico que engloba o maior número de línguas indígenas. Quando da chegada dos colonizadores portugueses no Brasil, havia mais de mil línguas diferentes faladas pelas tribos indígenas que viviam no território brasileiro. Houve então um ensinamento lexical feito pelos índios aos portugueses, que desconheciam a fauna e flora brasileira. Assim, diversas palavras que indicam conceitos de fauna, flora e localidades têm uma origem indígena. 

Êta que a Mulher Babaçu tá pintando e rolando em histórias de línguas indígenas, né? Graças a Lídia Tupinambá.

A ORIGEM DO NOME QUALHIRA

E a palavra QUALHIRA você sabe como surgiu???  Essa é do "Tempo do Ronca". Foi o avô da Mulher Babaçu que contou, Moacir Viegas da Gama, quando esteve aqui no Maranhão há uns 20 anos, para visitar a mãe da Mulher Babaçu. Em um dos almoços em família, um irmão pronunciou a palavra QUALHIRA o que fez chamar a atenção do vovô, e ele perguntou:

- Vocês sabem como surgiu essa palavra?  Todos sentados à mesa, em um só coro responderam: NÃOOO! Aí, ele começou a explicar. A história surgiu na praça João Lisboa, em S. Luís-MA. Todos os dias passava na praça um homem tocando uma LIRA e ele era muito afeminado, desmunhecava demais. Quem estava por lá, molecagem dizia:

- Lá vem o cara com a lira. E aí começou a história do ‘ei fulano tu pareces com aquele cara que anda com a lira (comalira)’. Com o passar do tempo se tornou QUALIRA-QUALHIRA. Hoje, no Maranhão, isso virou um atributo de um sujeito afeminado.

DEU FUXICO ESSA HISTÓRIA DO GUARANÁ JESUS

A História: o refrigerante é hoje conhecido pelos brasileiros pelo slogan “o sabor de viver o Maranhão”. É docinho, com um toque de cravo e canela e, claro, tem um tom rosado inconfundível. O Guaraná Jesus está tão integrado ao dia a dia dos maranhenses que já faz parte da vida e da história das famílias da região. Comer uma fatia de bolo ou uma tapioca com Guaraná Jesus no lanche da tarde é como abocanhar um pouco da cultura do estado. Apesar de ter sido um produto exclusivo de alguns estados do Nordeste, a fama do refrigerante fez com que a bebida virasse queridinha também em outras regiões do país. O Guaraná Jesus era produzido e engarrafado somente pela Solar BR Coca-Cola (fabricante do Sistema Coca-Cola Brasil) em São Luís, no Maranhão, e distribuído em três estados do país: o próprio Maranhão, Piauí e Tocantins. Porém, em maio, para a felicidade dos admiradores da bebida, outro fabricante do Sistema, a Coca-Cola FEMSA, confirmou a distribuição do refrigerante em São Paulo, Minas Gerais e Paraná. O Gerente de Marketing da Coca-Cola FEMSA Brasil, George Leite conta que a companhia decidiu levar o refrigerante a outros estados em decorrência dos muitos pedidos de consumidores nas redes sociais. Em um passeio pelo Youtube é possível encontrar vídeos de fãs do Guaraná Jesus e “sommeliers de refrigerante” que postam curiosidades sobre a bebida e as primeiras impressões sobre seu sabor. Essa, é a versão oficial da empresa. Tudo lindo, tudo maravilhoso. Mas eu, a Mulher babaçu, tenho que contar o verdadeiro babado sobre a venda da marca para a Coca-Cola. Pensa que sabe mas, sabe nada cara de Nhô Zé! Pois bem: o problema é que o guaraná Jesus era o único estado no Brasil que a Coca-Cola não conseguia vender mais que o refrigerante maranhense. Então chamou atenção dos empresários americanos que tentaram por muitos anos adquirir os direitos de fabricação. Até comprarem a marca. Morreu Fofão.

Mas quem inventou o Guaraná Jesus?

Uimar Jr.

A história do Guaraná Jesus tem semelhanças com a da própria Coca-Cola. Assim como o refrigerante criado em Atlanta, nos Estados Unidos, em 1886, a bebida cor-de-rosa também foi inventada por um farmacêutico: Jesus Norberto Gomes. Sim, daí vem o nome que ficou tão famoso! A delícia gasosa foi criada em 1927, num pequeno laboratório de São Luís. Gomes nasceu na cidade de Vitória do Mearim, no Maranhão, em 1891. Aos 14 anos de idade foi morar em São Luís para buscar trabalho. Seu primeiro emprego foi na farmácia Marques, onde aprendeu em pouco tempo as receitas. Aos 20 anos, tornou-se empreendedor e comprou a farmácia Galvão, onde foi criada uma seção de águas gasosas e refrigerantes, o que era comum na época. Nesse estabelecimento surgiu o primeiro Guaraná Jesus, com leve sabor amargo. A primeira versão do produto não agradou tanto, mas, focado, Gomes continuou as experiências e logo chegou à fórmula atual do Guaraná Jesus. Segundo George Leite, da Coca-Cola FEMSA Brasil, o sabor foi um sucesso imediato com os netos de Gomes. E o que a Coca-Cola Brasil tem a ver com uma das bebidas mais queridas do Nordeste? Em 1980, a família de Gomes vendeu a marca à antiga Companhia Maranhense de Refrigerantes, na época franqueada da Coca-Cola Brasil no estado. Em 2001, o guaraná foi adquirido pela Coca-Cola Brasil e passou a fazer parte do portfólio de produtos — sem nunca perder seu sabor característico ou a identificação com a cultura local. Uma das preocupações é justamente preservar a história da marca. Por isso, os elementos gráficos do rótulo representam a própria cor do produto e o logotipo “Jesus” remete à assinatura do seu criador. 

Na foto, fantasiado de Guaraná Jesus, Uimar foi destaque nos blocos de São Luís.

Orgulho maranhense

A embalagem foi criada com a ajuda dos maranhenses. Em 2008, foram apresentadas três opções, e os consumidores escolheram a nova identidade visual por meio de voto popular. O modelo vencedor foi inspirado nos azulejos coloniais portugueses de São Luís e ganhou medalha de ouro de Melhor Estratégia de Marketing no Prêmio Internacional de Excelência em Design (IDEA). É um produto que passa de geração para geração, possui uma grande história e uma ligação muito forte com os maranhenses. 

CRONOLOGIA DO GUARANÁ JESUS: O SONHO COR DE ROSA DE TODAS AS CRIANÇAS.

1927 – A fórmula do guaraná Jesus foi criada pelo farmacêutico Jesus Norberto Gomes. O guaraná surgiu de uma tentativa frustrada de fabricar um remédio. Mas o novo xarope agradou muito os netos do farmacêutico. Nascia uma bebida muito popular na cidade de São Luís/MA. Entre os ingredientes do refrigerante estão extratos de guaraná, cafeína, teofilina e teobromina.

1961 – A família Jesus manteve fábrica própria até o início da década de 1960, quando foi vendida para a então Cervejaria Antárctica Paulista, sem a marca. Os representantes da família acusaram a fábrica de adulterar e boicotar a venda do produto, iniciando uma briga judicial. Após anos, o contrato foi rompido.

1963 – Morre o farmacêutico Jesus Norberto Gomes. (1891-1963)

1980 – A marca de refrigerante Guaraná Jesus é vendida para a Companhia Maranhense de Refrigerantes.

1981 – A Companhia Maranhense de Refrigerantes passa a engarrafar o Guaraná Jesus.

2001 – A “The Coca-Cola Company”, compra os direitos sobre a marca “Guaraná Jesus”.

2006 – A “Renosa”, franqueada da “The Coca-Cola Company” compra a “Companhia Maranhense de Refrigerantes”, seguindo a comercialização do Guaraná Jesus somente no estado do Maranhão.

2008 – No final do ano, a Coca-Cola lançou uma campanha para que o povo maranhense escolhesse a nova identidade visual das embalagens do Guaraná Jesus.

2010 – Devido à campanha de 2008 para a nova identidade visual das embalagens, ganhou o Prêmio Internacional de Excelência em Design (Idea) pelo primeiro lugar na categoria melhor estratégia de marketing.

2011 - É lançada a versão Zero Açúcar.

2016 - Refrigerante Jesus passa a ser fabricado na fábrica da Coca Cola do Grupo Brasal em Brasília e distribuído na região.

2016 - Torna-se ainda mais frequente, a expressão "Vamos aceitar Jesus?" ao convidar uma pessoa para experimentar ou apreciar o refrigerante.

2016 - Guaraná Jesus começa a ser vendido em Fortaleza/CE, pelo Mercadinhos São Luiz.

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Delator de Tiradentes teria fugido para São Luís e vivido seus últimos anos na ilha

Em 17 de fevereiro de 2019 foi o bicentenário da morte de Joaquim Silvério dos Reis, o ‘traidor’ da Inconfidência Mineira. Segundo historiadores, o anti-herói veio morar na capital maranhense para fugir de escândalo. Quem passa atualmente pelo Centro Histórico nem imagina que a antiga ‘Praça da Criança’, hoje ‘Praça do Reggae’, na verdade, foi a primeira morada de Joaquim Silvério dos Reis, o delator de Tiradentes.

Nesse mesmo 17 de fevereiro, tinha conversado com historiador e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Euges Lima, que nos apontou os fatos que comprovam a data da verdadeira morte do Coronel de Milícias, e de como a história, dele, assim como o próprio, é cheia de polêmicas e controvérsias.

Existe uma contradição quanto à data real da morte de Joaquim Silvério dos Reis. E este é só um dos pontos em que muitos textos biográficos diferem. Porém, o assento de óbito do mesmo encontra-se no Arquivo Público do Estado do Maranhão. “No referido Assento, está registrado que o Coronel de Milícias Joaquim Silvério dos Reis Montenegro, natural da freguesia da Sé da Cidade de Leiria, Patriarcado de Lisboa, faleceu no dia 17 de fevereiro de 1819, em São Luís, e que foi sepultado na Igreja de São João Batista”, diz o historiador Euges Lima. 

Silvério dos Reis.

Joaquim Silvério dos Reis, o delator da Inconfidência.

O documento foi lavrado pela Catedral da Sé de São Luís. Porém, o túmulo de Silvério dos Reis que durante muito tempo foi identificado por uma lápide na Igreja de São João, localizada no Centro, devido a sucessivas reformas, acabou desaparecendo.

Segundo o pároco da Igreja de São João, padre Heitor Costa Moraes, os restos mortais dele podem ter sido retirados e enterrados em uma cova coletiva em que não houve identificação, mas também não se sabe onde. O Padre João Rezende, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, da Vila São Luís, confirma a informação da retirada do túmulo, mas acrescenta que os restos podem ter sido enterrados em ossário comum embaixo do piso da própria igreja, ou no Cemitério do Gavião. Esse mistério permanece. “O fato é que com as reformas ocorridas no Templo em décadas passadas que não observaram a importância histórica desses sepultamentos, o túmulo acabou desaparecendo, sem deixar vestígios e não sabemos atualmente o paradeiro dos seus remanescentes mortais”, aponta Euges Lima.

Silvério dos Reis ficou para a história do Brasil como: o delator, o anti-herói, uma persona non grata, sinônimo de traição, o algoz de Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier, 12 de novembro de 1746/21 de abril de 1792), o mártir da Inconfidência Mineira. Mas, segundo Euges, também é um personagem histórico pouco estudado, carente de biografias e esclarecimentos sobre passagens de sua vida e atuação na Inconfidência Mineira. “Historicamente falando, neste ano de 2019, um bicentenário, pois como foi dito, esse personagem controverso da história do Brasil, teve sua importância também para história do Maranhão. É uma temática ainda tão cheia de sombras e poucas informações, enfim, uma oportunidade de se promover pesquisas que possam aprofundar, esclarecer e divulgar mais sobre sua existência e trajetória em São Luís e no Maranhão, entre 1809 a 1819”, espera Euges que continua em seu afã de pesquisar tudo que se refere a Silveira dos Reis em sua estada e morte no Maranhão.

Casa de Silverio dos Reis.

Primeira casa de Silvério dos Reis

Lugar da primeira casa de Joaquim Silvério dos Reis, que hoje é a Praça do Reggae, em São Luís. Foto: Euges Lima

Euges Lima aponta, ainda,  que não há dúvidas quanto a permanência e residência de Joaquim Silvério dos Reis em São Luís durante os últimos dez anos de sua vida, entre 1809 e 1819, quando faleceu. “Provavelmente, retornou ao Brasil com a vinda da Família Real em 1808, vindo para o Maranhão no ano seguinte, pois, devido sua “delação premiada” ao movimento da Conjuração Mineira, ficou sem ambiente no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, nesse sentido, se deslocou para o norte, o Maranhão, região distante de onde ocorreram esses acontecimentos e que tinha uma grande colônia portuguesa que o acolheu. Em "Joaquim Silvério dos Reis: Honra e Prestígio no Maranhão" (1989), Manuel de Jesus Martins quis provocar uma indagação: ele foi delator pra quem?

Professor assistente do Departamento de História da Universidade Federal do Maranhão, Manoel de Jesus Martins dis­se que “Silvério dos Reis veio para o Maranhão em 1809 porque aqui era outra unidade portuguesa, que nada tinha a ver com o Brasil. A vinda dele para cá foi estratégia no sentido de tirá-lo do foco”. Já em São Luís, Sil­vé­rio dos Reis te­ve uma vi­da de re­ga­li­as, afi­nal, era mais uma au­to­ri­da­de por­tu­gue­sa. “Sua im­por­tân­cia na his­tó­ria do Ma­ra­nhão se dá, na ver­da­de, por con­ta de ter se tor­nan­do um per­so­na­gem his­tó­ri­co cé­le­bre e que pas­sou o res­to de sua vi­da aqui em São Luís. Sil­vé­rio dos Reis foi Co­ro­nel de Mi­lí­ci­as, agra­ci­a­do com o há­bi­to de ca­va­lei­ro da Or­dem de Cris­to, o tí­tu­lo de fi­dal­go da Ca­sa Re­al e vi­veu em São Luís co­mo mem­bro da eli­te por­tu­gue­sa lo­cal”, con­ta Eu­ges Li­ma. Con­for­me re­ve­la o his­to­ri­a­dor, es­tão re­gis­tra­dos em As­sen­tos de Ba­tis­mos que Sil­vé­rio dos Reis te­ve dois fi­lhos em São Luís com sua es­po­sa D. Bernardina Qui­té­ria dos Reis, o Luiz, nas­ci­do em 1811 e o Jo­sé, nas­ci­do em 1815, es­te, te­ve co­mo pa­dri­nho o Dou­tor Fí­si­co-Mor Antô­nio Jo­sé da Sil­va Pe­rei­ra e ma­dri­nha, D. Vi­cên­cia Ro­sa, ca­sa­da com o Te­nen­te Co­ro­nel de Mi­lí­ci­as Isi­do­ro Ro­dri­gues Pe­rei­ra, in­flu­en­te e ri­co co­mer­ci­an­te, político que de­pois de viú­vo, iria ca­sar-se com Ana Jan­sen. “Ao se mu­dar pa­ra o Ma­ra­nhão, Sil­vé­rio do Reis, pas­sou a as­si­nar, acres­cen­tan­do Mon­te­ne­gro ao seu no­me que era um dos so­bre­no­mes de seu pai, mas que até en­tão não usa­va.  Já no Ma­ra­nhão, Sil­vé­rio dos Reis, em re­que­ri­men­to, en­ca­mi­nha­do a D. João VI, en­tão Prín­ci­pe Re­gen­te, ex­põe seus pro­ble­mas de saú­de e ve­lhi­ce e a con­di­ção de ha­bi­tan­te em ter­ra es­tra­nha e sem bens, ale­gan­do que não te­ria mais mui­tos anos de vi­da, so­li­ci­ta en­tão a sua Ma­jes­ta­de que após sua mor­te, man­te­nha pa­ra sua mu­lher e fi­lhos, a pen­são anu­al de 400 mil réis que re­ce­bia do Te­sou­ro do Ma­ra­nhão, pe­di­do re­cu­sa­do pe­lo Prín­ci­pe de pró­prio pu­nho”, re­la­ta Eu­ges Li­ma.

Obtuário.

Obtuário

A pri­mei­ra re­si­dên­cia de Sil­vé­rio dos Reis foi em uma edi­fi­ca­ção na Rua da Es­tre­la, es­qui­na com Rua de Na­za­ré, on­de ho­je é a Pra­ça do Reg­gae. As ruí­nas da re­si­dên­cia, que na dé­ca­da de 1980 fun­ci­o­na­va co­mo um bar, fo­ram des­truí­das com a re­vi­ta­li­za­ção da Praia Gran­de (o pro­je­to Re­vi­ver). A se­gun­da e úl­ti­ma re­si­dên­cia de­le foi um so­bra­do que fi­ca em fren­te à atu­al Pra­ça do Reg­gae, na Rua de Na­za­ré, es­qui­na com a Rua da Es­tre­la, nú­me­ro 170. O re­gis­tro fo­to­grá­fi­co é do acer­vo do pes­qui­sa­dor e his­to­ri­a­dor Antô­nio Gui­ma­rães de Oli­vei­ra e cons­ta no li­vro de sua au­to­ria Be­cos & Te­lha­dos. No lo­cal fun­ci­o­nou vá­ri­os ne­gó­ci­os, sen­do o úl­ti­mo uma pou­sa­da e res­tau­ran­te.

Obituário de Silvério dos Reis em São Luís. Foto: Euges Lima. Joaquim morreu em 1819, como consta no obituário

(Agradeço a minha amiga Patrícia Cunha do jornal “O Imparcial” e nosso historiador Euges Lima). Agora vocês vão me ouvir. Marrapá ouvir dizer também que esse traidor aqui em São Luís tinha a maior mordomia. Mandava e desmandava como um chefe de estado. Viveu como membro da Elite Portuguesa local, como comandante do Regime de Milícias. É muita mordomia seus historiadores. Pra mim a primeiro DELAÇÃO PREMIADA não foi não???Morreu Fofão.

 

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