Regis Furtado
Mermã, eu sou nordestino,
Cabra da peste e bem arretado,
Encangado com o destino,
A vida me fez aperriado.
Sou buliçoso de nascido,
Não faço arrodeio pra falar,
Se é pra dizer, eu sempre digo,
Não adianta querer me cipoar.
Não arredo o pé da opinião,
Sou marrento no pelejar,
Reimoso que nem camarão,
Quando alguém resolve me relar.
Não venha mangar de mim,
Eu não sou teu pariceiro,
Tabacudo eu trato assim,
Não gosto de presepeiro!
Não faço mugango sem motivo,
Não digo miolo de pote,no falar,
Sou arrochado e destemido,
Não gosto de bafafá!
Mas, se alguém me faz um chamego
E não queira se amancebar,
Eu vou e não peço arrego,
Não precisa se avechar.
Oxente, menino,
Eu sou é nordestino!
Regis Furtado

1 foto Dicas de leituras. China. História. Cultura. Sociedade. Dicas de leituras.
1 foto MALIFESA: O QUE SERÁ QUE VAI SOBRAR PRA GENTE?
1 foto MALIFESA: O MELHOR TIME É O “LÁ DE CASA”...
1 foto MALIFESA: O QUE NOS AGUARDA APÓS O FINAL DA PONTE?
1 foto MALIFESA: QUAL É MESMO NOSSO FUTURO?
1 foto “É um ET. / Por esse ângulo dá pra ver. / Não se pode mais negar. / Pelo jeito especial de Jogar.” Mín. 15° Máx. 19°
Mín. 16° Máx. 25°
ChuvaMín. 10° Máx. 17°
Chuva
Colunista Socorro Guterres Em visita a Curitiba-PR, a acadêmica Socorro Guterres escreveu: “UM MITO LITERÁRIO”.
Joizacawpy Costa SETEMBRO AMARELO: “ATENÇÃO! SINAL AMARELO”
Coluna de RUY PALHANO A crise na Justiça e os impactos comportamentais, institucionais e morais
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”