A AJEB/MA (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Maranhão)
O batom escarlate da literatura maranhense
(Convidada: Sharlene Serra)
Hoje o batom falará por mim
tatuarei escritos escarlates de vida
tom! Batons! Em cores reluzentes
de conquistas, que colorem nossas
existências. (Sharlene Serra)
Falar da AJEB é uma satisfação ímpar. Integrar essa associação representa para mim uma conquista não apenas literária, mas de vida, diante das questões históricas já travadas pela mulher. A AJEB é uma instituição que agrega e valoriza o sagrado feminino da literatura.
Uma associação de mais de 50 anos, atua desde 1970 e tem como principal objetivo estimular a união das associadas, fomentar a harmonia nacional e internacional, promover o intercâmbio de conhecimentos, ideias, experiências, amizade e respeito entre as associadas e com associações congêneres; incentivar o aperfeiçoamento profissional de suas associadas, por meio da participação em cursos, seminários e encontros culturais. No Maranhão, a AJEB é presidida pela escritora Anna Liz e hoje conta com 26 associadas.
Este é um forte movimento artístico-cultural que ratifica a força da mulher.
E foi com o intuito de agregar escritoras maranhenses que a AJEB se fez presente também no Maranhão. Dentre algumas ações, destaco a publicação da antologia TODA FORMA DE SER MULHER, em que apresentamos um universo escrito através de punho feminino maranhense.
É interessante dizer que a escrita destes delicados punhos, na história causava (e causa!) certos desconfortos, pois representa poder e domínio de si mesma , a mulher como condutora da sua própria história, incorporando a escrita, registrando suas emoções e pensamentos, deixando de ser identificada exclusivamente em sua função primordial que era: casar, dar à luz, cuidar dos filhos. Para garantir o direito da escrita, as mulheres feministas ou não apresentam temas que falam de si, que contam sua própria história e das lutas por suas conquistas. Isso nos permite entender as origens das práticas opressivas e de inúmeras formas de desclassificação e misoginia que percebemos até hoje. Mas, ressalto que muito já conquistamos e não aceitamos menos do que merecemos. Pois, mesmo diante de toda essa situação, a mulher descobriu-se e libertou-se, ela tem voz e direções.
No sentido de valorizar e de propagar a mulher, a AJEB foi fundada. É interessante ressaltar que hoje já contamos com infinitos grupos de valorização da literatura feminina, em destaque o grupo Mulherio das Letras. Em seguida, apresentarei AS MULHERES que compõem a AJEB, coordenadoria Maranhão:
DIRETORIA DA AJEB – MA
PRESIDENTE NACIONAL
Maria Odila Meneses
COORDENADORIA DO MARANHÃO
Presidente Coordenadora: Ana Elizandra Ribeiro
Vice-presidente: Sharlene Serra
1ª Secretária: Heloísa Helena Santos de Sousa
2ª Secretária: Adriana Bezerra Silva
1ª Diretora de Finanças: Luiza Cantanhêde
2ª Diretora de Finanças: Ivanilde Ferreira (Ahtange)
1ª Diretora de Cultura: Geane Lima Fiddan
2ª Diretora de Cultura: Dilercy Aragão Adler
ASSOCIADAS EFETIVAS
Anely Guimarães Santos
Carla Sílvia Souza da Rocha
Eliane Morais Araújo
Fátima Stela Bezerra Viana Barbosa
Francinete Torres do Vale Rocha
Inês Pereira Maciel
Janayna Ricoly
Jucey Santos de Santana
Lindalva Maria Barros Neres
Márcia Regina dos Reis Luz
Maria do Perpétuo Socorro de Azevedo Veras
Maria Goreth Cantanhêde Pereira
Natália Ribeiro de Souza
Patrícia Danielle dos Santos
Regilane Barbosa Maceno
Silvana Lourença de Meneses.
Vitória Gabriely Ferreira Duarte
Wanda Cristina da Cunha Silva
Cada mulher aqui representada tem uma força literária que engrandecem nosso Estado, evidenciando a AJEB, fazendo dessa associação uma instituição capaz de ecoar vozes e propagar essências, espalhando aromas feminino pelo vento.
Colunistas FT Leopoldo Vaz: “UM DIA DE CINZAS PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA”
Colunistas FT DINO DE ALCÂNTARA: “O ESGULEPE DA ILHA”
JOÃO MOHANA JOÃO MOHANA, FINALMENTE, PASSOU A INTEGRAR O PANTEON MARANHENSE
Carnaval/27 Euclides Moreira Neto: “CARNAVAL NÃO SE FAZ NO SILÊNCIO”
Renata Barcellos “O Folclore brasileiro”, por Renata Barcellos
ELOY MELONIO ELOY MELONIO: “CONVERSA VAI, CONVERSA VEM...” Mín. 13° Máx. 26°
Mín. 10° Máx. 17°
ChuvaMín. 7° Máx. 11°
Chuvas esparsas
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense