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Poetas, membros da Academia Poética Brasileira desfilam suas poesias neste sábado

Entretenimento.

22/05/2021 12h17 Atualizada há 4 meses
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Divulgação
João Batista do Lago/APB.
João Batista do Lago/APB.

Sábado Poético

* Fission *

Par João Batista do Lago

Je suis divisé devant mon autel,

Coupé devant la divinité ...

Split parfait: profane et sacré!

J'excelle dans la profondeur de mon tabernacle,

Exposé aux épreuves de ma conscience.

 

Que sais-je de mon mystère?

- que je ne suis qu'un double voyageur!

Passant du fini et de l'infini,

Causalité de tous mes attributs,

Oblat de la divinité qui m'habite.

 

Alors me voici une argile impie,

L'eau sacrée où je navigue vit,

Où la profondeur sombre

Dieu se reflète - humain et divin -

Division complète de ma divinité.

MASL20210519

A 4ª mais antiga poeta-efetiva da APB. (Aniversariante da semana).

SOU MARIA

Maria José da Silva

Sou Maria, sou poeta 

Sou filha de Cantador 

Nasci lá no Sertão

Sempre andei de pé no chão.

 

Apesar de ser feliz!

Nunca deixei de sonhar.

Sonhos de vencer,

E um dia aprender.

 

Aprender fazer meu nome 

Escrever como Cordel.

Na vida eu lutei...

Pra chegar, onde cheguei.

 

Viajei pra outras terras

Com minhas esperanças.

Eu sou queria crescer

E na vida vencer.

 

Porém, nunca desisti

Dos sonhos de criança.

Escrever meus simples versos,

Contando minhas histórias.

 

Sou Maria, sou poeta 

Escrevo de coração.

Descrevo nos meus versos...

O que vem do coração.

Porém, nunca esqueci 

De onde foi que vim.

Eu vim lá do Sertão

Minha Terra, meu Torrão.

Francisco Baia, membro da APB.

Urge

(Francisco Baía)

Amor compartilhado,

verdade nos olhos,

palavras verdadeiras,

sentimentos leais e expostos.

Urge praças, ruas, ruelas, cheias,

bandeiras, armas em punho,

ceias a mercê de quem precisa,

cobranças de compromissos,

desapego aos omissos,

alcovas abastecidas de prazer intensos,

acenos da paz em brancos lenços,

fé, sem tamanho ou tamanho da mostarda,

certeza de tudo ou certeza de nada.

Urge, sentar, ouvir, observar, sentir o som de perto,

ou da multidão cantando a canção da liberdade,

entender o silêncio dos esquecidos, o deserto

dos desvalidos, a coragem oriunda dos vencidos,

partilhar as dores dos sobreviventes vencedores,

Urge, Mudança de fora pra dentro

sem nenhuma valia, pois a mudança

perfeita, é dentro pra fora, essa sim,

faz sentido, trás verdade e poesia.

Desperta, acorda, esteja alerta, não

dormita em berço esplêndido, há

inúmeras manjedouras a espera da

tua chegada , as boas novas batem

a porta, portanto o tempo URGE!

 

ELISA LAGO & MHARIO LINCOLN

"

Elvandro Burity, membro da APB, no livro "Gotas Poéticas"/2007.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Burity/Caricatura do autor.

 

 

 

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