
"E com imensa honra que a Academia Poética Brasileira recebe para compor, em definitivo, seus quadros o poeta, escritor e militante cultural maranhense Francisco Manoel Baia da Silva, nascido em 21.08, em São Luís. Poeticamente participou do Movimento Jovem Renascença, escreve no Sábado Poético do www.facetubes.com.br, escreveu no Suplemento Literário do Jornal Pequeno, coordenado pelo poeta, irmão, João Alexandre Jr, participou do Evento Novos Poetas do Maranhão, Evento do Departamento de Assuntos Culturais-DAC-Praxae, órgão da UFMA, teve participação nos Livros, Poetas da Ponte, do poeta Ray Santos, Esperando a Missa do Galo, do poeta e escritor José Moraes, da coletânea poética Meus Poemas, da Editora BECO dos Poetas e Escritores LTDA. Publicou um livro de poesia com o título POESIA PRA MIM É ASSIM, e está com seu 2o livro pronto que será lançado se Deus quiser esse ano, LABIRINTO DE NÓS MESMOS. Um poeta simples, amigo, sensível, reconhecedor e cristão. Deus é sua fortaleza! Esse, sem dúvida, é o perfil que a APB se orgulha de ter como membro. Seja bem-vindo". (Mhario Lincoln, presidente da Academia Poética Brasileira).
Convidado, agora, o confrade da seccional APB do Ceará, o premiado poeta Pedro Sampaio, para recepcionar, em grande estilo e de forma única, o novo membro-efetivo da Academia Poética Brasileira. Seja bem-vindo, Pedro:
Senhores e Senhoras, confrade e confreiras da magnânima APB,
Pura Magia
"Uma flor no campo se abrindo
Cai à tarde então vem o anoitecer
Na manhã a luz do Sol chega invadindo
É um novo dia que agora vai nascer"
Dessa vez se abre é um lírio para encantar a toda A.P.B Academia Poética Brasileira, nosso Silogeu amado, que sente a alegria de vê nascer um novo dia com a chegada do magnânimo Poeta Francisco Baia, que toma assento em uma Cadeira como Acadêmico intensificando o brilho APBniano:
"Essa luz que termina no Arrebol
Quando no Céu surge a Lua prateada
Ela pede licença ao seu seu Rei Sol
Pra que por ela a Terra seja iluminada"
Francisco Baia chega como um Sol poético e uma Lua com seu clarão iluminando a poesia. E traz na bagagem um Maranhão de versos diversos na força e inspiração de um Vate de fé :
"Contrastando com o brilho das estrelas
Inebriados nós ficamos só ao vê-las
Num cenário de meiga e pura magia"
Francisco Baia se condiciona a magia da imortalidade por vasto e rico curriculum literário e conquistada ao ser diplomado e ter o peito o medalhão APB sobre o Pelerini que passa a ser sua segunda pele e poder adentrar em seus:
"LABIRINTOS DE NÓS MESMOS"
"Restando ao Poeta, ao Trovador
Criar em seu Cenário de amor
O seu mundo que é feito de poesia"
Cria-se assim, esse laço, APB/Francisco Baia, passando então a ser para o Poeta o seu Cenário onde reinará: Fé, Poesia, Paz e bem, amor e harmonia e agora integra seu mundo mais que nunca feito de pura Poesia. Seja bem vindo Confrade Francisco Baia, sinta de todos nós nosso abraço com nossa poética energia.
Com a palavra meu confrade, Francisco Baia:
"Orgulho-me demasiadamente em fazer parte dessa Academia Poética, donde abriga poetas de sensibilidade extremamente aguçadas. E faço a seguinte pergunta aos amigos: - o que faz poesia? Até onde onde ela me leva? As respostas podem não agradar alguns, porém ouso responder. Leva-me onde jamais imaginaria ir, principalmente nos sentimentos de outrem. Faz milagres nas almas, mentes de todos que a permitem adentrar nos seus cômodos, afinal somos todos poeticamente humanos. Sou agradecido pelo carinho que sempre fui recebido, principalmente pelo presidente dessa Academia, o poeta que sempre o chamo de irmão e ele sabe o porquê, Mhario Lincoln. Obrigado poeta, como também aos poetas que sempre acolheram minhas obras com esmero e carinho. Beijo os corações de todos e deixo minhas poesias a mercê d'olhos daqueles que realmente amam o próximo. Saudações poéticas". (Francisco Baia).
Bem vindo-poeta:
EU E VOCÊ
Sou pedra,
chão, solo, ação,
sou palavra de ordem
executada.
És éter,
vácuo, deserto, eco,
és espelho quebrado,
fragmento do nada.
Sou beija flor,
néctar abundante da vida,
sou poesia, parte visceral
do amor, sou essência querida
nos anseios dos apaixonados,
sou o outro lado do lado de lá.
És nota desafinada,
numa partitura mal acabada,
és canto esquecido num canto
do maestro frustrado, és nada,
és música não cantada no festival
dos desencantados.
Sou o viés,
o atalho, a seta,
a vereda que encaminha
os perdidos de amor na direção
do acalanto do coração alquebrado.
És a nuvem cinzenta,
vestida com a mortalha
do medo, és o temor dos que
amam, a navalha afiada no pescoço
dos inocentes, és fria, sepulcro
dos crentes, és nada.
Eu e você, completamente
diferentes.
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