Foi sancionada a Lei 14.249, de 2021, que institui o 18 de fevereiro como Dia Nacional da Criança Traqueostomizada. O texto foi publicado nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial da União.
Foi naquela data, em 2017, que houve o primeiro consenso nacional com recomendações para o tratamento de crianças traqueostomizadas, definido pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Célvico-Facial e pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Pela nova lei, a data será dedicada a “atividades intersetoriais para a promoção de ações de conscientização e de esclarecimento sobre cuidados necessários às crianças traqueostomizadas”.
A norma teve origem em projeto (PL 5.114/2019), do deputado federal Zacharias Calil (DEM-GO) e foi aprovado no Senado no final de outubro com a relatoria do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
Em seu relatório, Nelsinho lembra que trata-se de “procedimento cirúrgico delicado, em que a parede anterior da traqueia é aberta e, consequentemente, sua exposição ao meio externo”, usado como alternativa à respiração quando o paciente não consegue usar as vias aéreas. A justificação do projeto alerta para a necessidade de cuidados permanentes a esses pacientes e para a dificuldade dos profissionais de saúde para lidar com essa condição.
Senado Federal Teresa Leitão compartilha experiência em Harvard sobre primeira infância
Senado Federal Elis Regina recriada por IA motiva projeto para uso de imagem de pessoas mortas
Senado Federal Fita com desenho de girassóis para deficiências ocultas virou de uso nacional
Senado Federal Cidade com mais de 100 mil habitantes deve ter Delegacia da Mulher, aprova CDH
Senado Federal TV Senado estreia documentário sobre sofrimento da mulher com endometriose
Senado Federal Comissão aprova segredo de justiça em casos de violência contra a mulher Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”