Foi editada na terça-feira (28) medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 167,2 milhões para o Ministério da Cidadania. A MP 1087/21 deve garantir a distribuição de cestas de alimentos à população quilombola.
A medida atende a uma decisão de fevereiro do Supremo Tribunal Federal (STF) diante de uma ação proposta pela Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e pelos partidos políticos PSB, Psol, PCdoB e PT. O STF determinou que o governo federal elaborasse, no prazo de 30 dias, um plano nacional de enfrentamento da pandemia da Covid-19 voltado à população quilombola.
Depois da apresentação do plano pelo governo, os autores da ação apresentaram petição em que foram apontadas falhas no cumprimento da decisão. A conclusão foi de que algumas ações apontadas pelo governo como parte do plano eram, na verdade, anteriores a ele.
Em junho, o ministro Edson Fachin deu prazo de 15 dias para que a União adotasse providências sobre o fornecimento de água potável e a adoção de medidas de segurança alimentar à população quilombola. Depois, em setembro, o ministro determinou que União apresentasse, também em 15 dias, uma proposta de ampliação do fornecimento de água potável e a distribuição de alimentos — incluindo merenda escolar — a todas as comunidades quilombolas.
Câmara dos Deputados Comissão aprova criação de programa de treinamento funcional para crianças com deficiência
Câmara dos Deputados Comissão de Defesa da Mulher aprova projeto que criminaliza misoginia
Câmara dos Deputados Comissão aprova projeto que criminaliza violência praticada no parto contra mulheres
Câmara dos Deputados Médicos condenam uso do "chip da beleza"
Câmara dos Deputados Comissões discutem aumento dos casos de violência contra as mulheres no Brasil
Câmara dos Deputados Projeto cria sistema integrado com dados de violência contra a mulher Mín. 10° Máx. 23°
Mín. 14° Máx. 24°
Chuvas esparsasMín. 10° Máx. 14°
Chuva
Marco Neves De Homero ao autoclismo português: 3000 anos de grego
Esmeralda Costa ACLC celebra cinco anos de existência cultural e escreve página histórica
Coronel Carlos Furtado FALMA: unidos, conquistamos espaço para a literatura maranhense
Academias Brasil/Exterior Coirmãs JOÃO AURÉLIO DO VALE: “ENQUANTO HOUVER QUEM CARREGUE ESSA BANDEIRA, A HISTÓRIA DO MEU PAI NÃO IRÁ MORRER”