
Ele é o segundo a ocupar a cadeira de número 03 da ACL. É um poeta com uma contribuição significativa para a literatura contemporânea do Maranhão.
O poeta Paulo Rodrigues tomará posse no sábado (28) como imortal da Academia Caxiense de Letras (ACL). Na mesma data, também irão tomar posse Maria Alzerina Pinho Vanderley, Ronne David Silva de Sousa, Elany de Maria Morais da Silva e José Ricardo Silveira Marques.
Paulo Rodrigues tem uma produção literária de destaque. Graduado em Letras e Filosofia. Acadêmico de Direito. Ele é também especialista em Língua Portuguesa, professor de literatura, poeta, jornalista. É autor de vários livros, dentre eles, O Abrigo de Orfeu (Editora Penalux, 2017); Escombros de Ninguém (Editora Penalux, 2018).
Ganhou o prêmio Álvares de Azevedo da UBE/RJ em 2019, com o livro Uma Interpretação para São Gregório.
Venceu o prêmio Literatura e Fechadura de São Paulo em 2020, com o livro Cinelândia.
É um dos destaques da antologia Tecido Tempo da Academia Maranhense de Letras, que mostra o que é a poesia contemporânea do Maranhão. É membro da Academia Poética Brasileira (APB).
“Ser eleito para a Academia Caxiense de Letras é uma honra imensa para mim. Meu avô Chico Preto descascando os sonhos lá no céu, feliz com o feito do neto. Ele que viveu 100 anos despescando a vida nas margens do rio Itapecuru, conhecia a força da poesia. Sou um poeta, apenas um poeta, que se irmana aos imortais da Casa de Coelho Neto”, disse Rodrigues.
“E ocupar a cadeira que fora de Arthur Almada Lima Filho, desembargador, juiz de Direito, professor, pesquisador, fundador e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias é uma tarefa que exige devoção ao signo literário e compromisso com a terra de Gonçalves Dias. Por isso, refirmo meu compromisso com as metáforas e com os confrades e confreiras da ACL”, completou o poeta.
Mín. 12° Máx. 17°