Maranhenses que moram na capital do Paraná, trazem música de Carnaval para Curitiba
*RD (Original do Jornal do Bairro).
As ruas estão agitadas, os pandeiros estão tinindo e as serpentinas voam pelo ar! É Carnaval, minha gente! E o que seria do Carnaval sem as famosas marchinhas? Essas pérolas musicais, repletas de malícia e humor, têm uma história tão rica quanto a quantidade de confete no chão após a folia.
Quem não se lembra de marchinhas como “Mamãe Eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva? Quem nunca se pegou cantarolando “Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar!”? Essa marchinha é irresistível, como um brigadeiro na festa de aniversário.
Agora, segurem seus confetes, porque temos uma novidade fresquinha! Os talentosos compositores maranhenses Mhario Lincoln e Chiquinho França, que moram na nossa cidade há mais de 20 anos, se uniram para criar uma marchinha que promete abalar as estruturas dos bloquinhos: “Fazendo ô, ô”. E quem dá voz a essa pérola? Ninguém menos que a sensacional Daffé!
A história por trás dessa marchinha é hilária e cheia de ginga. Imagine só. "Uma pessoa sem grana para comprar fantasia de Carnaval decide usar a roupa de Papai Noel que comprou para o Natal", diz um dos autores. Sim, você leu certo! No meio da folia, lá está ela, com barba branca e gorro vermelho, sambando ao som de “Fazendo ô, ô”.
E o que mais? As mesmas características dos compositores antigos foram trazidas para essa nova composição. Tem malícia, tem gingado e tem alegria contagiante. É um verdadeiro samba no pé, com pitadas de bom humor.
Portanto, meus amigos, não tenham dúvidas, as marchinhas nunca morrem! Elas pulsam nas veias de cada folião, ecoam nos becos e vielas, e fazem o Carnaval do Brasil ser único e inesquecível. Então, coloquem suas fantasias, peguem suas serpentinas e vamos todos juntos. Vamos cantar “Fazendo ô, ô”!
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