Seu nome de registro era Raimundo Nonato da Silva Santos, filho de Antonina e Hermenegildo. Nasceu no dia 28 de fevereiro de 1924, na Praia da Mamuna em Icatu e foi criado pelos padrinhos. Foi um grande jornalista brasileiro...
Desde cedo, demonstrou tendência para as letras e o jornalismo, redigindo o jornalzinho manuscrito da escola.
Nonnato Masson militou na imprensa maranhense até 1956, quando mudou-se para o Rio de Janeiro. Aqui, trabalhou n'O Combate, Correio da Tarde, Jornal do Povo e Pacotilha/ Globo.
No Rio, foi trabalhar no Jornal do Brasil, um dos maiores jornais da época. Lá, trabalhou ao lado de seu conterrâneo, Odylo Costa Filho e participou ativamente das grandes inovações pelas quais esse órgão passou nesse período.
No seu currículo, entre outros trabalhos, Masson, cobriu todas as Copas do Mundo do seu tempo. Percorreu os continentes europeu e americano, fazendo reportagens. Entre suas séries de reportagens de mais sucesso, está: "A aventura sangrenta do cangaço", publicada pela revista "Fatos e Fotos" em 1961.
Nonnato Masson foi jornalista, poeta, escritor e exímio cronista.
Publicou em 1984, pelo Sioge, os livros "Inês é morta" e " Corpo de moça", coletânea de algumas crônicas. Foi aindamembro da AML, ocupando a cadeira de número 21, fundada por Raimundo Lopes.
Sobre o seu nome jornalístico," Masson", existem várias versões não comprovadas. Alguns dizem que foi pelo fato de que era da maçonaria, outros, devido a um fotógrafo da Revista Cruzeiro, chamado Jean Mazon e por aí vai... Ele faleceu em 8 de março de 1998 em São Luís, aos 74 anos e deixou cinco filhos: Elenato, Nonato, Renato, Noeli e Márcia.
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