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Eriberto Melo dá sua versão sobre as mortes do Bando e de Lampião e Maria Bonita

Eriberto Melo, pesquisador de Cordel, natural de Palmeira dos Índios, Alagoas

30/12/2024 às 10h42 Atualizada em 30/12/2024 às 11h15
Por: Mhario Lincoln Fonte: Editoria do Facetubes/Eriberto Melo
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Eriberto Melo
Eriberto Melo

Editoria da Plataforma do Facetubes (www.facetubes.com.br).

A história oficial narra que Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, foi morto em 28 de julho de 1938, numa emboscada organizada pelas volantes (forças policiais da época) na fazenda Angicos, em Sergipe. Segundo o historiador Frederico Pernambucano de Mello, autor de “Guerreiros do Sol” (Escrituras, 2004), as tropas se aproveitaram de informações obtidas por meio de coiteiros (pessoas que protegeram o bando) para surpreender Lampião e seu grupo, resultando na morte de diversos cangaceiros, incluindo sua companheira, Maria Bonita. As cabeças de todos foram decepadas, numa ação brutal que ficou marcada na história do Cangaço, encerrando de forma trágica o percurso do “Rei do Cangaço” pelo sertão nordestino.

No entanto, o recitador das Alagoas Eriberto Melo, pesquisador de Cordel natural de Palmeira dos Índios, Alagoas, compartilha uma versão distinta (incluindo o coiteiro), em entrevista concedida ao jornalista Mhario Lincoln, editor-sênior da Plataforma do Facetubes. Segundo Melo, algumas circunstâncias sobre a localização exata do bando e o modo como os volantes chegaram até Lampião podem ter sido atribuídas aos coiteiros, abrindo margem para especulações sobre traições e conflitos internos. Em sua pesquisa de campo, o recitador aponta depoimentos que lançam dúvidas sobre o planejamento do ataque e a própria dinâmica da emboscada, indicando que a morte de Lampião ainda esconde pontos nebulosos.

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c/Eriberto Melo

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Zè LumieiraHá 1 ano das Alagoasêita bixin arretado!
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