Uma homenagem da Academia Poética Brasileiras a grandes poetas:
Uma homenagem especial que Dulce Cattunda presta às pessoas de bem, através de um texto compilado do ESE (Evangelho Segundo o Espiritismo) e enviado para este dia especial, quando a APB homenageia poetas e escritores. Dulce é uma pessoa amável e sempre atenta ao que de melhor é publicado. Sempre bem-vinda. Vale ler:
TRAÇOS DO CARÁTER ESPÍRITA
(ESA)
Admiração sem inveja.
Alegria sem excesso.
Caridade sem presunção.
Conhecimento sem vaidade.
Cooperação sem exigência.
Cooperação sem vaidade.
Coragem sem temeridade.
Devotamento sem apego.
Dignidade sem orgulho
Fé sem exclusivismo.
Firmeza sem petulância.
Generosidade sem desperdício.
Humildade sem subserviência.
Justiça sem intransigência.
Liberdade sem licença.
Otimismo sem ilusão.
Paz sem preguiça.
Raciocínio sem aspereza.
Respeito sem bajulice.
Sentimento sem pieguice.
Valor sem ostentação.
MARIA JOSÉ DA SILVA:
ANDAR NAS NUVENS
Queria poder andar
Entre as nuvens caminhar...
E as estrelas tocar.
Entre nuvens e estrelas
Vivenciar o infinito...
Viver os sonhos mas bonitos!
Neste mundo de ilusão.
Ah! Quem me dera!
Nas nuvens caminhar...
E as estrelas tocar.
Nuvens e Estrelas,
Contemplo com meu olhar!
E sinto o desejo,
De entre elas caminhar...
Ah! Minhas nuvens e estrelas!
Que me fazem deleitar!
Ao Céu contemplar...
Sharlene Serra:
TEMPORALIDADE
Em minhas mãos
a ampulheta
tem pressa
grãos de
medo, deslizam
No deserto
fortaleza-camuflagem
gotas d'água
em prece
miragem
Alimento-me com
grãos de areia e
doces de Cora
Corra! o tempo é
agora.
Na areia deslizada
a miragem em memórias
o tempo conversa
revela histórias
A ampulheta - viva
o sol da noite arde
e um pensamento molhando
a areia, invade:
Ame! antes que seja
tarde.
*****
FRANCISCO TRIBUZI:
UM POEMA DE AMOR
Quando me perco dos teus olhos
O chão parece um abismo
Feito de nuvens e ventos
(Tempo sem memória)
Onde só a solidão me alcança
No vazio das horas mortas
Quando me perco dos teus olhos
Os barcos sumindo horizontes
Na imensidão do mar,dentro do breu da noite,
Arrastam,na ventania
Entre espumas de sal e silencio
As solitárias palavras da poesia!
*****
JOÃO BATISTA DO LAGO:
DIVINO ANCESTRAL
Deste corpo meu,
onde habita comunidade diversa,
de humanos diversos,
surge o caos primevo:
deus essente de substância agônica.
Deste corpo meu
parem-se amores e paixões;
alegrias e tristezas;
modos e atributos
gerados no primo ventre do Si.
Deste corpo meu
gera-se o divino ancestral: Ser.
Sagrado que me é parido
dos encontros infinitos,
de mundos felizes e malditos.
*****
ROSSINI CORRÊA
Movimento da Terra,
na Praça Gonçalves Dias,
em São Luís do Maranhão
O violino da consciência rememora
a música dos pássaros vegetais,
quando, no crepúsculo, o bolaço
de fogo espacial, movimentava-se
vagaroso, e naufragava, sem a
mínima resistência, no oceano
atlântico. Da estátua, Gonçalves
Dias a tudo assistia, comovido...
Como um namorado das estrelas,
certamente conhecendo os mistérios,
esperava, sob paciente convicção,
o retorno, indescritível aurora:
e o bolaço de fogo espacial, azul
cintilava, aquecido no dormitório
marítimo. O poeta, artesão do
eterno, repetia: "onde canta o sabiá!"
*****
Homenagem especial pelo aniversário de nosso querido confrade Osmarosman Aedo.
A foto foi publicada pela confreira (APB/PR) Silvana Mello:
Colunistas FT De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”
AS CORES DO SWING Augusto Pellegrini: As Cores do Swing - Charles Mingus, Charlie Barnett, Charlie Spivak
DATA:13.10.2026. Dia Mundial do Escritor. Por ANTONIO GUIMARÃES DE OLIVEIRA
CRÔNICA & VÍDEO Dr. Ruy Palhano: “O Corpo pode revelar o que se passa conosco”
P/Cabeças Abertas Dino de Alcântara: “O GRITO DO PRAZER”. A Humberto de Campos
CORDEL BRASILEIRO ACLC: CINCO ANOS DE HISTÓRIA, MEMÓRIA E RESISTÊNCIA DO CORDEL CEARENSE Mín. 10° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 17°
Tempo nubladoMín. 11° Máx. 21°
Tempo nublado
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”