
O escritor e poeta Eloy Melônio continua hoje sua saga sobre a importância das letras (e os segredos que elas escondem). Um insight muito inteligênte sobre o assunto. Letras de hoje: "C" e "D".
Eloy Melonio.
C (cê)
Ouvi isto de uma letra amiga: “C é do C”. Defendia uma palavra não muito sociável. “Pense o que quiser, mas o C DE ASA é só um bloco carnavalesco da minha cidade”. Aos noivos, um conselho: “se casa, quer casa”. “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” era tudo de que Glauber Rocha precisava para se realizar como cineasta. Caramba, "C" é mesmo do cacete!
D (dê)
Esse, sim, é demais. Uns o associam a dinheiro. Outros, a doidos. É que antigamente os doidos rasgavam dinheiro. Hoje, menos doidões, guardam-no em cuecas, e ainda declaram: "Pouco dinheiro eu tenho é muito". Dando a César o que é de César, “D” serve a Deus e ao diabo, seja em que terra for. Você duvida?
Mín. 13° Máx. 20°