
Editoria-Geral do Facetubes c/Assessorias
PARTE (I)
1) Mercado do livro cresce em base empresarial
Levantamento da CBL aponta expansão de 13% (2023–2025) no total de empresas do setor e mais de 54 mil estabelecimentos ativos na cadeia do livro em 2025 — um sinal de fôlego para editoras, livrarias e serviços digitais.
2) Varejo: mais receita, mais tração
O Painel do Varejo de Livros (Nielsen/SNEL) registrou 3,83 milhões de exemplares vendidos e R$ 197,05 milhões de faturamento no 10º período de 2025, reforçando a tendência de crescimento em valor.
3) Audiolivro entra no debate “IA ou estúdio?”
Na Feira de Frankfurt, o setor discutiu a virada: IA na produção de audiolivros deixa de ser tabu e vira tema central para custos, direitos e qualidade — um alerta para editoras e narradores brasileiros.
4) Áudio ganha peso no digital
Dados e análises do ecossistema Bookwire indicam avanço da palavra falada e casos em que obras performam melhor em áudio do que em e-book — pressão direta por catálogos híbridos (texto + voz).
5) NY: um novo endereço para arte feita por mulheres
A Onna House Soho abre em um loft em Manhattan como vitrine de craft, design e artistas mulheres, buscando um “clima doméstico” para aproximar público e obra. Saiba mais: a Onna House SoHo, um novo espaço dedicado a celebrar artistas mulheres e o design de artesanato, foi inaugurada em um loft histórico em Manhattan, na 383 West Broadway, 2º andar, Nova York. O local, que já abrigou a pioneira galeria OK Harris, foi inaugurado em novembro de 2025 e funciona como uma galeria e um espaço de encontro para a comunidade criativa.
6) Sergipe: 44 anos de um espaço-formação
A Galeria de Arte J. Inácio completa 44 anos destacando sua função pública de circulação e memória — com depoimentos de artistas e curadores sobre pertencimento e legado no estado.
7) Justiça também é acervo: peça de 1835 no TJPE
O TJPE incorporou ao seu acervo um vaso de porcelana francesa de 1835, doado durante uma Cantata Natalina, reforçando a ideia de patrimônio artístico como narrativa institucional.
8) RN: teatro e música em modo laboratório
No IFRN (Mossoró), um colóquio reúne artistas convidados para avaliar e lapidar espetáculos (dramaturgia, figurino, sonoplastia e iluminação) antes do Festival de Artes de janeiro.
9) Cinema + literatura em sala de aula
No IFRN (Natal Central), evento exibiu recorte audiovisual ligado a “Cem Anos de Solidão” com comentários literários — ponte direta entre leitura, linguagem e educação.
10) Arte de rua com número grande: Embu das Artes
O projeto “Arte na Praça” fechou 2025 com quase 800 participantes em oficinas conduzidas por artistas locais — cultura como política de fluxo turístico e formação.
11) Vida digital do autor: Google vai encerrar “Dark Web Reports”
O Google anunciou o fim dos relatórios de dados na dark web: novas varreduras param em 15/01/2026 e o recurso é descontinuado em seguida — escritores e criadores ficam mais dependentes de senhas fortes, 2FA e monitoramento alternativo.
PARTE (II)
1) Power 100: quem dita o ritmo da arte global
A ArtReview publicou o Power 100 (2025) e colocou o artista ganês Ibrahim Mahama no topo — a lista tenta medir influência real (instituições, circulação, debate), não só preço. O Brasil aparece com quatro nomes: Adriano Pedrosa, Dalton Paula, Raphael Fonseca e Thiago de Paula Souza, em posições distintas, sinal de força curatorial e de produção ligada a comunidade, ecologia e raça.
2) “A arte de plantar”: poesia com cheiro de terra
No podcast 451 MHz, a Quatro Cinco Um revisita Leonardo Fróes e o livro “Natureza: a arte de plantar” (Cepe), organizado por Vitor da Rosa, reunindo colunas dos anos 70/80. O detalhe saboroso: o sucesso foi tão grande que ele adotou pseudônimo (Solano de Castro) para a coluna “jardineira”, separando o poeta do cronista das plantas.
3) Teatro Lambe-Lambe vira livro e vira memória
Em Brasília, as Caixeiras Cia de Bonecas lançaram “Teatro Lambe-lambe: Uma Parição Brasileira”, com fomento da Secec-DF, para registrar a origem da linguagem criada no Brasil em 1989 por Denise Di Santos e Ismine Lima. Além do registro histórico, o livro entra no circuito: parte vai para bibliotecas e outra parte é vendida (R$ 50).
Especial: Rubem Braga: a crônica como literatura “maior”
Texto lembra que, 35 anos após sua morte, Braga segue atual pela economia de frase e pelo olhar para o cotidiano: passarinho, amendoeira, mar, pão quente — sem moralismo, com empatia silenciosa. A leitura de “O padeiro” volta como prova de que a grande literatura pode caber na página do jornal. está nesse livro "Ai de Ti, Copacabana!".
PARTE (II)
1) Mercado do livro cresce em base empresarial
Levantamento da CBL aponta expansão de 13% (2023–2025) no total de empresas do setor e mais de 54 mil estabelecimentos ativos na cadeia do livro em 2025 — um sinal de fôlego para editoras, livrarias e serviços digitais.
2) Varejo: mais receita, mais tração
O Painel do Varejo de Livros (Nielsen/SNEL) registrou 3,83 milhões de exemplares vendidos e R$ 197,05 milhões de faturamento no 10º período de 2025, reforçando a tendência de crescimento em valor.
3) Audiolivro entra no debate “IA ou estúdio?”
Na Feira de Frankfurt, o setor discutiu a virada: IA na produção de audiolivros deixa de ser tabu e vira tema central para custos, direitos e qualidade — um alerta para editoras e narradores brasileiros.
4) Áudio ganha peso no digital
Dados e análises do ecossistema Bookwire indicam avanço da palavra falada e casos em que obras performam melhor em áudio do que em e-book — pressão direta por catálogos híbridos (texto + voz).
5) NY: um novo endereço para arte feita por mulheres
A Onna House Soho abre em um loft em Manhattan como vitrine de craft, design e artistas mulheres, buscando um “clima doméstico” para aproximar público e obra.
6) 2026 no radar: arte colada na ciência e na política
Coluna da Forbes Brasil aponta um mundo “multipolar” (o termo “Policeno” aparece como chave) e usa Margaret Atwood como termômetro cultural — com menção à expectativa de edição brasileira de um novo livro pela Rocco.
7) Sergipe: 44 anos de um espaço-formação
A Galeria de Arte J. Inácio completa 44 anos destacando sua função pública de circulação e memória — com depoimentos de artistas e curadores sobre pertencimento e legado no estado.
8) Justiça também é acervo: peça de 1835 no TJPE
O TJPE incorporou ao seu acervo um vaso de porcelana francesa de 1835, doado durante uma Cantata Natalina, reforçando a ideia de patrimônio artístico como narrativa institucional.
9) RN: teatro e música em modo laboratório
No IFRN (Mossoró), um colóquio reúne artistas convidados para avaliar e lapidar espetáculos (dramaturgia, figurino, sonoplastia e iluminação) antes do Festival de Artes de janeiro.
10) Cinema + literatura em sala de aula
No IFRN (Natal Central), evento exibiu recorte audiovisual ligado a “Cem Anos de Solidão” com comentários literários — ponte direta entre leitura, linguagem e educação.
11) Arte de rua com número grande: Embu das Artes
O projeto “Arte na Praça” fechou 2025 com quase 800 participantes em oficinas conduzidas por artistas locais — cultura como política de fluxo turístico e formação.
ATENÇÃO autores digitais: Google vai encerrar “Dark Web Reports”
O Google anunciou o fim dos relatórios de dados na dark web: novas varreduras param em 15/01/2026 e o recurso é descontinuado em seguida — escritores e criadores ficam mais dependentes de senhas fortes, 2FA e monitoramento alternativo.
Em tempo: O Google confirmou que vai descontinuar o Dark Web Report/Dark Web Reports, recurso que avisava quando dados pessoais (como e-mail, telefone, endereço e senhas) apareciam em vazamentos circulando na dark web. O cronograma é claro: novas varreduras param em 15 de janeiro de 2026 e o serviço deixa de existir em seguida, com exclusão dos dados associados ao recurso até 16 de fevereiro de 2026.
O motivo alegado pela empresa é pragmático: o relatório até apontava o problema, mas, segundo o feedback recebido, não entregava “próximos passos” realmente úteis para o usuário agir. A troca de foco vai para ferramentas que já estão no ecossistema Google e são mais acionáveis: Security Checkup, Gerenciador de Senhas/Password Checkup, verificação em duas etapas e passkeys, além do “Results About You” (para reduzir exposição de informações nos resultados de busca). Para quem vive de assinatura pública — autor, cronista, editor, artista — o impacto é simples: perde-se um “radar” extra e ganha peso a higiene digital diária. A recomendação prática é combinar senhas únicas + 2FA/passkeys + gerenciador de senhas, separar e-mail público (divulgação) do e-mail privado (banco, contratos, plataformas) e manter alertas externos de vazamento, como o Have I Been Pwned ou monitores embutidos em bons gerenciadores de senha. Isso reduz o dano típico: invasão de e-mail, sequestro de redes sociais e golpes usando seu nome para enganar leitores e parceiros.
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