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Educação Especiais

Projeto “Essas Nossas Letras”, em mais uma edição. Por Eloy Melonio

Convidado da Plataforma Nacional do Facetubes.

02/01/2026 21h09 Atualizada há 10 meses atrás
Por: Mhario Lincoln Fonte: Eloy Melonio (autor)
Eloy Melonio
Eloy Melonio

No projeto “Essas Nossas Letras”, em mais uma edição, Eloy Melonio convida o leitor a desacelerar e olhar o idioma por dentro, começando do ponto mínimo: a letra. Ao tratar cada caractere como personagem — com humor, memória cultural e ecos da canção popular — ele devolve uma ideiua sensível ao que costuma ser visto apenas como código. Em vez de decorar regras, o leitor passeia por uma “avenida das letras” em que som, forma gráfica e imaginário coletivo se encontram, fortalecendo a intimidade com a língua portuguesa e lembrando que todo grande texto nasce desse alfabeto aparentemente simples, mas cheio de histórias.

Partir da letra pode, sim, melhorar o entendimento da frase, desde que isso não seja um fim em si mesmo: ao automatizar o reconhecimento de cada letra e de cada grafema, o leitor libera espaço mental para interpretar sentidos mais complexos da oração e do texto. É justamente essa a linha de pesquisa de linguistas como Leda Scliar-Cabral, que estuda os "traços invariantes das letras e os valores dos grafemas no português brasileiro escrito, mostrando como cada unidade gráfica contribui para a compreensão global da leitura". (Revistas Eletrônicas PUCRS).

 

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Especial Eloy Melonio.

 

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ESSAS NOSSAS LETRAS!!!

Eloy Melonio é da Academia Poética Brasileira.

S (esse)
Salve-se quem souber! Acho que não sobreviveria entre "ser ou não ser". Se pudesse escolher suas parceiras em abreviaturas, o respeitável “S” fugiria do "F" e do "T" como o diabo foge da cruz. Por quê? Sei lá, pura intuição. Talvez porque o "S" não seja só isso que se sabe.

T (tê)
“T” é do trabalho. Mesmo cansado, não larga do trampo. E é “duro”, tipo o José do Drummond. Também pode ser a tristeza de Alegrete (RS), ao ver seu poeta na “Poeira ou folha levada/ No vento da madrugada”. Aí, talvez, Quintana seja apenas “um pouco do nada”. Prefiro o "tudo e muito mais", do maranhense Mano Borges.

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LUIZ REGIS FURTADOHá 10 meses atrásSão LuísLetras que nasceram para nos lapidar
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