
Há um instante decisivo em que a palavra deixa de ser só tinta e vira experiência. Quando Eloy Melonio, da APB-MA, se dispõe a dar vida às letras estáticas, ele faz mais do que interpretar versos. Ele cria ponte. Entre o texto e a memória, entre a página e a pele, entre o silêncio do papel e a inteligência afetiva de quem escuta. A literatura, então, não fica apenas compreendida. Ela se torna sentida, e é aí que começa a sua verdadeira permanência. Nesse gesto de “animar” a palavra, Eloy recoloca a poesia no lugar de origem, o humano. A letra ganha ritmo, pausa, intenção, respiração. O que era apenas leitura vira presença pública, uma forma de mediação cultural que amplia o alcance e fortalece os autores. Em tempos de distração crônica, dar vida ao texto é também uma forma de resistência. É afirmar que a cultura não é vitrine. É VIDA!!!!. (Editoria-geral)
Eloy MELONIO, Poeta:
U
U de “urro” me faz lembrar de Coxinho, saudoso cantador de toadas do bumba-meu-boi do Maranhão. Porque não precisava dele (u) para expressar o pretérito perfeito: “Urrô, urrô/ Meu novilho brasileiro/ Que a natureza criô”.
V (vê)
Vivacidade e vigor para viver de verdade. Com ele, você viaja nas vaidades da vida. Em janeiro, virada de ano com vinho em Veneza. Só não vale vacilada, nem Valentine’s Day em fevereiro.
[16:43, 31/12/2025] Eloy MELONIO, Poeta: Vamos concluir, na terça-feira feira (6 de janeiro), com X, Y e Z.
E, como já sugeri, fazer uma postagem com todas juntas. E, para isso, uma boa campanha de divulgação. Quem sabe uma pesquisa para saber de qual letra cada pessoa gostou.mais?
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