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Brasil VICEVERSA

Viceversa, entrevistas exclusivas com Cida Ajala / Mhario Lincoln / Cida Ajala.

Cantora, compositora, poetisa, integrante da Orquestra de Viola Caipira Municipal de Presidente Prudente/SP

31/03/2021 18h09 Atualizada há 2 semanas
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Divulgação
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VICEVERSA

CIDA AJALA/MHARIOLINCOLN/CIDA AJALA

 Co-editora: Nauza Luza Martins, Brasília-DF

MHARIO LINCOLN (01) Ao passear por suas obras sinto que sua lírica se refere muitas vezes a vida, a fé. A beleza poética em quase sua plenitude. Tal fato é inato ou não? Veio sendo adquirido por vivências, ao longo do tempo?

CIDA AJALA: Eu acredito que seja nato, praticamente nasci assim, em um lar onde meus avós, bisavós, minha mãe, eu e meus filhos somos assim! Nós temos uma riqueza de valores com a vida, com o ser humano, a natureza e Deus. Temos o dom de transformar sentimentos em palavras poéticas para alegrar o mundo!

MHL – (02) - Outra coisa interessante: a música exerce uma influência muito grande em suas produções artísticas. Tanto que você consegue magistralmente musicar lindos poemas seus e de amigos. Ao contrário, eu tenho muitas dificuldades em musicar poemas, em razão da construção harmônica e rítmica. Pode contar o segredo?

CIDA AJALA: Olha em primeiro lugar...eu acho difícil acreditar que você Mhario Lincoln, um homem tão letrado (como dizia meu pai) tenha essa dificuldade em musicar poemas, porque você é excelente em tudo o que faz. E os faz com maestria. Admiro seu trabalho. Parabéns! Quanto ao meu segredo para compor minhas composições, letra e melodia e musicar as poesias...é muito simples. Quando eu vou compor letra e música...eu me entrego totalmente porque tenho muita paixão pela música e pela poesia.

MHL (03) – Fale-me sobre sua participação na bela Orquestra de Viola Caipira de Presidente Prudente.

CIDA AJALA: Sinto o maior orgulho por ser integrante da Orquestra de viola Caipira. Minha participação é maravilhosa, gratificante e me alegra. Quem me convidou para participar foi a Produtora – o que deixou lisonjeada. O maestro me colocou na Orquestra para fazer acompanhamento com o violão e harpa. O maestro é o violeiro da minha Banda e eu aprendo viola com ele e harpa com o Harpista também integrante da banda. Amo estar junto com os violeiros, fazer shows e viajar com a Orquestra. Agora, com a Pandemia, infelizmente estamos parados. Tenho fé que com a benção de Deus em breve retornaremos para matar saudades da nossa família musical.

MHL (04) – Como poeta, você participou da coletânea literária, pela Associação Prudentina dos Escritores. Quais outras participações você teve?

Cida e a Harpa, com músicos amigos.

CIDA AJALA: Sim como poetisa participei do CLAPP l e ll da Associação Prudentina dos escritores.

MHL (05) – O seu processo de criação é autêntico. Você usa o caderno e o violão. Fica mais fácil assim?

CIDA AJALA: Sim meu processo para criar, compor é bem simples...voz, violão, caderno, caneta e Deus! As vezes o celular! Porque me vem uma letra ou melodia, aproveito e bem rápido canto junto e gravo, já escrevo e deixo gravado. A minha vida é cantar, tocar e compor. Deus, minha família e a música são meus combustíveis!

MHL (06) – O Facebook uma ferramenta social poderosa, em 2020, sugeriu seu perfil ao lado do André Rieu! Sensacional. Qual a repercussão?

CIDA AJALA: Olha esse acontecimento foi fantástico. Teve uma bela repercussão! No Facebook, no Instagram, nos grupos então! Foi sensacional! E eu amei a emoção e a vibração de todos!

MHL (07) – Qual o significa do amor para você?

CIDA AJALA: O significado da palavra Amor é muito importante para mim porque o amor move o mundo. O amor incondicional de Deus por nós que por amor nos deu seu Filho Único para morrer por nós. Onde há amor, o mal não chega. Devemos fazer de tudo para semear e colher AMOR por onde passar!

VÍDEO DE CIDA AJALA

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MHL (08) – Como é a sua receita para sair dos momentos tristes que por ventura tenha tido ao longo de sua vida, como artista e como ser humano?

CIDA AJALA: Minha receita e uma só...DEUS! E sempre acreditar que com Deus somos mais que vencedores! Tudo sempre já deu certo. Se manter sempre em comunhão com Deus através da fé e oração. Sempre ver o lado bom da vida. Agindo assim eu sempre venci tudo e acredito que com Deus sempre vencerei!

MHL (09) - Fale um pouco de sua família. Sempre você recebeu apoio?

CIDA AJALA: No início eu queria cantar, tocar e fazer shows! Meu esposo não permitia e me impedia. Então compunha muito! Registrava minhas composições, engavetava e acreditava com fé em Deus que meu dia chegaria! E infelizmente em 17 de julho Deus recolheu meu esposo. Com meus 59 anos eu parti em busca da realização meus sonhos. Como diz minha composição Superação:

SUPERAÇÃO

Eu amo a vida

E gosto de cantar

Amo as estrelas

As flores o céu e o mar

Eu venci tudo

E por isso sou feliz

Bem realizada

Com a vida que eu sempre quis

 

Mas já passei

Por momentos bem difíceis

Pois meu marido

Não deixava e me impedia

De ir à busca de realizar meus sonhos

Por ter ciúmes me podava e me prendia

 

E foram anos de uma completa prisão

Enquanto isso

Eu compunha e escrevia

Engavetava os meus sonhos e aguardava

Com fé em Deus

Que meu dia chegaria

 

Infelizmente aos dezessete de julho

Deus recolheu meu esposo e fiquei só

Então com meus cinquenta e nove anos

Fui realizar os meus sonhos e meus planos

 

Atualmente canto, toco e faço shows

Tenho uma Banda, também canto num coral

Toco na Orquestra e gravei meus três CDs

Sirvo a DEUS e sou integrante da APE.

 

MHL (10) - Gostaria de saber também sobre suas viagens. Seu belo trabalho dentro e fora do Brasil. Como você encara tudo isso?

CIDA AJALA: Quanto ao meu trabalho e viagens, se me permite vou deixar aqui um pouco do meu release. Sou cantora, compositora, poetisa, integrante da Orquestra de Viola Caipira Municipal de Presidente Prudente, do Prenap, Associação Prudentina dos escritores, gravei 3 CDs, recebi várias premiações como compositora em âmbito nacional e Internacional!  Já realizei vários shows, assim como em Barretos, Osasco,  Tatui, Brotas, Caipirapuru, Fejupi, Batatec, Novitta,  Pardinho, 3°Festival Internacional de Chamamé,  Sesi, de Presidente Prudente,  teatros e outros mais. Estevi no mesmo palco com artistas de renome assim como as Irmãs Galvão, Perla Paraguaia, Joaquim &Manoel. Uma de minhas composições (Ritmo Caliente) está na trilha sonora do filme “Sortilégio da Paixão”, gravado em 3 estados Brasil e 3 países do exterior. Também “Porque me deixou”, está na trilha sonora da minissérie “Cega, surda e muda”. Estou com um novo projeto inédito na região, intitulado MUSICANDO SUA POESIA. Lançou 17/12/20 o 1°Álbum Musical Regional Latitude 21, com 17 poesias musicadas de escritores da Nova Alta Paulista e da coordenadora profª Isabel Castanha Gil, do Prenap.

Para 2021 tenho outros projetos musicais relativos ao MUSICANDO SUA POESIA. Iniciou o 2°Álbum Musical Regional Latitude 21, o 1° Álbum Musical Giro pelo Brasil (os quais escritores de todo Brasil estarão participando) e o 1° Álbum Musical Giro pelo Mundo (os quais escritores de vários países estarão participando). Enfim, mesmo com a pandemia meu trem bala não para! E como encaro tudo isso? Com amor, alegria e entusiasmo! Eu amo viajar, tocar, cantar, compor, gravar, palcos, shows, brilho, público, aplausos e estar com os músicos! Gosto demais de tudo o que faço! E me sinto uma vitoriosa!

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Site:

www.cidaajala.wordpress.com

Página:@Compositoracidaajala

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CIDA AJALA/ MHARIO LINCOLN

Mhario Lincoln.

CIDA AJALA: 1°. Quem é Mhario Lincoln?

MHARIO LINCOLN – Há algum tempo eu tinha a obsessão de tentar esconder meu lado negativo, porque achava ser saudável me mostrar positivo, sempre. Imagina perder as pessoas, caso soubessem de algumas fraquezas intelectuais, profissionais e humanas. E enquanto escondia, corria para tentar corrigir esses defeitos. Porém, um dia, descobri o quanto seria útil não só tentar corrigir erros (alguns incorrigíveis), mas, ampliar e fortificar os meus pontos fortes. Pensar mais em melhorar aquilo que acho ser bom. A primeira coisa que eu aprendi: os amigos vão ficar com você de qualquer forma; outros, desaparecerão rapidamente. Resultado: ao longo dos últimos 20 anos, comecei a conquistar amigos muito bons e verdadeiros. Sem eu precisar ser “isso ou aquilo”. Amigos por rótulos, não mais me acompanham. 

CIDA AJALA- 2°. Mhario, sei que você é formado em várias coisas! Mas qual delas você se identificou mais e por que?

MHL – O jornalismo me trouxe inúmeras possibilidades, mesmo tendo me dedicado no começo de minha vida adulta, a projetos jurídicos, tendo escrito vários artigos nesse nicho e dois livros na área do direito administrativo, fato que me levou, na década de 80, à Academia Maranhense de Letras Jurídicas, onde sou membro-fundador. Mas foi no jornalismo onde tive muitas glórias profissionais. Por exemplo, meu livro-reportagem INA – A VIOLAÇÃO DO SAGRADO, sobre o afundamento do terceiro maior graneleiro do mundo, em águas de São Luís, me rendeu muitos prêmios e uma espécie de aplauso nacional. Imagina a honra por isso. Na verdade, ultrapassei 49 anos de vida profissional ativa. E pretendo não me aposentar tão cedo.

CIDA AJALA - 3°. Como escritor das obras literárias que você escreveu qual delas te emocionou mais e por que?

MHL- Minha obra mais emocionante, sob meu ponto de vista, é o livro inédito O MARIA CELESTE. Um romance que conta a trágica história de um bólido comercial, naufragado na entrada marítima de São Luís-Ma, minha cidade, fato coincidentemente acontecido no mês e no ano do meu nascimento. Pesquisei fervorosamente por mais de 20 anos. Entrevistas com sobreviventes, relatos de pessoas que assistiram ao fato, como o incrível artista e fotógrafo Azoubel, uma testemunha ocular da tragédia, além de livros, jornais, narrações de rádio entre outras coisas. Esse romance é um filho de suma importância. Às vezes me pergunto: porque ainda não publiquei? Talvez pelo meu egoísmo de ter o livro só pra mim, como se fosse um tesouro ou algo parecido. Confesso que ao ler depoimentos de sobreviventes chorei várias vezes. Esse livro é a minha alma e o meu coração pulsando. Não é ficção. Porque a história de amor que se desenrola como fio da meada, é real. Entre outras coisas, o livro versa sobre as mudanças econômicas, a partir desse desastre marítimo; as relações entre as empresas de navios cargueiros e o Sindicato dos Estivadores; o papel das prostitutas na sociedade conservadora da cidade, na época, e por aí vai...

CIDA AJALA - 4°. Mhario, sei que você já trabalhou com várias revistas, colunas em jornais...qual você mais gostou e o que o levou a viver essas experiências?

MHL – Minha primeira revista impressa foi PERSPECTIVA, lá pelos anos 60. Fiz com meu grande amigo, hoje artista famoso, César Teixeira. Depois vieram muitos trabalhos. Na imprensa do Maranhão mais de 30 anos ininterruptos. Mas foi na TV Difusora (trabalhava na tv e no jornal que era de propriedade do grupo Difusora), onde passei os melhores momentos de minha vida e onde ganhei prêmios nacionais, o carinho e atenção de meus conterrâneos. A família Bacelar me recebeu como um profissional. Não como um amigo. Isso fez uma grande diferença. Magno Bacelar, sem dúvida, me deu oportunidade de expandir minhas ideias modernas em meu programa de entrevistas, na TV. Acho que foram mais ou menos 5 a 7 anos de muito sucesso e muita felicidade. Muito antes, eu já havia trabalhado na emissora, em programas ao vivo, quando fui músico de base de Reynaldo Faray, em seu “Brotos no Quatro”. Nessa época convivi com pessoas incríveis. Lá conheci Lourdinha e Gerd Pflueger, colunistas e apresentadores de TV, com quem trabalhei também e aprendi muito. Vez por outra relembro esses bons momentos de minha carreira. Logo depois, fiz parte da Coordenação do Concurso Miss Brasil/Maranhão, ao lado de minha mãe Flor de Lys. Viajamos muito. Tivemos um relacionamento profissional com o SBT (na época dono da franquia/Miss Brasil). Participamos de programas nacionais de auditório. Um período de ouro, sem dúvida!

CIDA AJALA - 5°. Mhario, qual o lado que você mais aprecia: de escritor ou de músico? Por que e o que sente quando escreve, compõe e toca?

MHL – Não tenho preferências. Tudo vem junto e começou junto. Jornalismo, música e poesia. Um pacote completo (risos). Tudo que compus ou já escrevi até o exato momento (até mesmo esta resposta), vem do fundo de minha alma. Por isso tenho alguma dificuldade em escrever ficção. Tanto que em VAMPIROS DE AREIA, conto transformado em História em Quadrinhos, pus no enredo algo que havia vivenciado. Mas a história em si teve uma origem muito parecida com a realidade presenciada, óbvio, que não dentro dos padrões do segmento da Literatura Fantástica, fato que adaptei seguindo algumas normas desse nicho literário. Desta forma, com habilidade e dificuldade também, tento ir adaptando o que sinto, vejo e amo, nas coisas palpáveis e imagináveis, de acordo com os padrões psicométricos de minhas intuições. Um detalhe. Hoje não toco mais instrumentos físicos. Minha especialização é tocar o ‘controlador’, um teclado ligado a um programa de edição musical, no computador. A partir daí, posso criar minhas melodias, baixo, bateria, quaisquer que sejam os instrumentos imagináveis, e transformá-los em construção musical. Foi assim que surgiu meu primeiro CD, BAIXADA, construído com a mãos mágicas de Chiquinho França, que vestiu minhas melodias e deu um formato esplendoroso a esse trabalho. Podem ouvi-lo gratuitamente no link:

CIDA AJALA - 6°. Mhario, essa pandemia prejudicou o andamento de sua trajetória artística, ou você realizou algo novo?

MHL – Realizei grandes projetos. Aprendi a fazer do limão uma limonada, não só neste período, mas em tantas outras pandemias pessoais e intransferíveis. O projeto do facetubes.com.br surgiu em março de 2020. Portanto, tem mais de 1 ano de funcionamento e com muito sucesso. Escrevi e produzi nesse período dois curtas.

Um, “A Lagarta com Chapéu de Dedal” 

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e “A Cigana do Flamenco”

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Também iniciei a última revisão do meu romance O MARIA CELESTE. Criamos a VídeosTV e Radio do Facetubes, ampliamos a plataforma e publicamos nela centenas de boas matérias com um índice que superou os 11 mil acessos por semana. Porém, senti de perto a morte de grandes amigos. Portanto, a pandemia acabou não influindo em minha produção, mas entristeceu meu coração por diversas vezes.

CIDA AJALA - 7°. Vi que você é muito culto! Mas para caminhar no mundo poético e de escritor você teve que se inspirar em alguém?

MHL – Na verdade, leio até demais. A leitura é a minha inspiração. Vários gêneros. Gosto até dos quadrinhos do ‘Tio Patinhas’, ‘Mandrake’, “Fantasma’. Tudo isso faz parte de um esforço imenso para conseguir entender o mundo ao meu redor. Tinha ideias intransigentes. Sem ter conhecimento pelo menos parcial das coisas, me achava um grande idealizador do novo pensamento humano. Sonhava ser o suprassumo da jovem guarda. Até que um dia tive uma grande decepção intelectual e, pela dor, descobri que não sabia quase nada e que minhas elucubrações não passavam de uma mensagem egoísta para chamar atenção e atrair pessoas para ficar ao meu lado. Superei isso com muita boa vontade. Passei realmente a ler e a entender. A discutir dentro dos princípios de conhecimento, não impondo minha vontade. A analisar as coisas incluindo pontos de vista de outrem, não só minha angustiante opinião, essa, se revisada, me deixava zangado, porque ‘eu queria ser o dono da verdade’. Assim, nos últimos 20 anos passei a entender e a compreender três fases – entre a ignorância e a sabedoria - que todos os humanos deveriam passar. Primeiro, a fase da ignorância nata. Ou seja, ninguém nasce sabendo ou querendo ser o dono da verdade. Depois, com a ânsia de saber costumava entrelaçar mãos e pés, me deixando consumir pelas facilidades superficiais e incompletas das informações de almanaques. Isso me levou a uma segunda fase: a da confusão mental, onde se confunde as informações corretas por informações auto-interpretativas, geralmente incorretas. E, por fim, a fase da aprendizagem. Nesta, começa-se a formar a sabedoria autêntica, através das informações consolidadas, comprovadas e analisadas. Aprendi, finalmente, que antes de criticar a escuridão dos outros, precisava acender, primeiro, a minha luz.

Mhario Lincoln e Cida Ajala.

CIDA AJALA - 8°. Nesse universo das artes, cite três momentos que marcaram sua vida, tanto na trajetória musical, como na de escritor.

MHL – O reconhecimento plural de meu livro INA – A VIOLAÇÃO DO SAGRADO, na década de 90. Meu ingresso em uma das casas literárias mais antigas do Brasil, o Centro de Letras do Paraná e o lançamento de meu primeiro CD Instrumental, BAIXADA.

CIDA AJALA - 9°. Mhario, você tem projetos futuros?

MHL- O Lançamento de meu primeiro romance O MARIA CELESTE, livro de quase 700 páginas, pesquisado e revisado ao longo de 20 anos. Este é meu projeto pessoal, no momento.

CIDA AJALA - 10°. Nessa última pergunta vou fazer um bate e volta. Responda só com uma palavra o que gosta e o que significa.

Comida: Peixe Pedra cozido com pouco sal e cheiro-verde. (Típico do Maranhão).

Fruta: Banana (Todos os tipos).

Hobby: Ler e escrever. É hobby e calmante.

Religião: Sou Presbiteriano de origem. Mas estudo, atualmente a doutrina Espirita e o Budismo.

Música: Rock Clássico dos anos 70.

Escritor: Gabriel García Marques, mundial. Machado de Assis, nacional. E João Ewerton, regional.

Sonho: Viver saudável o tanto que for necessário.

Filme: “Melodia Imortal” e “O Valor da Vida”.

Pais: Portugal.

Cidade: São Luís-Maranhão, de onde sou originário e conservo minhas velhas amizades e tenho na cidade todos meus familiares.

Vida: Diria que vivo, no momento, em um planeta de Provas e Expiações. Portanto, a vida da maneira como a concebo, nada mais é do que um exercício constante para o progresso do meu espírito.

Morte: Confesso que não consigo enxergar a morte, simplesmente como o fim de tudo. Carne e Espírito. Na minha modesta opinião, a morte é o fim de uma experiência num determinado corpo físico, pois a alma, a célula pulsante, a energia vital, permanece. Nesse sentido, costumo me referir a morte como uma passagem. Claro que isso não significa dizer que me alegro com mortes. Não! Pois em razão da convivência, do amor e da saudade, quem morre deixa parte dela no coração de quem gosta. E quem gosta mesmo, sabe que o espírito dessa pessoa que fez a passagem, evoluiu e poderá estar em um estágio melhorado, na maioria das vezes.

Amor: Eu realmente entendi o que é amar, quando passei a me preocupar mais com a felicidade do outro, do que a minha própria.

Deus: Não defino Deus porque Deus É!

 

Obrigado Cida Ajala. Uma conversa muito interessante. Fiquei feliz em fazer o VICEVERSA com você.

 

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