Homenagem de Marcio Gleide a Olinto Simões.
Marcio Gleide: Sempre estará em minhas lembranças os encontros, os beijos no rosto e os braços que aquele cara me dava com tanto carinho e respeito. No peito agora dor da sua partida tão repentina dessa caminhada terrena. Ser de luz ele era e está a iluminar onde estiver, levarei os ensinamentos do mestre que dizia sempre ser aluno. Olinto Simões foi para mim mestre, amigo-irmão, conselheiro como um pai. Saudades ficará até que possamos nos encontrar.
Marcio Gleide: POEMA... (In memoriam)
ATÉ SEMPRE...
E assim ele falava em nossas despedidas.
Visando que assim o despedir jamais seria.
Foi assim a previsão do mestre que se foi mas fica.
Para sempre até nos encontramos... Olinto.
Um amigo de tamanha grandeza.
Professor paciente, cheio de empatia.
Em desabafo um dia chorei a sua frente.
Recebi o abraço que me faltava naquele momento.
Em nosso mundo se faz um vazio.
Cheio de tristeza ficam corpo a alma.
Se juntam agora o Supremo e seu filho.
Levarmos cada um um pouquinho de sua graça... Olinto.
Márcio Gleide
Curitiba-PR 01/04/2021
Marcio Gleide: Este poema escrevi na madrugada, após receber a notícia do falecimento de Olinto Simões.
De Olinto Simões para Marcio Gleide: "O meu amigo, Poeta/Irmão, Marcio Gleide Nunes Dos Santos, me surpreende constantemente. Duma simples e rápida conversa, olha o que ele fez:
PROTEJA-NOS
Proteja-nos Senhor Supremo,
Das víboras que caminham entre a gente,
Sorrindo e matando...,
Roubando e abraçando.
Proteja-nos Senhor Supremo,
Dessa gente que tripula o planeta como amebas,
Trazendo regressão aos seres humanos,
Quais outros bichos matam pais por herança.
Proteja-nos Senhor Supremo,
Dos que espancam com punhos,
Ao semelhante, aos anciões,
E jogam ao lixo..., crianças.
Proteja-nos Senhor Supremo,
Dos que vendem drogas, armas,
Dos que vendem a mentira como verdade,
Vendem pessoas e terrenos divinos.
Proteja-nos senhor supremo...,
Pois, não conseguimos identificar os atirados,
Demônios que andam de terno e gravata,
Fantasiados de gente normal, mas, são, serial killers.
Gente essa que com uma caneta às mãos,
São inimigos armados, matam milhares de pessoas,
Saem impunes como se nada tivesse acontecido,
E vai apontar o dedo em direção que não a dela.
Gente que enche a barriga e se farta,
Com a falta de comida em outras mesas,
Tendo vida realizada de reis e rainhas,
Com a desgraça dos que morrem nas esquinas.
Proteja-nos Senhor Supremo,
Daqueles que andam armados para proteger,
Mas, sem se que saiba razão,
Executam chacinas.
Proteja-nos Senhor Supremo,
Dos falsos que nos cercam,
Minando nossas energias...,
Que pensávamos amigos, e não são.
Marcio Gleide Nunes dos Santos
Marcio Gleide Nunes Dos Santos, você não faz ideia do tamanho de seu SER. Abraço. Olinto Simões. Curitiba-PR 03/10/2017
A ENTREVISTA EXCLUSIVA OLINTO/MARCIO GLEIDE:
SEGREDO GUARDADO A SETE CHAVES
"Meu caro Mhario, posso lhe fazer um pedido? Gostaria de indicar o nome de Marcio Gleide Nunes Dos Santos, um poeta extraordinário, para a nossa Academia Poética Brasileira na primeira oportunidade. Ficarei eternamente grato, presidente". (Curitiba-PR, madrugada de 11/2020).
Nota do Editor: um segredo guardado a Sete Chaves, hoje revelado. À pedido do amigo e confrade Olinto Simões, iremos enviar o nome do nosso querido poeta Marcio Gleide Nunes Dos Santos à direção central da Academia Poética Brasileira. Caso ele aceite ser membro e com aprovação do Conselho Direcional da instituição, Marcio deverá inaugurar a nova etapa de reorganização da APB, ou seja, o patrono do escolhido será o primeiro ocupante da Cadeira 56. O patrono, então, passa a ser o imortal Olinto Simões. Aguardamos, pois, a resposta do poeta Marcio Gleide. (Mhario Lincoln, presidente da Academia Poética Brasileira).
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