Nota da jornalista Orquídea Santos, Chefe da ASCOM da APB: o eminente pesquisador carioca e Ghost Writer de algumas celebridades da literatura universal, Sir Germano Sincler, carioca de nascimento e capixaba de coração, já posentado e no alto de seus 79 anos decidiu aceitar o convite do jornalista Mhario Lincoln, com quem fez uma bela amizade, enquanto Mhario fazia um estágio na Câmara Federal, nos anos 80, para, vez por outra escrever sobre personalidades da literatura nacional, como é o caso de João do Rio, João Paulo Coelho Barreto ou ainda, Paulo Barreto, uma figura ímpar, cuja memória deve ser cultuada pelo brilhantismo com que escrevia. Com esse ensaio (parágrafos escolhidos), Sincler estreia em grande estilo no Facetubes para a graça de todos os que apreciam um paladar refinado no texto que conta histórias muito interessantes. Obrigado Sir Germano Sancler. O www.facetubes.com.br é seu. Seja bem-vindo.
O JOÃO DO RIO DAS CARETAS
Sir Germano Sincler, contista, resenhista, tradutor, professor, ghost writer, palestrante, aposentado.
A Casa da Leitura, da Biblioteca Nacional* celebra com exultante regozijo o nascimento do ilustre e eminente escritor, João do Rio, cujo advento ao mundo ocorreu no dia 5 de agosto de 1881. O Rio de Janeiro, essa metrópole que ao longo dos séculos tem sido a musa inspiradora de tantos literatos e cronistas, teve a honrosa prerrogativa de emprestar não somente suas paisagens deslumbrantes, mas também seu próprio nome ao esmerado autor.
João do Rio, nome caricato de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, ou apenas Paulo Barreto, foi jovem prodígio, desabrochando na imprensa já na sua aurora, brilhou ao estrear nas letras aos dezesseis anos, desde então alinhavando sua pena com destacada perícia, com colaborações em prestigiados periódicos da época, tais como "O Paiz", "O Dia" e o célebre "Correio Mercantil".
No transcurso das décadas douradas entre 1903 e 1913, o inimitável João do Rio inscreveu sua prosa sagaz nas páginas da "Gazeta de Notícias", onde, ao abraçar um pseudônimo que se tornaria célebre, moldou sua identidade literária e solidificou seu legado.
Oh, a escolha perspicaz de um pseudônimo, semelhante a uma máscara esculpida com esmero, habilmente usada para explorar as dimensões mais recônditas de nossa personalidade criativa. Assim, como se fosse um mago das palavras, João do Rio, com seu estilo fluente e suas crônicas pulsantes, arrebatou os leitores em uma dança eloquente.
Para aqueles ávidos de desvendar os intricados fios da vida e da arte desse singular autor, convido-vos cordialmente a adentrar nas profundezas do artigo meticulosamente elaborado pela erudita pesquisadora Ana Lúcia Merege, gentilmente hospedado nas páginas virtuais da Biblioteca Nacional.
Lá, desfrutareis de um manancial de informações preciosas sobre João do Rio, podendo também explorar os contornos digitais de algumas de suas obras mais emblemáticas. Eis que a leitura desses tesouros literários se assemelha a uma jornada em um mundo paralelo, onde as palavras ressoam como ecos de uma época passada, repletas de ponderações perspicazes e uma perspectiva ímpar sobre a esplêndida urbe carioca.
Permitamo-nos ser envoltos nas asas da imaginação, transcendendo as barreiras do tempo, e permitindo que a escrita vívida e eloquente de João do Rio nos transporte pelos meandros de sua visão apaixonada do Rio de Janeiro. Como almas criadoras, somos arautos da memória e da inovação, e é por meio das nossas criações que perpetuamos o espírito imorredouro de uma era e de um espaço que deslumbram na tessitura das palavras.
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(*) Casa da Leitura
Localizada no bairro de Laranjeiras, Rio de Janeiro, a Casa da Leitura ocupa uma edificação imponente, com varanda e jardins, que retrata uma época de espaços de circulação generosos e de bom gosto. Assim, torna-se um local aprazível para a prática da leitura e de outras atividades atraentes à comunidade.
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