Edmilson Sanches: novos lançamentos
Até a próxima semana devem estar impressos os novos livros do jornalista, administrador, consultor e palestrante Edmilson Sanches. Um livro é técnico, sobre Administração Pública, e três sobre assuntos da História e Cultura maranhenses (veja abaixo). A Editora Estampa entrega esta semana em São Luís parte da tiragem de três das quatro novas obras, cujos exemplares serão em breve enviados pela Secretaria de Educação do Maranhão para escolas estaduais e outros órgãos públicos. Os livros serão vendidos a 35 reais a unidade (50 reais, com despesas de embalagem e remessa pelos Correios, com número de registro rastreado via "site" dos Correios). Interessados podem fazer reserva pelo WhatsApp / celular (99) 9.8405-4248 ou e-mail: [email protected]. São estes, dois dos novos novos lançamentos:
A CANÇÃO DO BRASIL
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
[...]
“A CANÇÃO DO BRASIL”, provavelmente o primeiro livro brasileiro a fazer resgate sobre a importância, influência e impacto da poesia “Canção do Exílio”, do poeta maranhense Gonçalves Dias, em autores na Literatura Brasileira e de Língua Portuguesa.
Por que a “Canção do Exílio” é ou tornou-se tão popular? O que nela há que leva outros escritores, poetas, autores a apropriarem-se honrosa e honradamente, humilde e humoradamente do título e dos versos dela em títulos e em versos deles?
Livros de poesia e prosa, obras teatrais e musicais (e nem se fale da profusão de trabalhos acadêmicos, da graduação ao pós-doutorado) -- são muitos os esforços e realizações intelectuais, culturais, artísticos, literários, musicográficos sobre ou inspirados naquele poema gonçalvino.
Que magia, fascínio, encantamento se esconde e se revela por aquelas cinco estrofes (três quadras ou quartetos e duas sextilhas) com 24 versos, 113 palavras, 487 letras?
O MARANHÃO NÃO É UMA MENTIRA
Um trabalho sobre a vida e obra do padre jesuíta José de Moraes (1708-1759) e das origens da falsa atribuição do sinônimo “mentira” à palavra “Maranhão”, e a participação do famoso pregador padre Antônio Vieira na construção desse mito até hoje repetido. Sanches foi buscar as origens e desfazer o erro histórico que atribui aos maranhenses a pecha de “preguiçosos”. Ele é diretor do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias e membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), onde o conteúdo foi inicialmente apresentado, sob elogios gerais. A obra tem apresentação do ex-reitor da UEMA, diretor do jornal “O Imparcial” e desembargador aposentado Arthur Almada Lima Filho, decano do IHGM , educador e autor de vários livros que integram a Historiografia maranhense.
Por que atribuem a “Maranhão” o significado de “mentira”? Por que atribuem aos maranhenses a pecha de “preguiçosos”? Há alguma verdade nisso? Ou tudo isso é uma grande mentira? O que o padre Antônio Vieira tem a ver? Ele foi injusto, maldoso? O que a Etimologia e a História podem contribuir.
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