Convidadas de Adriano Siqueira:
Vanessa Matos
Livro: A Filha Perdida
Autora: Elena Ferrante
Editora: Intrínseca @intrinseca
Tradução: Marcello Lino
“As coisas mais difíceis de falar são as que nós mesmos não conseguimos entender.”
Nesse livro, através de textos fluidos, são trazidas por Elena Ferrante diversas mensagens profundas. Prepare-se, pois talvez esse livro te faça confrontar com você mesmo(a).
Eu não conhecia as obras dela e não imaginava a magia que era transmitida através de suas palavras.
Falando sobre transtornos de ansiedade, de problemas familiares e diversos traumas carregados pela personagem Leda (uma mulher de quase quarenta e oito anos que teve uma convivência difícil com as filhas Bianca e Marta), o livro expõe diversas lembranças que vieram à tona a partir do momento em que ela conheceu uma família napolitana, os quais são provenientes da cidade de Nápoles, localizada no sul da Itália.
A família é composta por diversas personagens, dentre elas, uma mulher chamada Nina que tem uma filha chamada Elena, as quais possuem uma ótima relação, o que desencadeou tais lembranças em Leda, o que ao longo da narrativa provoca, em Leda, diversos comportamentos inesperados.
O título do livro faz alusão à boneca de Elena, a qual foi encontrada na praia por Leda e que foi tratada como uma verdadeira criança por alguns dias.
A mensagem que esse livro me transmitiu é que a Leda se sente mal como pessoa e, principalmente, como mãe devido a acontecimentos vividos ao longo de sua vida e através de cenas que foram muito bem descritas no livro.
É uma leitura breve e maravilhosa. Recomendo!
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