Nota do editor: após um trabalho árduo na semana passada em São Paulo, diretamente com os técnicos que administram a Plataforma Nacional do Facetubes, finalmente e de forma integral, inserimos a última e importante parte da nossa GINAI -Generative Artificial Intelligence, fruto de muito sacrifício. E os resultados, mesmo que comecem 'acanhados' ainda, prometem ajudar o Facetubes a dar um salto de qualidade incomensurável, especialmente nas áreas de correções profissionais de textos, colaboração efetiva na construção de 'prompts' para Fotos, Ilustrações, Harmonias melódicas e Diagramação. Avançamos. Evoluímos. Não perdemos o bonde da história. Isso muda tudo! Tive a orientação direta de meu neto, Lorenzo, de 23 anos, especialista em assuntos digitais. Obrigado a todos que acreditam neste legado. (Mhario Lincoln).
EM DISCUSSÃO: Pesquisadores brasileiros seguem desenvolvendo sistemas de inteligência artificial capazes de produzir poemas a partir da prosa literária nacional. O projeto PROPOE 2, por exemplo, ampliou as possibilidades estruturais e rítmicas da geração computacional de poesia. Os estudos demonstram que algoritmos podem identificar padrões sonoros, métricos e prosódicos presentes na literatura brasileira e utilizá-los para criar novas composições poéticas.
O avanço dessas ferramentas reabre discussões sobre autoria, criatividade e os limites da participação das máquinas no processo artístico e literário. Especialistas observam que a inteligência artificial tende a se consolidar como instrumento complementar da criação, inaugurando novas possibilidades de experimentação estética sem eliminar o papel central da sensibilidade humana na produção artística.
A Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto anunciou os homenageados de sua edição comemorativa de 25 anos. Entre os nomes escolhidos estão a escritora Ana Maria Gonçalves, a autora infantojuvenil Thalita Rebouças, a pesquisadora Daniela Penha e o sociólogo espanhol Manuel Castells. O patrono desta edição será o professor Luiz Galina.
O evento, um dos mais tradicionais do calendário literário brasileiro, consolida-se como importante espaço de formação de leitores, promoção da bibliodiversidade e encontro entre escritores, editoras e o público. O mercado editorial também segue aquecido. Somente neste mês de julho, mais de 80 novos livros chegaram às livrarias brasileiras, abrangendo romance, poesia, ensaio, fantasia e obras de não ficção. O cenário reforça a percepção de que a literatura brasileira vive um momento de renovação, com o crescimento de festivais, clubes de leitura e iniciativas de incentivo à circulação de livros e autores.
A exposição internacional Arte Brasil 2026, realizada na província de Aichi, no Japão, tornou-se a maior de sua história, reunindo mais de 200 artistas de 19 países e cerca de 500 obras em exibição. O evento evidencia a crescente projeção internacional da produção artística brasileira e fortalece os laços culturais entre o Brasil e a comunidade japonesa, uma das maiores diásporas nipônicas do mundo. Ao mesmo tempo, o calendário de julho mantém intensa programação de exposições em museus e galerias brasileiras, com mostras dedicadas à arte contemporânea, fotografia, memória social e experimentações visuais. A combinação entre presença internacional e fortalecimento do circuito interno demonstra que as artes visuais brasileiras vivem um período de expansão e de maior inserção global.
O calendário musical de julho continua movimentado por festivais, turnês e grandes eventos de cultura popular em várias regiões do Brasil. Artistas de diferentes estilos mantêm agendas intensas, fortalecendo a economia criativa e a circulação de bens culturais. No Nordeste, especialmente no Maranhão, os grandes eventos populares seguem atraindo milhares de visitantes e impulsionando setores como turismo, hotelaria e gastronomia, consolidando a cultura como importante vetor econômico. Um exemplo: a programação do Vamos Festejar 2026, no Convento das Mercês, em São Luís, com grupos de bumba meu boi e manifestações da cultura popular maranhense. As atividades desta primeira etapa, encerraram-se domingo (12). O detalhe é que antes das apresentações, crianças participaram de oficinas de matracas, pintura de azulejos, pintura em tela e pescaria. O evento também contou com o Espaço Girassol, destinado a crianças neuroatípicas, com acolhimento, conforto e acessibilidade. Mas não acabou. O Vamos Festejar terá novas etapas de 16 a 19 e de 23 a 26 de julho.
As mudanças implementadas na 68ª edição do Prêmio Jabuti ampliaram o diálogo entre o universo acadêmico, o mercado editorial e a cultura digital. A criação da categoria "Incentivo à Leitura – Cultura Digital" reconhece a importância dos novos mediadores de leitura nas plataformas digitais. A premiação também promoveu ajustes em categorias literárias tradicionais, permitindo que obras de escritores estreantes concorram ao Livro do Ano, ampliando as possibilidades de reconhecimento de novos autores. Para as academias de letras e instituições dedicadas à promoção da literatura, a iniciativa representa um reconhecimento das transformações pelas quais passa a formação de leitores no século XXI. O episódio demonstra que a literatura contemporânea já não se limita aos espaços físicos tradicionais e encontra nas plataformas digitais novos caminhos de difusão e permanência.
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Fontes: PublishNews, Correio 24 Horas, Câmara Brasileira do Livro, Arte Brasil 2026, Forbes Brasil e estudos acadêmicos publicados na arXiv.
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