*DIVULGAÇÃO
A obra de Delasnieve Daspet, "Tessitura – 2020 o ano que não aconteceu", foi escrita num intenso e explosivo processo de fusão, reunindo os mais diversos sentimentos de que o ser humano é capaz de vivenciar quando colocado frente a frente com o inesperado, o abrupto, o impremeditado.
É de perdas, de tristes perdas, de desalento, de afrontas, de desacato, de horrores que se ocupa a poética de DD, e não é contrassenso afirmar que Tessitura representa o ponto alto da indignação social, temática trabalhada, obstinadamente, ao longo da carreira da poeta murtinhense.
Em 2015 ela lançou obras também bastante interessantes.
“Poemas de Louvor” e “Pazeando”, publicados pela Life Editora. E sobre isso, na época, disse Daspet: "As pessoas dizem que não leem poesia, mas elas leem, elas procuram na internet, elas guardam, porque a poesia é a forma concisa de falar de coisas que importam a todo mundo”.
Delasnieve é autora de dez livros (na época) e presidente da Associação Internacional de Poetas, a poeta sul-mato-grossense. Pertence e representa várias associações e academias literárias e culturais nacionais e internacionais. O livro “Pazeando”, por exemplo, rodou o mundo chegando a países como França, Estados Unidos e África do Sul, entre outros. “Levo este livrinho como uma bandeira, como uma lança, vou brandindo-a em busca da paz”, resume a autora.
Livros em tamanhos especiais servem de estímulo à leitura
O termo “livrinho” utilizado por Delasnieve para descrever sua obra está longe de ofender a qualidade do mesmo. Ele se relaciona literalmente com o tamanho do livro, que cabe na palma da mão. “Fiz esses livros pequenos para que as pessoas carreguem na bolsa, no bolso, deixem na cabeceira, na gaveta... Para que sirva de estímulo para um encontro consigo mesmo, e dê uma palavra que a pessoa necessita naquele momento”, explica.
Na maioria das vezes, os livros de Delasnieve Daspet tem um conteúdo rico, cheio de mensagens de paz, fé, amizade, conforto e carinho. No livro “Poemas de Louvor”, vale destacar páginas em branco, que, na opinião da autora, "incentivam os leitores a escreverem seus sonhos, pensamentos e até mesmo contatos. É uma forma de motivar a pessoa a colocar no papel o que ela pensa a respeito do livro, orar, agradecer, pedir, e é também um incentivo para que de repente a pessoa “saia do casulo” e escreva suas próprias poesias”, finaliza a autora.
ATOR E DIRETOR DE CINEMA PARANAENSE RECITA DELASNIEVE
Abaixo, a autora Delasnieve Daspet

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