Professor Claudio Pavão Santana
Dói. Como dói não te ver senão pela fotografia.
Se no papel em branco se põe sorrisos e lágrimas, por venturas e desventuras, ao menos na fotografia conseguimos parar o tempo e fracioná-lo. É como se fôssemos um pouco Atlas, com o globo sobre os ombros, capazes de estancar a rotação e a translação. Seremos condenados por Zeus, também, a carregar o peso doído dessa emoção? Que assim seja!
Tantos, como eu, hoje, só comemoram lembranças. Outros, ao desabrigo, são abraçados por solidários comuns gerando uma “maternidade fraterna” que torna em aconchego o corpo umedecido nas águas e nas lágrimas.
Te abraço na imaginação e me abençoo na saudade.
E porque ainda existes em mim é que em tantas mães me sinto acolhido para declarar meu amor.
Todas vós sois prova do Criador; de que Ele fez gerar criaturas para que o Éden existisse sob a forma de mãe.
Deus abençoe sempre a quem nos abençoa até em memória. Que em vós sejam abundantemente derramadas bênçãos, para que a humanidade compreenda, de uma vez por todas, que a figura da mãe deve ser louvada sempre, porque homenagens passam, mas o amor materno mantém viva a esperança nos homens de boa vontade.
São dias e noites que comigo estiveste. São noites e dias que me lembro de ti.
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Professor Titular do Curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão. Pós-Doutorado Universidade de Coimbra ("Ius Gentium Conimbrigae") Doutor em Direito do Estado (Constitucional) - PUCSP Mestre em Direito - FDR-UFPE Professor de Direito Constitucional do Curso de Direito da UFMA Membro da Associação de Ciência Política do Estado de Nova York (NYSOSA), New York State Political Science Association Associado da Associação Brasileira de Direito Processual Constitucional Membro do IBEC Membro da AMLJ Membro da ALL Membro IMADE Pesquisador junto a CAPES-CNPQ - Grupo de Estudos de Direito Constitucional Contemporâneo.

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