Dúctil Prazer
Mhario Lincoln
Os rocinantes de Quixote
e as belas adormecidas
se introjetam por êxtases
dúcteis de dor e magia,
entre a letargia do ósculo e
um empachoso burilar do seio,
no incansável mistério azul
do fármaco da ilusão elíptica
de pandora, abrindo sonhos
da ascensão do delírio e do fictício:
explícita desilusão de ‘Sofia’,
na tradução literal da queda.
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Odeio fármacos
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