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Projeto “Especialistas da Alegria Kids” leva descontração e música para crianças e adolescentes em hospitais de Curitiba

04/12/2025 às 16h25
Por: Mhario Lincoln
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Palhaçata de Natal

Crédito foto abaixo: Marcelo Andrade

 

Curitiba se consolida no cenário nacional como a capital do Natal, com uma programação extensa de apresentações temáticas para moradores da cidade e turistas. O Projeto Especialistas da Alegria Kids, criado em 2021, promove a partir de segunda-feira (8) apresentações da Palhaçata de Natal voltada aos pacientes da ala pediátrica do Complexo Hospital de Clínicas da UFPR/EBSERH e do Hospital Oncopediátrico Erastinho. O grupo formado por palhaços e palhaças profissionais vai levar muita alegria e momentos de leveza para crianças e adolescentes hospitalizados, acompanhantes e colaboradores da área de saúde.

 

As visitas, que acontecem ao longo do ano, ganham um toque natalino com adereços e músicas tradicionais da época. O projeto segue na missão de levar amor com humor, humanismo e afeto durante o mês de dezembro. O elenco conta com a Palhaça Fofys (Regiane Menin), Palhaça Margarida (Mair Soares), Palhaço Vira-brekin (Dieverson Francisco), Palhaço TuruTuru (Massa Nakatani) e com o Palhaço Kiko Tinto (Carlos Moreira). O Especialistas da Alegria Kids é um projeto de palhaçaria hospitalar profissional, dedicado ao público pediátrico, com foco em promover, por meio da arte, o cuidado, vínculo, presença sensível e humanização da rotina hospitalar.

 

O projeto é realizado por uma equipe de artistas profissionais que, além das visitas, participa de um treinamento semanal sob a direção artística do ator e palhaço, Carlos Moreira, além de acompanhamento psicológico mensal com uma psicóloga. Desde a  sua criação, o Especialistas da Alegria Kids já se apresentou para um público de cerca de 140 mil pessoas. 

 

A N Produções Culturais viabiliza o projeto por meio da Lei de Incentivo à Cultura (nº 8.313/1991). “As empresas têm a oportunidade de fortalecer sua responsabilidade social ao tornarem-se parceiras de projetos culturais a partir do benefício da renúncia fiscal do Imposto Renda”, explica o coordenador do projeto, Jefferson Bertoldi.

 

(Crédito Foto: Marcelo Andrade)

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Irmã Marlene CaldasHá 6 meses Minas Gerais/UberabaSou artista visual. Por isso tenho base pra dixzer, olhando essa foto, que todos esses personagens estão felizes com o que estão fazendo. Isso é primordial. O pior é fazer isso e dentro de casa ser o inbverso disso. Mas cada olhar tem muitas verdades. Parabéns ao grupo. Deus está olhando, pois o sangue de Jesus tem poder. Amém?
Parabéns a PalhaçataHá 6 meses RioNão há como não aplaudir a cidade de Curitiba. Amo essa cidade. Sempre na frente. dizem que quando se quer fazer um lançamento nacional. Primeiro se faz em Curitiba. (Almerinda Savalla).
Lúcia Prado, psicóloga e psiquiatraHá 6 meses Imperatriz-MaConcordo do o dr. Juliano Ascêncio, porque o acompanhamento psicológico mensal com uma psicóloga mostra preocupação com a saúde mental de quem atua. Em se tratando de palhaçaria, hospital, vulnerabilidade ou exposição pública, isso é um diferencial ético: cuida do artista como pessoa, ajuda a elaborar emoções, frustrações e limites, evitando que o trabalho seja apenas exploração afetiva.
Dr. Juliano AscêncioHá 6 meses Psicólogo-Bauru SPO treinamento semanal sob a direção artística do ator e palhaço Carlos Moreira indica continuidade, disciplina e um processo formativo estruturado, orientado por alguém com experiência em cena e comicidade. Isso sugere aprimoramento de linguagem corporal, escuta, improviso, tempo cômico e presença cênica. De outro lado, o acompanhamento psicológico com uma psicóloga mostra preocupação com a saúde mental de quem atua.
Prof. Dr. Carlos Jacintho (USP/aposentado).Há 6 meses São Paulo SPLevar alegria aos hospitais tem um fundamento humano e clínico muito claro: o riso e o afeto aliviam a ansiedade, reduzem a percepção da dor, aproximam famílias e equipes de saúde e devolvem à pessoa doente algo que o ambiente hospitalar costuma roubar dela — a sensação de ser mais do que um diagnóstico. Programas como o criado pelo médico americano Hunter “Patch” Adams, que há décadas usa o humor como parte do cuidado, mostram que brincar à beira do leito ajuda a diminuir estresse e o medo.
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