Natinho Costa Fênix, pseudônimo literário de Raimundo Nonato Costa Guilhermino, é professor e escritor, poeta e autor dos livros infantis As aventuras de uma gotinha d’água e o Gatinho que não sabia miar. Ensaísta, tem inédito o livro Poemas da saudade que ficou (o tema saudade na poesia maranhense). É membro efetivo da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (SOBRAMES) e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), onde ocupa a cadeira 38, patroneada por Antônio Batista Barbosa de Godóis.
A escritora Linda Barros escreveu sobre ele recentemente, aqui no facetubes.com.br.
Reproduzimos parte desse belo texto: "(...). Umas das frases mais célebres que sempre ouvimos é “filho de peixe, peixinho é”, o que simploriamente significa dizer que temos um espelho em casa e que temos em quem nos inspirar e levar adiante coisas boas e sempre que possível expressar isso com muito orgulho. Como nos conta o professor e escritor Raimundo Nonato, sua vocação literária surgiu com incentivo da mãe, que era contadora de histórias e contadora de cordel nas noites do interior da pequena cidade natal.
Professor formado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, instituição na qual se especializou em Perspectivas Críticas da Literatura Contemporânea. Desde muito cedo, aos 14 anos de idade, Natinho despertou para a escrita, no entanto só começou a publicar suas obras na década de 80, época em que também fazia estudos de análises de obras para o vestibular, que eram vendidas em edições simples em bancas de jornais, tendo grande aceitação por porte do público.
Foi em 1990 que ele lançou seu primeiro livro intitulado “Eu Pecador”. O tempo vai passando e o professor segue sua rotina de sala e aula até chegar os anos de 2000, quando lançou seu primeiro livro de literatura infantil, “As aventuras de uma gotinha d´’água” levando ao mundo mágico das crianças um pouco da magia de uma gotinha d’água que quer deixar a ribeira para morar no oceano.
E como uma gotinha d’água neste oceano chamado literatura, Natinho Fênix tem a missão de levar magia e encantamento aos pequenos leitores, no entanto com a simplicidade de conquistar a todos, acabou ganhando também admiradores jovens e adultos. E foi então que em 2015 o oceano se abriu para a chegada de “O gatinho que não sabia miar”, como bem disse Ana Maria Ahid Soares ao prefaciar a obra, “Essa obra é mais uma contribuição para a formação da humanidade da criança, daí a importância de sua temática, dentro de um linguajar atraente e fácil de entendimento por parte de sua clientela”.
Ambas obras infantis, mexem com o imaginário das crianças, que se encantam com seus personagens, onde são levados ao mundo mágico que fomenta toda imaginação dos pequeninos leitores. Natinho Fênix tem esse dom, de usar palavras, de fácil entendimento dos leitores, fazendo com que, uma estória simples, mas com belas ilustrações, seja carregada de aspectos significativos (...)".
Abaixo, a rápida entrevista que o jornalista Mhario Lincoln fez com Natinho Costa Fênix, na AMEI- Associação Maranhense de Escritores Independentes, em S.Luís-MA, falando de algo pouco arguido na grande mídia literária do país. Mas que o escritor maranhense consegue recuperar e divulgar com toda sua sapiência sobre essas obras para crianças e adolescente escritas no começo dos anos 50/70 do escritor Josué Montello, autor do fabuloso livro "Tambores de São Luís", literatura adulta:
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