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Recordando o inesquecível confrade da APB, pensador Olindo Simões: "Instigante Desafio"

GRANDES NOMES DA APB

21/07/2021 18h18 Atualizada há 3 dias
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Arquivo: João Batista do Lago.
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INSTIGANTE DESAFIO 

Inesquecíveis nomes da Academia Poética Brasileira: OLINTO SIMÕES

Passou o tempo e já lá se vão nove dias que meu Amigo e Confrade da Academia Poética Brasileira, João Batista Gomes do Lago me ligou pelo WhatsApp, comentou sobre uma vontade que tinha de escrever a respeito da vida de duas pessoas que tinham em comum, a data de morte de um e a data do nascimento de outro, mas, que não se sentia à vontade para o pretendido. Então, me instigou a escrever algo sobre os dois vultos eméritos da história humana, um contemporâneo e outro nem tanto, como nas palavras de João, "dos medievos dias".

O primeiro, Aurelius Augustinus Hipponensis, ou Agostinho de Hipona, ou ainda Santo Agostinho, nascido em 13 de novembro de 354 d.C., e o segundo, Manoel Wenceslau Leite de Barros, ou simplesmente, Manoel de Barros, nascido em Cuiabá, falecido em 13 de novembro de 2014.  

O ponto de ligação entre os dois, fato causador da oportunidade de João Batista, me instigar à escrita, é o acaso do segundo – Agostinho – ter nascido no dia em que o primeiro – Barros – morreu, embora com 1.584 anos de distância entre uma e outra data, e o pior, em calendários diferentes.

Assim, numa realidade irreal, não sei ao certo, o quê na incerteza da realidade, me faz começar a juntar palavras que parecem sem muito nexo, mas, em verdade, em verdade vos digo – bem religioso isso não? – saem do meu plexo solar fazendo meus neurônios viscerais entrarem em total efervescência, até que as palavras se percam em deslimites, perco a noção do tempo, que na consciência inconsciente – na boa – não sei se existe e nem faço ideia de como nisso cheguei, mas, sei que aqui estando, preciso me centrar para não sair voando.

E antes que me crucifiquem – bem religioso isso não? – pela minha "ignorãça", quero afirmar que anafora/mente minha mente, não mente.     

Neste tempo vivido, em que as pessoas se afastam do belo; tempo sem muita poesia; tempo duma pós-modernidade em que a Antropofagia cultural se faz cada dia mais forte no sentido de alimentar a fraqueza intelectual, alimentada que é pelo canibalismo celular; tempo vorazmente devorado por publicações on line; tempo em que o aplicativo Instagram, insta o que já aconteceu; tempo em que a pergunta em inglês – Whats –em português todo mundo responde, até o que perguntado não foi; centro-me em definitivo nos marcadores de tempo, para não me sentir lançado longe, pela força centrífuga da rotatória planetária, ou puxado pra dentro centripetamente tiltado, sem entender o que me sucede ou sucedeu.   

Olho para a parede à frente e vejo um relógio que marca a hora de começar – o quê, não sei – porque os ponteiros analógicos, dispararam em curvas sequenciais, como se fossem números digitais que correm sem fazer curva, num cronômetro de inteligência artificial.

Literariamente sensibilizado, em ufanas pela lembrança de meu nome, me percebi logo em seguida lançado à arena, curiosamente, por um leão (?) que deveria se chamar Daniel (?) e se satisfaria em me ver devorado por uma fera chamado João Batista (?) que sem me batizar, manteve-me pagão, para me apresentar ao Bispo de Hipona (?) nominado Augustinho, que seria um dos meus missivados.

Foi um desafio ao qual apaixonado, e ludicamente aceito; me lancei, mas, sei que partindo de quem veio pequeno não seria, e não foi. Na explanação do nada dizer, fez juntar analogamente, Santo Agostinho de Hipona (Argélia – África) com outra figura de uma arena mais conhecida, o Poeta Manoel de Barros (Mato Grosso – Brasil).
O tempo passa. Olho o relógio do sol e vejo sombra em dois lados.
Em repente de catrapiscar me senti como se tivesse deixado de ser la Pièce de Résistance e me tornado Un Invité D'honneur para degustar Le Salutar Dessert Au Camembert Flambé, tão doce me foi perceber que havia lógica no proposto tema. 

Se ao segundo indicado eu conhecia, do primeiro que me era ilustre desconhecido só tinha ouvido falar quando criança nas poucas idas à igreja, contudo, fui pesquisar e vi que seria fácil atender à demanda de João Batista, que não era do Jordão, mas, se findava num escuro sombrio e o vi..., como o monstro do Lago.

Ele queria que eu conseguisse unir a Estrela Sol ao Planeta Plutão, o que representava a racional ação de conservar gelo num forno acesso.

A equidistância organizacional comparativa do último sistema citado – Solar – com a sistemática canônica da Igreja Católica dos anos 300 d.C. – Agostinho foi Bispo – não pode ser nem imaginada, por causa do tradicionalismo mais que arcaico, mesmo para àquela época.

Pensei, estudei, avaliei, me perdi e me senti escorrer aos poucos como areia de ampulheta, pelo gargalho apertado.

Agostinho de Hipona, é uma fatia do passado europeu/africano da Pré-idade média e Manoel de Barros, outra fatia, porém, de um presente que tem menos de um século, se contar do pós-Movimento Modernista do Brasil evolutivo em ebulição, depois de sediar em São Paulo, no ano de 1922 a Semana de Arte Moderna.

Juntar esses dois vultos igualar-se-ia a uma tentativa esquisofrênica de querer ser consagrado como um Literato Plural Historiador, um Arauto de Santo Agostinho, e ao mesmo tempo, Porteiro do Teatro Municipal de São Paulo, nos disso de fevereiro de 1922, dizendo para o Grande Villa Lobos, que ele não poderia adentrar ao teatro fumando charuto, e reclamar de um cara que ficou sentado na escadaria do teatro, esperando o pós-modernismo chegar. Manoel de Barros.

Essa..., João Batista Gomes do Lago..., você me paga!

Sinto que se esvai o tempo num competente e inacreditável cogumelo atômico. Percebo que meu Oscilador de Quartzo, tem ritmo preciso e produz uma onda luminosa. Lança as cores do arco-íris em minha direção, a cada instante que me entendo um viajor do tempo. Antes que tal frequência me envolva, volto à missão.

Ameaça à parte, vou ao enfrentamento do desafio.

Agostinho, era um quase prisioneiro canônico. Só não foi, porque detinha uma quase ceticidade eclética, inclusive estudando astrologia – não sei como conseguia. Os anos no século IV tinham dez meses e o zodíaco tem 12 casas – e mesmo assim atingiu alto grau dentro da "Santa Madre Igreja" (?).

Manoel de Barros foi um quase modernista na manutenção duma antiguidade moderna para a época. Ele quase se situa e se iguala às vanguardas europeias do início do século XX; período movimentado por tantos Movimentos como o movimento Pau-Brasil – literário nativista – de um verdeamarelismo ímpar, defendendo a poesia moderna brasileira, como produto de exportação; sem fechar os olhos à mudanças e se identificando como partícipe do incrível, crucial e estupendo, movimento Antropofágico, de Oswald de Andrade et caterva de excelente estirpe.

Mas, porém, todavia; no entanto; apesar de; também não obstante, sem obstar; entretantoainda assimsem embargo de novo e novamente, João tenha se ausentado de meu pensamento, me vejo e me sinto linkado à ordem passada. Ambos sabemos que missão dada é missão cumprida.

O Túnel Do Tempo se abre, sinto-me magneticamente atraído pela Roda Espiral Do Tempo. Viajo 72 anos literários, escorrego e caio em 1994. Me deparo com um livro de prosa poética..., modalidade da qual me apaixonei. "O Livro das Ignorãças" dessa incógnita/notória figura sisuda e de sorriso largo, que me ensinou no segundo capítulo que era possível se criar os "Deslimites das Palavras". Manoel de barros.

Ele, de ignorante nada tinha, estudou em colégio interno, e o que se sabe desses colégios é que desde sempre, mantiveram grande rigidez em conduta pessoal e muita exigência em termos de aprendizado.

Publicou o primeiro livro de poesias “Poemas Concebidos Sem Pecados”, ainda jovem e começou também cedo, a dominar uma retórica em que versos simples, eram a base dos poemas, pois, ele usava elementos regionais de Mato Grosso e conjurava às considerações existenciais, uma espécie de surrealismo poético.

Era um espontâneo naturalista e isso fez com que alguns críticos o colocassem como meio primitivo, o que não representava verdade.

Manoel de Barros, tinha formação acadêmica, formou-se em Direito, e era um cidadão cosmopolita. Viveu no Rio de Janeiro, viajou à Bolívia, Peru e Nova York. Gostava da poesia modernista francesa.

Em segundos, logo após ter-me situado em 94, fui simultaneamente guinchado pela pena de Santo Agostinho de Hipona, dominante da maravilhosa arte da eloquência, de bem argumentar; senhor da arte da palavra, domesticador da retórica, um controlado instrutor dos conjuntos de regras que constituem grafia pura e rica fala vernacular, que estava disposto a apresentar as "Confissões" do conhecido livro.

Começou contando que quando foi reconhecido pelo Império Romano procurou com base nos estudos realizados se posicionar politicamente. Ensinou Gramática. Depois, mudou-se para Cartago e foi dirigir uma escola de retórica.

O comportamento indomável dos estudantes o incomodava. Mudou-se novamente, desta feita para Roma onde acreditava estarem os mais brilhantes retóricos e se desapontou com a indiferença da recepção pelas escolas romanas.

Demonstrando simpatia pelo maniqueísmo, não chegou a se tornar iniciado, preferiu ser ouvinte, nível mais baixo daquela hierarquia, já que ele mesmo se sentia num dualismo moral, dividido entre duas forças em equilíbrio. O bem e o mal.

Finalmente, encontrei o ponto, a possível condição de aproximar um e outro: o Cético Religioso Professor de Retórica e o Poeta Advogado que deslimitava palavras.

O primeiro Douto da explanação oral, da retórica – literalmente um conjunto de regras da língua falada – da arte do bem dizer as palavras, da sabedoria de apresentar e defender um tema, da arte da eloquência e no caso do segundo, cabe uma pergunta:

- Qual bom advogado não é Douto da explanação oral; não tem conhecimento de como usar um conjunto de regras da língua falada; a arte do bem dizer as palavras; a sabedoria de apresentar e defender um tema, a arte da eloquência?

Para que possa cumprir a missão, colocarei um frente ao outro, conversa dialógica. Esses dois que se entendam. Lanço lenha na fogueira romana, aplaudo a Semana de Arte Moderna e caio fora para que não me joguem na fogueira e não pensem que tenho idade para ter participado da segunda, mas, estudei com quem lá esteve.

E o tempo passado antigo, presente se fez de novo, no passar a criar passado novo, tão rápido, para me lançar no futuro que presente, passava rapidamente.

Minha Klepsydra tão querida, fragmentou-se ao discorrer do tempo e aumento da força gravitacional, quando vi chegar 2020, e fui jogado para cima e sem paraquedas, pelo monstro do Lago, não o Ness.

Como sair dessa? – Já sei. Criarei um diálogo – como se possível fosse – entre as duas vertentes literárias de tempos tão dispares e consecutivamente tão iguais. 

Usarei de Agostinho de Hipona, o Livro, "Confissões" e de Manoel de Barros, "O Livro Sobre Nada", um respondendo ao outro. O tema do tal diálogo ficará então sendo..., "Confissões Sobre O Nada"..., profundamente Místico/mítico/metafórico e ao mesmo tempo com certidão de hermetismo digna de Hermes. Um quê de ilação, muito de empirismo, uma boa dose de sofismo e para facilitar, nada fácil de entender.

 

Aí está a cena aberta, numa ágora curitibana:

Agostinho de Hipona – És grande, Senhor e infinitamente digno de ser louvado; grande é teu poder, e incomensurável tua sabedoria

Manoel de Barros – É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.

Agostinho de Hipona – E o homem, pequena parte de tua criação quer louvar-te, e precisamente o homem que, revestido de sua mortalidade, traz em si o testemunho do pecado e a prova de que resistes aos soberbos.

Manoel de Barros – Tudo que não invento é falso.

 

Agostinho de Hipona – Acaso não estás todo em todas as partes, sem que haja coisa alguma que te contenha totalmente?


Manoel de Barros – Tem mais presença em mim o que me falta.
 

Agostinho de Hipona – Tao oculto e tão presente, formosíssimo e fortíssimo, estável e incompreensível; imutável, mudando todas as coisas; nunca novo e nunca velho; renovador de todas as coisas, conduzindo à ruína os soberbos sem que eles o saibam; sempre agindo e sempre repouso; sempre sustentando, enchendo e protegendo; sempre criando, nutrindo e aperfeiçoando, sempre buscando, ainda que nada te falte. 

Manoel de Barros – Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira. 

Agostinho de Hipona – Dize a minha alma: Eu sou a tua salvação. Que eu ouça e siga essa voz e te alcance. Não queiras esconder-me teu rosto. Morra eu para que possa vê-lo para não morrer eternamente.

Manoel de Barros – Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.

Agostinho de Hipona – Não quero contender em juízos contigo, que és a verdade, e não quero enganar-me a mim mesmo, para que não se engane a si mesma minha iniquidade. 

Manoel de Barros – Sou muito preparado de conflitos. 

Agostinho de Hipona – Permita, porém, que eu fale em presença de tua misericórdia, a mim, terra e cinza; deixa que eu fale, porque é à tua misericórdia que falo, e não ao homem, que de mim escarnece. Talvez também tu te rias de mim, mas, voltado para mim, terás compaixão. 

Manoel de Barros – Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.

Agostinho de Hipona – Acaso alguém pode ser artífice de si mesmo? Porventura existirá algum outro manancial por onde corra até nós o ser e a vida, diferente da que nos dais, Senhor, tu em quem ser e vida não são coisas distintas, porque és o Sumo Ser e a Suprema Vida? 

Manoel de Barros – O meu amanhecer vai ser de noite. 

Agostinho de Hipona – Que importa que alguém não entenda essas coisas? Que este alguém se ria, e diga: que é isto? Que se ria assim, e que prefira encontrar-te sem indagação do que, indagando, não te encontrar. 

Manoel de Barros – Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção. 

Agostinho de Hipona – Logo, era então digno de repreensão o meu proceder; mas como não podia entender a censura, nem o costume nem a razão permitiam que eu fosse repreendido. 

Manoel de Barros – O que sustenta a encantação de um verso é o ilogismo. 

Agostinho de Hipona – Por isso, sendo tais coisas perdoáveis em um menino, quando se acham em um adulto, mal as podemos suportar. 

Manoel de Barros – Sábio é o que adivinha. 

Agostinho de Hipona – Tenho vergonha, Senhor, de ter de somar à vida terrena que vivo aquela idade que não recordo ter vivido, na qual acredito pelo testemunho de outros, por vê-lo assim em outras crianças, embora essa conjectura mereça toda a fé. 

Manoel de Barros – Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições. 

Agostinho de Hipona – Para que ocupar-se dele, se dele já não conservo nenhuma lembrança? 

Manoel de Barros – A inércia é meu ato principal. 

Agostinho de Hipona – Mas donde podia proceder essa aversão, senão do pecado e da vaidade da vida, porque eu era carne e vento que caminha e não volta? 

Manoel de Barros – Não saio de dentro de mim nem pra pescar. 

Agostinho de Hipona – Não gritem contra mim os comerciantes da gramática, pois, se eu os interrogar sobre se é verdade [...] como afirma o poeta, os néscios responderão que não sabem, e os sábios negarão o fato. 

Manoel de Barros – Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma. 

Agostinho de Hipona – Do mesmo modo, se lhes perguntar o que seria mais prejudicial para a vida humana: esquecer o ler e o escrever, ou todas as ficções dos poetas, quem não vê que logo responderia aquele que não estivesse de tudo esquecido de ti? 

Manoel de Barros – Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia. 

Agostinho de Hipona – Era a dificuldade de ter de aprender totalmente uma língua estranha que, como fel, aspergia de amargura todas as doçuras das fábulas gregas.

Manoel de Barros – Eu queria ser lido pelas pedras. 

Agostinho de Hipona – Eu ainda não conhecia nenhuma palavra daquela língua, e já me obrigavam com veemência, com crueldades e terríveis castigos, a aprendê-la.


Manoel de Barros – As palavras me escondem sem cuidado.
 

Agostinho de Hipona – [...] eu, ainda criança, também não conhecia nenhuma palavra de latim; contudo, com um pouco de atenção, o aprendi [...] impelido unicamente por meu coração desejoso de dar à luz seus sentimentos, e o único caminho para isso era aprender algumas palavras, não dos que as ensinavam, mas do que falavam, em cujos ouvidos ia eu depositando quanto sentia. 

Manoel de Barros – Aonde eu não estou as palavras me acham. 

Agostinho de Hipona – Muitas palavras úteis aprendi nelas, é verdade; porém, estas também se podem aprender em estudos sérios, e este é o caminho seguro pelo qual deveriam encaminhar as crianças. 

Manoel de Barros – Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas. 

Agostinho de Hipona – Acaso não foi em ti que li a fábula de Júpiter que troveja e adultera? É verdade que não podia fazer tais coisas ao mesmo tempo, mas assim se representou para autorizar a imitação de um verdadeiro adultério com o encantamento de um falso trovão. 

Manoel de Barros – A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos. 

Agostinho de Hipona – “Aqui se aprendem as palavras; aqui se adquire a eloquência, tão necessária para persuadir e explicar os pensamentos; não poderíamos, pois, aprender as palavras: 

Manoel de Barros – Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos. 

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