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Todos os caminhos estão levando à criação da Orquestra Sinfônica do Maranhão

Educação & Cultura.

04/10/2021 às 15h50
Por: Mhario Lincoln Fonte: Divulgação. Original/Imprensa UFMA
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O reitor UFMA Natalino Salgado e a pró-reitora de Extensão e Cultura, Zefinha Bentivi
O reitor UFMA Natalino Salgado e a pró-reitora de Extensão e Cultura, Zefinha Bentivi

O reitor Natalino Salgado recebeu o deputado estadual Hélio Soares (PL), autor do projeto de lei 607/2019, que estabelece diretrizes para a criação do Programa Pedagógico Musicultura e pela Formação da Orquestra Sinfônica do Estado do Maranhão. A reunião teve por objetivo consolidar a parceria do deputado com o curso de Música, para contribuições futuras possibilitadas pela aprovação da lei. Também estavam presentes na reunião a pró-reitora de Extensão e Cultura, Zefinha Bentivi; a diretora de Assuntos Culturais, Rosélis Câmara; o pró-reitor de assistência estudantil, Leonardo Soares; o assessor especial da reitoria, Arkley Bandeira; e o professor Antônio Padilha, do departamento de Música.

A reunião assenta um caminho para o desenvolvimento científico da UFMA e as emendas pela contribuição cultural, contou o deputado Hélio Soares. “A UFMA é nossa referência cultural e acadêmica. Precisamos estar juntos para que possamos cada vez mais incrementar os cursos de uma maneira geral. É importantíssimo que todos nós estejamos unidos para atualizar os centros tecnológicos da universidade, para que os alunos se sintam protegidos e para o aperfeiçoamento dos cursos de maneira em geral”, explicou.

Com o projeto de lei, a cultura maranhense se fortalece por caminhos cruciais e pouco explorados, apontou o professor Antônio Padilha. “Todo projeto que visa o desenvolvimento educacional e cultural do nosso estado tem que ser abraçado, bem-vindo e defendido. Temos uma forte cultura popular, mas a cultura erudita é a base para fortalecê-la. Uma orquestra sinfônica no Maranhão, por menor que seja, será um instrumento educacional fantástico para o estado dar um salto de qualidade naquilo que mais esperamos: o fortalecimento ainda maior da cultura local”, comentou.

Além do curso de Música, o projeto beneficia estudantes da Escola de Música Lilah Lisboa de Araújo e demais instituições locais que empregam músicos e profissionais administrativos. “Temos que pensar a orquestra não só como produto, mas também como meio de difusão e fortalecimento de educação”, conclui o professor Padilha.

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