Divagações.
OSMAN ARRUDA, advogado e presidentre do IBTJ
A inteligência humana se queda sempre diante das indefinições dos fenômenos da vida e da morte. A vida tal qual uma indústria seriada, emerge da junção de vontades e dos fenômenos biológicos.
Sedimentada pelo espirito se corporifica pelo fator multiplicador das células. A morte pelo seu caráter mais simples, se define pela total desconstituição destas mesmas células.
Nestes dois fenômenos, o mistério cognitivo entre o que impulsiona a vida e por que esta fenece. A vida é o mistério de todas as causas, da energia oculta, do sincretismo absoluto ou, ainda, da espiritualidade divina.
Enfim, nos apresentamos como passageiros do tempo para uma grande e limitada viagem, com passagens e destino pré-agendados. Portanto, vida e morte são fatos reais. No desafio do - entre o aparecimento e o fim. - sem dúvida a morte é mais impressionista.
Nutre-se esta no curso existencial, o precioso tempo à devoção divina, traz em seu esplendor de luz, o brilho da alma revestida de seu eterno espírito.
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