O Poder da ‘gente’, como máxima de um cenário secular
(*) Mhario Lincoln
A maioria das manifestações de aniversário da cidade mostrou a arquitetura e as riquezas físicas de São Luís do Maranhão, enquanto o maestro Fernando Mouchreck acrescentou ao físico ludovicense uma pitada das mais importantes nisso tudo: GENTE!
Lembro muito bem de uma frase imensa pintada à entrada do prédio de azulejos, de três andares, na praça João Lisboa, onde funcionava a Caixa Econômica Federal. Era de Josué Montello e se referia ao valor da gente no ambiente arquitetônico. Ou seja, as coisas físicas belas, aplaudidas, rememoradas, elogiadas, somadas à sensibilidade da VIDA, a ebulição de GENTE! Afinal, nossa gente faz a Cidade de São Luís.
Mouchreck, em rápidos flashes, em seu ‘Instagram’, conseguiu elencar, em parte, toda uma plêiade de pessoas grandiosas que por aqui vivem, viveram e produziram.
Essas lembranças fizeram meus olhos pensarem poesia, arte, sabor, saudade e reconhecimento.
Grande abraço Fernando! Por isso e por causa disso – desse viés diferenciado – que o Coral São João é o que é, premiado no Mundo inteiro, levando ‘a gente do Maranhão’ o mais longe possível, conseguindo ultrapassar com mérito, a ponte do Estreito dos Mosquitos.
Beijos em seu coração, meu amigo.
(*) Mhario Lincoln é presidente da Academia Poética Brasileira
Instagram: fernandomouchreck
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