Redação do Facetubes
Péricles Maranhão: (14 de agosto de 1924 - 31 de dezembro de 1961) "O Amigo da Onça" foi publicado publicado em um cartoon pela primeira vez na revista "O Cruzeiro", em 23 de outubro de 1943.
Péricles Maranhão, conhecido simplesmente como Péricles, foi um importante cartunista brasileiro, célebre por suas tirinhas "Amigo da Onça" publicadas na revista O Cruzeiro entre 1943 e 1961. "Amigo da Onça" se tornou um marco na história do humor gráfico brasileiro, refletindo a sociedade e os comportamentos da época com uma sagacidade e uma ironia mordaz que capturavam a essência das relações humanas e das hipocrisias sociais.
"Amigo da Onça" estreou em 23 de outubro de 1943 e rapidamente ganhou popularidade. O personagem-título, um sujeito malicioso e sarcástico, representava aquele amigo que, ao invés de ajudar, coloca os outros em situações embaraçosas e desconfortáveis. O sucesso da tirinha se deve ao humor afiado de Péricles e à sua capacidade de captar e satirizar o cotidiano brasileiro. O estilo de Péricles era caracterizado por um traço limpo e expressivo, com um senso de timing cômico que fazia de cada tira um pequeno estudo de comportamento humano. "Amigo da Onça" não apenas divertia, mas também fazia reflexões críticas sobre a sociedade brasileira, destacando as falhas e hipocrisias das pessoas de maneira humorística. Esse estilo de humor crítico e reflexivo foi pioneiro no Brasil e influenciou gerações de cartunistas e humoristas que vieram depois.
O impacto cultural de "Amigo da Onça" foi tão significativo que o personagem se tornou parte do léxico popular brasileiro. A expressão "amigo da onça" é usada até hoje para descrever alguém que, sob a aparência de amigo, age de maneira traiçoeira ou desagradável. A tirinha de Péricles deixou um legado duradouro na cultura e na história do humor gráfico no Brasil. Fontes importantes sobre o trabalho de Péricles incluem o livro "O Amigo da Onça: A Caricatura de uma Época", de Jô Soares e outros, que oferece uma compilação e análise das tirinhas "Amigo da Onça", proporcionando um olhar detalhado sobre o trabalho de Péricles e o contexto em que suas tiras foram criadas. Artigos como "Amigo da Onça: A crítica social através do humor", publicado na Revista de História da Biblioteca Nacional, exploram como Péricles utilizava o humor para fazer críticas sociais e como sua obra refletia a sociedade brasileira da época.
Em entrevistas, o cartunista Jaguar frequentemente mencionava a influência de Péricles e "Amigo da Onça" em seu próprio trabalho, destacando a importância dos cartoons na evolução do humor gráfico no Brasil. A obra de Péricles e sua criação "Amigo da Onça" continuam a ser estudadas e celebradas como uma parte fundamental da história do humor no Brasil. Seu trabalho não apenas divertia, mas também oferecia uma crítica perspicaz da sociedade, mantendo sua relevância e influência até os dias de hoje. Para mais detalhes e uma visão aprofundada sobre o trabalho de Péricles, os recursos mencionados são excelentes pontos de partida.
Pois é! Tanto tempo e ainda continuam os "amigos da onça", a rodearem a vida dos viventes.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
POESIA MARANHENSE DANIEL BLUME: O JARDIM COMO LUGAR DE ENCONTRO ENTRE O AMOR E A LIBERDADE DE SER
A PINTURA DE QUIXOTE Quando traços de óleo em cerdas sensíveis conseguem mostrar Quixote sobre as águas do impossível
JOÃO EWERTON João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Dia do Poeta Ser poeta é não pedir licença à Vida. É Viver intensamente!
NERES PINTO ESPECIAL CONSAGRAÇÃO - Carlos Alberto Lima Coelho, da premiação internacional ao Apocalipse dos Anônimos Mín. 10° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 17°
Tempo nubladoMín. 11° Máx. 21°
Tempo nublado
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”