O dia 20 de março celebra uma atividade milenar que, mesmo diante das inúmeras possibilidades tecnológicas atuais, permanece indispensável para a transmissão cultural e o incentivo à leitura: o ato de contar histórias. Originalmente, os contadores eram guardiões da memória coletiva, mensageiros das culturas ancestrais responsáveis pela oralidade das lendas, mitos e tradições que atravessaram gerações. Hoje, seu papel ganha relevância renovada diante do amplo acesso a livros, filmes e conteúdos digitais.
"A mediação do contador de histórias valoriza especialmente a oralidade, despertando o interesse por obras literárias em públicos diversos, inclusive naqueles que ainda não tiveram contato direto com os livros apresentados", explica Viviane Silva, contadora de histórias e orientadora de atividades da Biblioteca do Sesc da Esquina, em Curitiba. Isso significa dizer que essa narrações que acontecem em todo o Brasil, vão além da simples narração: "são oportunidades de interação e enriquecimento cultural", como afirma Natinho Fenix, professor, escritor e contador de história de São Luís do Maranhão (foto).
Junto a essas narrativas seguem na maioria das sequências, muitas iniciativas promovidas pelos Clubes de Leitura, geralmente criados nas bibliotecas de várias partes do país. Geralmente esses encontros são focados na discussão crítica e coletiva de obras variadas, desde poemas e contos até romances, visando incentivar o hábito da leitura e construindo um espaço de diálogo entre leitores e autores.
Em Curitiba, por exemplo, o escritor paranaense Dalton Trevisan (recém-falecido), será um dos homenageados durante a 44ª Semana Literária e Feira do Livro, evento realizado em 27 cidades do Paraná, entre os dias 13 e 17 de agosto.
Desta forma, este dia 20 de março é muito importante para todos aqueles que apreciam levar a tradição oral (e e milenar) adiante. E como fala Natinho Fenix, essa atividade de contador de história, "junta-se a um conjunto de outras ações dinâmicas que aproximam o público do universo literário por meio dessas contações, juntanto também elas, a oficinas educativas e atividades de escrita".
Então, nesta data, a editoria-geral da Plataforma Nacional do Facetubes (www.facetubes.com.br), tendo Natinho Costa Fenix como representante, aproveita para cumprimentar a todos e a todas que se dispõem a dar continuidade a essa prática tão valiosa, em meio a uma enxurrada de manifestações eletrônicas e das redes sociais.
Mohana e Cassas “PLENITUDE HUMANA”: O LIVRO EM QUE JOÃO MOHANA COLOCOU O HOMEM DIANTE DE SI MESMO
POESIA MARANHENSE DANIEL BLUME: O JARDIM COMO LUGAR DE ENCONTRO ENTRE O AMOR E A LIBERDADE DE SER
A PINTURA DE QUIXOTE Quando traços de óleo em cerdas sensíveis conseguem mostrar Quixote sobre as águas do impossível
JOÃO EWERTON João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Dia do Poeta Ser poeta é não pedir licença à Vida. É Viver intensamente!
NERES PINTO ESPECIAL CONSAGRAÇÃO - Carlos Alberto Lima Coelho, da premiação internacional ao Apocalipse dos Anônimos Mín. 10° Máx. 19°
Mín. 10° Máx. 17°
Tempo nubladoMín. 11° Máx. 21°
Tempo nublado
Colunista Socorro Guterres COMO UM CÃO: O ABSURDO JURÍDICO EM O PROCESSO
Coluna de RUY PALHANO Dr. RUY PALHANO em texto que fala profundamente sobre a “perda do sentido e o vazio exsistencial”
Academias Brasil/Exterior Coirmãs João Ewerton celebra 50 anos de pintura e revela, em sete fases, as raízes culturais do Maranhão
Coronel Carlos Furtado De Carlos Furtado:“A DIFÍCIL ARTE DE SER POETA”