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Mulher Babaçu: "O Outro Lado da Poderosa Ana Jansen"

Coluna de entretenimento

15/11/2020 10h20 Atualizada há 7 dias
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Mulher Babaçu
Mulher Babaçu
Mulher Babaçu

COLUNA DA MULHER BABAÇU 

Domingo, 15.11.2020

 

Alô pequenos e pequenas. Começo hoje a coluna resgatando a história de Ana Jansen, publicada em “O Imparcial”, assinada por Fernando Costa, a quem agradeço publicamente.

O verdadeiro medo da poderosa Ana Jansen

Ela foi contra todos e todas, quebrou paradigmas e foi julgada por isso. Mas seu poder continua lendário.

Por: Fernando Costa

Ana Joaquina Jansen Pereira, antes de tudo, era uma mulher à frente do seu tempo. Nos altos e baixos de sua vida, fez fortuna e conseguiu poder – o que incomodou muita gente. Sua lenda é passada de geração em geração a ainda parece muito atual. Mas como ela se tornou a Rainha do Maranhão?

Tudo começa com um desatino: ainda adolescente, na província de São Luís do Maranhão, Ana Jansen engravidou sem saber a paternidade do filho – uma desonra colossal na sociedade do século 19.

Por conta da gravidez, foi expulsa de casa pelo pai. Desamparada e com um recém-nascido a tira colo, Ana Jansen passou dificuldades. Mas isso não a abateu, não.

Em uma sociedade liderada por homens, seu regresso começa quando conheceu o coronel Isidoro Rodrigues Pereira, um homem rico e casado que, depois de viúvo, casou com Ana. Eles tiveram seis filhos.

Malvista pela sociedade desde a adolescência, Ana era alvo de moralistas por seu comportamento liberal para a época – afinal, havia sido mãe solteira e ainda tinha que aturar os boatos de que antes de casar com o coronel Isidoro tinha sido sua amante. Mas após o casamento com um dos homens mais ricos da província, voltou a ser respeitada.

Depois da morte do marido, Ana Jansen, ainda com 38 anos, se mostrou uma excelente comerciante. Alcançou o posto de maior produtora de cana-de-açúcar e algodão da região, monopolizou a distribuição de água na província e foi senhora do maior número de escravos da redondeza. Reativou um partido político e virou voz social importante – algo impensável para o século em que vivia, quando as mulheres não tinham vez nas decisões.

Segundo o livro A Rainha do Maranhão, de Jerônimo de Viveiros, Ana Jansen teve, ainda, outros dois casamentos e mais quatro filhos – outra novidade para seu tempo. Morreu em 1889, aos 82 anos, de morte natural, em meio a especulações de maltrato e atrocidade a escravos – o que, até hoje, não se sabe se era fato verdadeiro ou só intriga da oposição política para sujar seu nome.

O certo é que a mudança de costumes sociais enraizados causa medo – até hoje, inclusive. Ana Jansen é símbolo da resistência e do crescimento da mulher independente na sociedade. O grande medo de Ana Jansen talvez fosse o de não ser autêntica e não lutar a própria batalha. Ela foi contra todos e todas, quebrou paradigmas e foi julgada por isso. Mas seu poder continua lendário e sua história de percalços pode nos ensinar mais que só o terror.

EM TEMPO: Inimigo de Donana Jansen, com quem vivia às turras, o Comendador Meireles tinha mandado preparar na Inglaterra, para vendê-los quase de graça, um milheiro de belos penicos de louça, com a cara da velha no fundo do vaso. Donana Jansen soube do fato e suportou com paciência o riso da cidade. Não reagiu logo: deu tempo ao tempo, enquanto ia mandando comprar, aos dois, aos três, às dezenas, na loja do Comendador, os penicos com seu retrato, até ter a certeza de que, agora, sim, só ela os possuía.

Apenas por perguntar, mal contendo o frouxo de riso, Damião perguntou a um dos negros:

- De quem vocês são escravos?

De Donana Jansen

Um cheiro insuportável de mijo podre desprendia-se de um vaso à parte, por sinal que maior que os outros, quase o triplo, e coberto com uma tampa também de louça.

- E esse aí? - quis saber Damião.

Minha sinhá deu ordem pra despejar o mijo dele na cabeça do Comendador, se ele aparecer pra tomar satisfação.

E sem interromper as pancadas seguras, o negro abriu para Damião a dentadura farta, que lhe encheu a boca feliz, rematando com este comentário, entre um penico e outro:

- Donana Jansen não é gente. T’ou cansado de dizer. Quem se mete com ela tem sarna muita pra se coçar. Ora se tem!

(Fonte de pesquisa. Biografia por Roseliane Saleme).

 

Uimar como Bandeira Tribuzi.

O pioneiro do estatuísmo no Brasil

O performer maranhense tem trabalhos premiados graças ao seu talento, criatividade e olhar crítico.

Original de: Evandro Junior

Ele é expressivo, extremamente criativo, inquieto e polêmico. O performer maranhense Uimar Júnior não para de surpreender. Criador da chamada escultura viva e introdutor da performance no Carnaval maranhense, este ano ele ressuscitou o poeta Bandeira Tribuzi, a convite do Departamento de Biblioteconomia e Arquivologia da Fundação da Memória Republicana Brasileira. O ator performático recebeu inúmeros elogios no sarau organizado dentro de uma programação alusiva ao aniversário de São Luís.

Performance poética 'Bandeira Tribuzi'.

Sempre pautado em pesquisa, o maranhense consegue chamar a atenção. Foi assim nas homenagens a Nauro Machado, Maranhão Sobrinho, Pero Vaz de Caminha, Daniel de La Touche e a diversos outros personagens históricos. A caracterização não se resume ao figurino, pois ele sempre se preocupa com o contexto da obra. Para a caracterização de Bandeira Tribuzi, por exemplo, contou com o auxílio de um cabeleireiro. “Todos os meus trabalhos resultam das minhas criações autorais, embora eu conte com a ajuda de outros profissionais para ajustes e detalhes”, conta.

O artista tem 42 anos de arte e já perdeu as contas de quantos trabalhos fez. “Quando vou fazer as contas, sempre desisto. Só sei que tenho 12 álbuns recheados com fotos, reportagens, comentários, críticas e por aí vai”, revela, anunciando que programa a exposição “Uimar Júnior Performer – A Arte Camaleoa”, prevista para o primeiro semestre de 2020. (A matéria foi publicada em 2019).

Uimar Júnior começou aos 18 anos, na Coletiva de Maio, com a performance “O Homem Nu”, que arrebatou o primeiro lugar em 1991 e é considerada sua criação mais comentada, por ter ganho notoriedade em todo o Brasil e chegado ao Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Com o trabalho, foi três vezes capa do Jornal do Brasil. O maranhense é o pioneiro do estatuísmo no Brasil.

Em 1992, ele saiu-se vitorioso novamente, com o busto de Gonçalves Dias. No ano seguinte, recebeu mais um prêmio com tema relacionado ao meio ambiente. Uimar já arrebatou vários prêmios locais, nacionais e internacionais. Enquanto carnavalesco, foi detentor de três troféus no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, com as performances “Estátua Cidade Maravilhosa”, em 1995, “Busto Vivo Atenas Brasileira - Gonçalves Dias”, em 1996, e “Chega de meio ambiente, lute por um inteiro”, em 1997.

Entre as performances, o maranhense tem predileção pelos trabalhos com os quais pode contribuir social e politicamente. Foi o que fez com a estátua da “Mãe d’Água” da Praça Benedito Leite. “Que repercutiu, inclusive, fora do Maranhão. Foi uma campanha para levar a estátua do museu de volta à praça”, contou, referindo-se a um dos mais marcantes cartões-postais de São Luís.

Nascido em Codó, ele começou na arte cênica movido pelas orientações do professor Cosme, quando era aluno da tradicional Escola Técnica Federal do Maranhão. A partir de então, participou de inúmeras peças teatrais. Discípulo do professor Reynaldo Faray, experimentou a dança, ao atuar em alguns espetáculos. Na década de 1980, usou e abusou de sua ousadia para dirigir e interpretar o monólogo “Maré Memória”, do escritor José Chagas, quando recebeu os prêmios de melhor iluminação e maquiagem no VII Festival Nacional de Monólogos, além de ter sido indicado para o prêmio de melhor ator.

Uimar, que já tem ideia de fantasias para o Carnaval 2020, diz que sua arte tem uma linguagem universal e que gosta de dar o seu recado de maneira crítica. “Meu sonho é que os artistas, de uma maneira geral, tenham o reconhecimento que merecem”, finaliza. (Matéria publicada em setembro de 2019. São Luís-Maranhão).

 

Foto: Carlos Maranhão.

O GRANITO SUMIU

Olha só o que estão fazendo com a praça da alegria roubaram o granito dos bancos agora está só no cimento.

Conversando com minha amiga Katia Bogea, ex-superintendente do Iphan no Maranhão e que recentemente foi Presidente Nacional, diante dessas coisas que acontecem com o patrimônio ludovicense, disse: “(...) que horror!! Tudo tem que ser na base da vigilância e da repressão porque os bons valores simplesmente desapareceram. Muito triste”.

Para mim, ela tem muita razão. Principalmente as praças que precisam de Guardas Municipais, cuja função é a de guardar nosso patrimônio. Morreu Fofão. (Foto: Carlos Maranhão).

 

Antes

REFORMA OU REVITALIZAÇÃO???

Esta semana fui levar minha prima que desde quando voltou do Rio, para morar na Ilha do amor, não tinha saído e era seu aniversário e me pediu de presente tomar uma juçara a moda maranhense com camarão, farinha D'água e um geladinho Guaraná Jesus. Logo depois resolvemos passear para ver a reforma ou revitalização nem sei dizer pequenos porque uma coisa de chamou atenção os arcos das portas me pareceram ferros feitos recentes e não aqueles feitos do seu período 1861.  Aqui peço que o IPHAN me tire essa dúvida. É outro arco mais novo ???... Se for, deixa de ser revitalização e sim ‘reforma’. E para onde foram os originais da época?

Depois.

O MERCADO DAS TULHAS

Reinaugurado o Mercado das Tulhas. A Feira da Praia Grande, como é mais conhecida pelos frequentadores, passou por uma reforma ampla que recuperou suas características arquitetônicas originais ao mesmo tempo em que modernizou o espaço para atender a todas as normas sanitárias, de segurança e de acessibilidade atuais. O Mercado das Tulhas tem ainda imenso valor histórico, turístico e cultural. A construção que tem mais de 200 anos faz parte do conjunto considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) desde 1997 e é um espaço onde moradores de São Luís e turistas podem encontrar diversos produtos típicos como gêneros alimentícios, artesanato entre outros. Com a palavra o Sr. Mauricio Itapary, Superintendente do Iphan no Maranhão.  Estou de olho no nosso patrimônio. Morreu fofão.

 

Autoridades presentes nas reinaugurações.

Reinauguração da Praça João Lisboa e Largo do Carmo  

Pequenos nem conto para vocês sabe aquele ator performático Uimar Junior, pois é. Ele foi convidado pelo Sr. Mauricio Itapary, Superintendente do IPHAN no Maranhão, para a inauguração da Praça João Lisboa e Largo do Carmo, só que ninguém esperava que ia performático. Ganhou a aprovação de todos com sua criatividade. Apesar de ser só para convidados por causa da aglomeração mesmo assim foi protegido. O Prefeito e o Sr. Mauricio gostaram chegando a ser chamado para ficar na foto principal de reinauguração. O Sr. Edvaldo Holanda Junior, prefeito de São Luís ainda brincou com o ator:" Oi Uimar quanto tempo não lhe via. Obrigado por ter vindo. "Muito bom, gostei. Assim você está bem protegido "e ainda alguns amigos fizeram gozação. kkkkkk. Eita Uimar tu chamaste mais atenção que a praça. Sempre assim, sem agredir ninguém com criatividade e arte dar o seu recado. Para mim quis dizer vamos nos proteger mais em aglomerações.Praça João Lisboa ou Largo do Carmo é um dos mais antigos logradouros da cidade de São Luís, no Maranhão. 

 

Maurício, Verônica e Jr.

Estátua na Praça João Lisboa

O nome Lardo do Carmo está relacionado com o Convento e a Igreja do Carmo, mas ganhou o nome de Praça João Lisboa em homenagem jornalista e escritor João Francisco Lisboa, em 1901.

Em 1918, foi inaugurado, um grande monumento de bronze com pedestal de mármore, feita pelo escultor francês Jean Magrou, em homenagem a João Lisboa. Nela estão as cinzas do ilustre patrono da cadeira nº 11 da Academia Maranhense de Letras.

A praça está ligada a fatos históricos importantes como a batalha entre holandeses e portugueses, ocorrida em 1643, o local da primeira feira ou mercado da cidade, do primeiro abrigo público, e do pelourinho destruído após a Proclamação da República. Também recebeu diversos movimentos políticos e sociais históricos da cidade. (Na foto, Maurício Itapary, a arquiteta Verônica e o performista Uimar Junior).

Uimar Jr.

Opiniões sobre a performance de Uimar Jr.

Caro Uimar.

Em minha ótica, vossa senhoria é um dos grandes artistas dessa nossa querida terra. A cada performance, a cada representação, a cada manifestação, consegues nos surpreender de uma forma muito positiva, razão pela qual, manifesto-lhe minha admiração e apreço. Carlos Furtado

Mto legal, Uimar! Com sua arte, vc bota as pessoas para pensarem fora da caixinha. Arte é isso mesmo: desestabiliza nossa maneira "quadrada" de ver a vida e percebe q ela vai além das nossas "verdades perfeitas" q construímos para nós e nas quais nos refugiamos. Jorge Macau - Jornalista e cineasta.

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Monumento abandonado.

É CRIME O ABANDONO AO MONUMENTO DO OUTEIRO DA CRUZ

Vejam: estudei a história do Maranhão e também a história dos monumentos. E aquele do Outeiro da Cruz, é um monumento importante, secular, de 1901. É triste ver o estado que está sendo destruído. Não pode se deixar isso. São Luís é muito rica de monumentos seculares e eles servem para guardar uma memória, para eternizar um acontecimento, uma passagem da história digna de ser lembrada, mas infelizmente o poder público não está cuidando.

Batalha

No dia 21 de novembro, fez 379 anos que ali, no Outeiro da Cruz, se deu uma batalha entre portugueses e holandeses.  1641 a 1644 os portugueses estavam sob o domínio dos holandeses. E foi em 1642 que se deu a primeira batalha e a primeira vitória dos portugueses, que iria culminar, depois de duas outras batalhas, na expulsão dos holandeses, em 1644. Campanha #abraceoouteirodalcruz. Continuo na luta!

 

Uimar e o busto;

OTHELINO

O Busto do jornalista Othelino Nova Alves foi recolocado no mesmo lugar de antes, na Rua de Nazaré fazendo parte da reinauguração da Praça Benedito Leite e Largo do Carmo. É de bronze e foi totalmente restaurado, seguindo as normas de conservação, manejo e limpeza. Recebeu ainda polimento e teve traços de corrosão removidos.

Local da Placa.

Eu digo: Esta ação vai fazer com que a cidade e seus cidadãos conheçam a personalidade que foi o jornalista Othelino Nova Alves. Era um homem e profissional grandioso e hoje representa a liberdade no fazer da comunicação e da liberdade, como este espaço que leva seu nome.

O busto está instalado em frente ao Edifício São Luís, prédio de número 33, situado à Rua de Nazareth e que data de 1866. O edifício é considerado o de maior fachada de azulejaria da América do Sul. Em frente ao prédio, ocorreu o assassinato do jornalista.

A morte de Othelino Alves culminou com a criação da Lei Municipal nº 3.662, editada pelo então prefeito Jackson Lago, marcando a área como espaço da liberdade do jornalismo e símbolo da comunicação. 

CHAMO AQUI A ATENÇÃO DO IPHAN.

Não sei se esqueceram ou ainda vão colocar. Placa que tinha sua identificação com data de nascimento e morte dessa personalidade, considerando aquele espaço, um espaço das Liberdade. Está só o buraco no Prédio, em frente ao seu busto. POR FAVOR IPHAN VERIFIQUE.

 

Francisco Tribuzi.

HOMENAGEM POÉTICA

Francisco Tribuzi (São Luís/MA, 24 de janeiro de 1953). Poeta brasileiro. Autor do livro Verbo Verde (1978), também dos inéditos: Azulejado (poesia), Tempoema (poesia) e Sob a ponte (contos). Possui publicações em jornais, revistas e antologias, como Hora de Guarnicê, Poetas da Ponte, A Poesia Maranhense no Século XX (org. Assis Brasil) e Atual Poesia do Maranhão (org. Arlete Nogueira Machado). A produção literária de F.T. foi destacada em As Lâmpadas do Sol (ensaio de Carlos Cunha) e Um degrau (revista literária da UFMA). Filho do poeta Bandeira Tribuzi. Prepara uma publicação que reúne seus trabalhos inéditos.

Hoje, a presença especial do poeta maranhense Francisco Tribuzi. Para homenageá-lo, escolhemos o poema DOMINGO.

 

 

Domingo

Francisco Tribuzi

Existe um perfume de tristeza nas tardes de domingo.

Um ar mórbido,

Um silêncio de finados,

O badalar dos sinos da igreja da São Pantaleão,

acordando o segredo das coisas.

 

Uma sensação de angústia,

Um medo repentino,

Como se a qualquer hora,

por cima dos telhados,

banhados pela chuva-lágrima(s) do tempo

Uma rasga mortalha desaparecesse o dia.

 

Atenção: entre em contato com a Mulher Babaçu e ajudem a cidao: [email protected]    e no face: www.facebook.com/uimarjunior

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Coluna de curiosidades e cobranças públicas, assinada pelo performance Uimar Jr., sobre a vida maranhense.
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Atualizado às 06h42 - Fonte: Climatempo
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