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Especiais HISTÓRIA DO IHGM

Leopoldo Vaz, academico APB e o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão

Texto original.

20/11/2020 18h17
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Por: Mhario Lincoln Fonte: Lepoldo Vaz
Capa.
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AS TRÊS FUNDAÇÕES DO IHGM...[1] 

 

LEOPOLDO GIL DULCIO VAZ  

Professor de Educação Física; Mestre em Ciência da Informação 

Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão - Cadeira 40 

Membro Fundador da Academia Ludovicense de Letras – Cadeira 21 

 

Se esta comemorando os 95 anos de fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão – IHGM. Essa a data que se tem comemorado, ao longo de quase um século... Diz Antonio Lopes da Cunha[2]: [...] Em 1925, tomei a iniciativa de reunir alguns homens de boa vontade na livraria de Wilson Soares, expondo-lhes a minha ideia de se comemorar o centenário do nascimento de D. Pedro II com a inauguração, nesta capital, de um Instituto de História e Geografia. Os que prestaram apoio à ideia foram: Justo Jansen, Ribeiro do Amaral, José Domingues, Barros e Vasconcelos, Domingos Perdigão, José Pedro Ribeiro, José Abranches de Moura, Arias Cruz, Wilson Soares e José Ferreira Gomes. Mais tarde incorporou-se a esse grupo João Braulino de Carvalho. Ausentes de S. Luís apoiaram calorosamente a ideia Raimundo Lopes, Fran Pacheco, Carlota Carvalho e Antonio Dias, que também foram considerados sócios fundadores do Instituto. (p. 110) [...] A 20 de novembro realizou-se a sessão inicial, sendo apresentado, discutido e votado os estatutos e eleita a diretoria, cujo presidente foi Justo Jansen. José Ribeiro do Amaral foi eleito presidente da assembleia geral. (p. 111) [3].  

Denominava-se "Instituto de História e Geografia do Maranhão"[4], e tinha como objetivos: O estudo e difusão do conhecimento da história, da geografia, da etnografia, etnologia; e arqueologia, especialmente do Maranhão; O incremento à comemoração dos vultos e fatos notáveis de seu passado; e A conservação de seus monumentos

Em agosto de 1926 surgia a "HISTÓRIA E GEOGRAFIA - Revista trimestral do Instituto de História e Geographia do Maranhão", anno I - 1926 – num. 1, julho a setembro, com 97 páginas, contendo ilustrações, e impressa na Typ. Teixeira - São Luiz[5]. Era seu Diretor Antonio Lopes (da Cunha): Diretoria 1926-1927: Dr. Justo Jansen Ferreira – presidente; Dr. José Domingues da Silva – vice-presidente; Dr. Antonio Lopes da Cunha – secretário-geral; Wilson da Silva Soares – tesoureiro;  

Ainda foram criadas as seguintes Comissões: de Geografia – José Domingues, Abranches de Moura, Justo Jansen; de História: Ribeiro do Amaral, B. Vasconcelos, Ferreira Gomes; de Bibliografia: Domingos Perdigão, Arias Cruz, José Pedro.   

Não foram preenchidas 13 vagas de sócio e de 13 de correspondentes. Como se observa, foram criadas 30 cadeiras de sócios efetivos e 30 de correspondentes.  Após a nominação de cada sócio efetivo, há uma pequena biografia de cada um com sua produção científico-literária. Dos sócios correspondentes, a indicação do estado onde residem e indicação daqueles que são maranhenses[6].  

 

OU TERIA SIDO FUNDADO JÁ EM 1918?[7] 

            Em dezembro de 2011 recebo informação - telefonema de antigo colega professor da Escola Técnica Federal do Maranhão, hoje IF-MA – de que achara uma raridade que se referia ao IHGM e à sua Fundação[8] [...]              O INSTITUTO HISTÓRICO  Um carteiro dos telégrafos andava ontem com um telegrama na mão, a procura do Instituto Histórico do Maranhão que se fundou aqui por iniciativa do Sr. Simões Silva. Ora, por mais que o estafeta batesse as ruas da cidade, a cata do cujo, não conseguiu notícias do seu paradeiro, chegando a conclusão de que se de fato existe, foi como as rosas de Moliere, ou se de fato nasceu, nasceu já defunto. Afinal depois de muito andar e muito escarafunchar, o homem teve uma idéia, foi depor o telegrama nas mãos do ilustre prof. Amaral, que o abriu e teve a gentileza de no-lo mostrar, a fim de que publicássemos o seu texto. É o seguinte: Cuiabá, 17 Instituto Histórico – Maranhão Tenho a satisfação de comunicar a esse Instituto que acaba de ser reconhecido por sentença proferida pelo tribunal arbitral, constituído pelos ministros Pires de Albuquerque, deputado Prudente de Moraes e o conde de Afonso Celso, o direito de Mato Grosso a toda região contestada pelo visinho estado de Goiás, terminando uma questão secular de limites entre os dos estados. Bispo de Aquino – Presidente 

Chamo atenção para a data de publicação: 21 de dezembro de 1920. Vamos ao outro texto, publicado no dia seguinte – 21 de dezembro de 1920 – no mesmo A PACOTILHA[9]

Houve época que o IHGM foi relegado à cupins.

INSTITUTO HISTÓRICOMeus caros amigos: É tão fácil fazer espírito a propósito de qualquer coisa, como falar mal, do próximo, sem propósito nenhum.Desculpem-me esta barata filosofia de algibeira, trasida por uma vossa noticia de ontem.Retrata-se nela um artefato boletineiro, naquele passo rápido que lhe conhecemos, a cata do Instituto Histórico do Maranhão.Economizaria canseiras, se chegasse ao visinho correio e perguntasse lá a quem devia dirigir-se. Responder-lhe-iam logo.Se a memória não nos falha, o Instituto (chasquea?) dofundou-o cá, em julho de 1918, o dr. Simõens da Silva, que testemunhou aos presentes o seu "grande espanto" por não haver ainda aqui uma corporação dessa natureza. Sob o consenso dos mesmos presentes, leu-se e aclamou-se a lista da diretoria, em que figuravam os nomes dos senhores Dr. Viana Vaz, prof. José Ribeiro de Amaral, dr. Augusto Jansen, prof. Raimundo Lopes, Domingos Perdigão, etc.A nossa modesta pessoa foi escolhida para secretário geral. Mas assoberbadissimo por mil e uma ocupações e não nos tendo os eleitos expressos nenhum desejo de corresponder a gentil iniciativa do ilustre etnógrafo, houvemos por bem remeter-nos a uma presente silencio.Abracem o vosso – Fran Pacheco" (grifamos) 

O Sr. Simões da Silva – conforma noticia A PACOTILHA edição de 4 de abril de 1917, fora designado pelo IHGB a percorrer diversos estados para preparar o congresso americanista, providenciando a organização de comissões locais:  

Os Srs. Afonso Celso, Manoel Cícerp e Max Fleuss, presidente, vice-presidente e secretário da comissão preparatória do congresso dos americanistas, renunciaram os seus cargos, visto o governo ter nomeado terceiro-vicepresidente, o sr. Simões da Silva, que vai percorrer, remunerado, os estados, afimde organizar comissões locais. 

A ideia de fundar-se um Instituto Histórico parte de Fran Paxeco, em reunião da Academia Maranhense de Letras, conforme consta de nota publicada em 12 de agosto de 1918, em O Jornal: 

Também em "A Pacotilha", edição de 13 de agosto daquele ano de 1918 refere-e a pronunciamentos na Academia Maranhense de Letras sobre a necessidade de ter-se instalado um Instituto Histórico: 

Em 1919, o Instituto indicou seus representantes para o Congresso de Geografia: Cel. José carneiro de Freitas, Justo Jansen ferreira, e José Ribeiro do Amaral  O Jornal, 23 de agosto de 1919 

Em "O Diário de São Luis", edição de 23 de dezembro de 1920, há o seguinte comentário: [...] Fran Paxeco, secretário geral do Instituto Histórico aqui fundado pelo dr. Simões da Silva [...]: 

Em 1921, o Instituto estava em pleno funcionamento, com o Sr. Viana Vaz na sua Presidência, conforme consta de nota de 6 de julho de 1921, em "O Jornal":  

A posse da nova diretoria, com o Dr. Viana Vaz à frente, se dera em 25 de janeiro de 1921, conforme noticia o "Diário de São Luiz": 

Logo a seguir, reuniram-se os seus membros para tratar da conferencia americanista (O Diário, 21 de fevereiro de 1921): 

Nos jornais da época, como no caso do Jornal do Povo, edição de 17 de dezembro de 1926 há uma referencia às descobertas de galerias subterrâneas, encontradas nas escavações que se faziam nos terrenos da Prefeitura. Encontradas várias galerias, que apontavam a várias direções, e algumas ossadas e objetos feitos de osso. Pede-se a manifestação do Instituto Histórico... 1926, Antonio Lopes já havia fundado um novo IHGM... O Instituto fundado pelo Dr. Simões em 1918 ainda funcionava em 1921; quatro anos após, ocorre uma nova fundação, do Instituto de História e Geografia... o que aconteceu? 

Novos sócios são admitidos: José maria lemercier, Bacelar Portela, Fernando perdigão, Leopoldino Lisboa,k Tasso Serra, Renato Nascimento Silva. Saudará os novos sócios o dr. Antonio Lopes 

Em "A Pacotilha" - de 20 de dezembro de 1929 -, José Domingues da Silva pede seu desligamento do IHGM. Anuncia-se a crise que viria se abater ao mesmo, imobilizando-o até 1938?  

Na coluna Reverbero de junho de 1938, pergunta: onde fica o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão? Começa seu artigo do dia comentando artigo de O Imparcial, 'um ponto de vista', de que a mocidade maranhense não sabe História do Maranhão. Ao que replica, 'nem história, nem geografia': 

 

OU FUNDADO EM 1864?[10] 

 

Quando ainda morava em São Luis [o Visconde de Vieira da Silva] [11] foi um dos fundadores do Partido Constitucional em 1863 (...) Foi nessa época que, juntamente com João da Matta de Moares Rego, César Augusto Marques[12], João Vito Vieira da Silva[13] e Torquato Rego, fundou o primeiro Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e, em 1865, dessa vez ao lado de Sotero dos Reis, Francisco Vilhena, Heráclito Graça, Antonio Henriques Leal, Antonio Rego, reunidos no colégio de Humanidades, dirigido por Pedro Nunes Leal, discutiam a formação de agremiações literárias e o futuro da vida cultural da província (...). (BORRALHO, 2010, p. 49; grifamos)[14]

Perguntando sobre essa informação ao Prof. Dr. Borralho: de onde a tirara? Se a fonte era confiável? Ao que me respondeu sim, a ambas as perguntas: a fonte seria Antonio Henriques Leal, na introdução do livro de Vieira da Silva sobre a Independência do Maranhão... Nada encontrei na edição que tenho[15].  

Em resposta a novas inquietações, Dr. Henrique informa que em "Fidalgos e Barões" [16], de Milson Coutinho, também aparecia a afirmação: [...] Vieira da Silva, ao regressar da Europa, encontro na terra natal a efervescência política e jornalística costumeira (...) parece ter dado conta de que a poesia não era seu forte, de modo que mergulhou no jornalismo (...). Em 1863 abriu cisão com seus antigos companheiros de credo político e fundou o Partido Constitucional, que tinha no jornal A Situação o órgão que defendia o programa desse novo grêmio político, integrado por Vieira da Silva, Silva Maia, José Barreto, Colares Moreira e outros mais. Foi por esse tempo que fundou o Instituto Histórico e Geográfico, instituição provincial que pretendia arregimentar a chamada classe literária, a exemplo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, cenáculo-maior das letras imperiais. Revela Dino (1974, p. 55) que o Instituto abrigou, inicialmente, nomes que futuramente ganhariam peso literário, dentre os quais João da Mata Moraes Rego, Cesar Marques, João Vito Vieira da Silva e Torquato Rego. "Sem maior futuro, o primeiro IHGM naufragou. Em seu lugar nasceu a Academia de Letras do Maranhão, iniciativa de Vieira da Silva, que funcionava numa das salas do Instituto de Humanidades, de Pedro Nunes Leal. Também não foi à frente. (...)" (p. 429-430). (grifamos). 

Encontramos, mais uma vez em Milson Coutinho (1986; 2007)[17] mais informações sobre essa fundação, desta vez dando a data em que ocorreu: [...]  Com amigos literatos da época, Vieira da Silva fundou, em 28.7.1864, o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, do qual fizeram parte, como sócios, entre outros luminares de nossas letras, João da Mata de Moraes Rego, Dr. César Marques, Dr. João Vito Vieira da Silva e Dr. Torquato Rego. Pertenceu, igualmente, à primeira Academia de Letras do Maranhão, fundada em 1865, em uma das salas do Instituto de Humanidades, colégio dirigido pelo Dr. Pedro Nunes Leal. Daquele silogeu foram sócios homens da estirpe cultural de Sotero dos Reis, Francisco Vilhena, Herácito Graça, Henriques Leal, Antonio Rego e outros. (COUTINHO, 1986: 52; 2007: 277). 

Em "Fidalgos e Barões", Milson Coutinho faz referencia a Nicolau Dino, em biografia do Visconde de Vieira da Silva[18] de onde teria obtido as informações sobre a fundação do IHGM naqueles idos de 1863: [...]  IX - NO SEIO DOS PRIMEIROS IMORTAID DA PROVINCIA PRESIDENTE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO -
[...] em 28 de julho de 1864, Luiz Antonio Vieira da Silva era aclamado presidente do Instituto Histórico e Geográfico que se fundava naquele dia, em casa de Augusto Marques e com a colaboração deste, do Tenente Coronel Ferreira, Padre Dr. Cunha, João da Mata, Dr. Cesar Marques, Dr. Tolentino Machado, Tenente Coronel João Vito, Dr. Torquato Rego, Pedro Guimarães e Frei Caetano. O Dr. Cesar Marques leu um discurso relativo ao ato e o Padre Dr. Cunha apresentou o projeto dos estatutos da nova associação. (p 55-56). 
(grifamos). 

E em Nota de pé-de-página: (30) Augusto Cesar Marques - farmacêutico, irmão de Cesar Marques. Tenente Coronel de engenheiros - Fernando Luis Ferreira[19]. Padre  Dr. João Pedro da Cunha. João da Mata de Moraes Rego - escrivão, autor de crônicas sobre a imprensa do Maranhão muito apreciadas. Dr. João Vito Vieira da Silva, engenheiro militar. Frei Caetano de Santa Rita Serejo[20], maranhense, Superior do Convento dos Carmelitas (p. 56). 

No Blog "Família Vieira"[21] consta postagem em 1º de agosto de 2010 dados sobre os "VIEIRA DA SILVA E SOUSA – Maranhão" consta os VIEIRA DA SILVA,
importante família do Maranhão, com ramificações no Ceará, à qual pertence o Brigadeiro Luiz Antônio Vieira da Silva, com carta de Brasão de Armas passada em 30 de Julho de 1804 (Visconde de Sanches de Baena - Arquivo Heráldico Genealógico. Páginas 445, 446. No. 1761 - Lisboa. Typographia Universal, 1872), que deixou numerosa descendência do seu casamento em 1775, com Maria Clara de Souza.
Entre os descendentes deste último casal:  [...] I - O filho, Joaquim Vieira da Silva e Souza, nascido em 12 de Janeiro de 1800, no Maranhão e falecido em 23 de Junho de 1864, São Luiz, Maranhão[22]; II - O filho, João Victor Vieira da Silva[23], Tenente-Coronel Graduado, em 1856. Engenheiro-Militar. Em 1857, servia na Província do Maranhão. Cavaleiro da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz. Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.  III - O neto, Dr. Luiz Antônio Vieira da Silva, nascido em 2 de Outubro de 1828, em Fortaleza, Ceará e falecido em 3 de Novembro de 1889, no Rio de Janeiro, Doutor em Leis e Cânones pela Universidade de Heidelberg, no Grão-Ducado de Baden, Alemanha. Literato, dedicado aos estudos da História. Secretário do Governo do Maranhão de 1854 a 1858. Diretor da Repartição de Terras de 1859 a 1860. Procurador Fiscal da Tesouraria da Fazenda em 1859. Deputado Provincial pelo Maranhão de 1860 a 1861. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, pelo Maranhão, em 3 Legislaturas, de 1861 a 1863, de 1867 a 1868 e de 1869 a 1871, Senador do Império, pelo Maranhão de 1871 a 1889. 1.º Vice-Presidente da Província do Maranhão em 1875, tendo exercido a Presidência de 17 de Janeiro a 02 de Fevereiro de 1876. Ministro da Marinha de 1888 a 1889 e Presidente da Província do Piauí de 1869 a 1870. Conselheiro de Estado. Conselheiro de Sua Majestade. Moço Fidalgo da Casa Imperial. Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa. Foi agraciado com o Título de Visconde com Honra de Grandeza de Vieira da Silva por Decreto de 05 de Janeiro de 1889. (...) Com geração do seu casamento com Maria Gertrudes da Mota de Azevedo Correia, nascida em 1836 e falecida em 6 de Novembro de 1911, no Rio de Janeiro, Viscondessa de Vieira da Silva, filha do Conselheiro Joaquim da Mota de Azevedo Correia e de Maria Getrudes de Azevedo Correia. 

Destacamos do texto acima o que segue: Grão Mestre da Maçonaria. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1863. Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Membro da Academia Real de Ciências de Lisboa. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e do Instituto Arqueológico e Geográfico de Pernambuco. (grifamos) 

Consta no jornal "A Situação", edição de 04 de agosto de 1864 notícia da necessidade de uma instituição para estudo da História e geografia 

 Em "O Paiz", edição de 18 de agosto de 1864, p. 2, o seguinte aviso de reunião do Instituto de História e geografia.  

Em "A Situação", edição de 20 de outubro de 1864, apresentado o projeto do Estatuto. 

Novo anúncio, convocando reunião, aparece em 27 de outubro de 1864;   E em 29 de outubro é lembrado aos sócios de que haveria a reunião já marcada: 



[1]  VAZ, Leopoldo Gil Dulcio.   ELITISMO NO IHGM. REVISTA IHGM N. 30, agosto 2009 ed. Eletrônica  123- 185 

     VAZ, Leopoldo Gil Dulcio.   ÍNDICE DA REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO. REVISTA IHGM N. 30, agosto 2009 ed. Eletrônica   186-205  

     VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. IHGM FUNDADO EM 1864? REVISTA IHGM No. 38, setembro de 2011 – Edição Eletrônica, p 61 http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_38_-_setembro_2011 

     VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. QUANTOS ANOS, MESMO, DO IHGM? REVISTA IHGM n. 39, dezembro 2011, p. 81 http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_39_-_dezembro_2011  

     VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. OS sócios do instituto histórico e geográfico do maranhão. Revista IHGM, No. 43, DEZEMBRO de 2012, p. 59. http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_43_-_dezembro_2012 

[2] LOPES DA CUNHA, Antônio. Instituto histórico. In ESTUDOS DIVERSOS. São Luís: SIOGE, 1973.ANTÔNIO LOPES DA CUNHA nasceu na cidade de Viana – Maranhão -, em dia 25 de maio de 1889 e faleceu em São Luís a 29 de novembro de 1950. Filho do desembargador (e futuro governador do Estado) Manuel Lopes da Cunha e D. Maria de Jesus Sousa Lopes da Cunha. Foi o fundador e secretário perpétuo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. 

[3] Art. II do Regimento Interno, publicado na REVISTA DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DO MARANHÃO, ano I, no. 1, julho a setembro, 1926, p. 61; 

[4] Art. II do Regimento Interno, publicado na REVISTA DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DO MARANHÃO, ano I, no. 1, julho a setembro, 1926, p. 61; 

[5] HISTÓRIA E GEOGRAFIA- REVISTA TRIMESTRAL DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E GEOGRAPHIA DO MARANHÃO, São Luís, ano I, n. 1, julho/setembro, 1926 

[6] 1, julho/setembro, 1926, p. 55 a 59; Ver. Geo. E Hist., ano 2, n. 1, novembro de 1948, p. 148) 

[7] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. QUANTOS ANOS, MESMO, DO IHGM? REVISTA IHGM n. 39, dezembro 2011, p. 81 http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_39_-_dezembro_2011 

[8]   in Jornal PACOTILHA, edição de 21 de dezembro de 1920 

[9] in Jornal PACOTILHA, edição de 21 de dezembro de 1920) 

[10] VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. IHGM FUNDADO EM 1864? REVISTA IHGM No. 38, setembro de 2011 – Edição Eletrônica, p 61 http://issuu.com/leovaz/docs/revista_ihgm_38_-_setembro_2011 

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