
Joizacawpy Costa
Tive a grata oportunidade de ler o texto do Prof. Dr. Cláudio Pavão Santana ”Em que natal eu perdi meu Papai Noel”.
É um texto maravilhoso e original, que narra suas experiências com o Papai Noel da infância e com o adeus a seus pais, o natal evoca família. Sabe sofri muito quando o encanto do Papai Noel se desfez em minha vida. É claro que crescer era preciso, mas a pureza da infância, aquela que acredita na magia do impossível, é uma energia vital para nossa formação como seres humanos .
Embora Jesus sempre estivesse presente em meus natais, o Papai Noel enchia meu coração de uma doce magia.
O Dr Cláudio disse que trocaria qualquer brinquedo da sua vida para ter seu Papai Noel de volta. Confesso que eu faria o memo, pois não se tratava apenas do presente, mas da presença inexplicável de “alguém vindo da Terra dos Sonhos” que uma vez no ano no visitava.
Cláudio diz que recordaria seus brinquedos, certamente os favoritos: o trem amarelo, os soldadinhos de chumbo... eu, com certeza lembraria minhas bonecas com aquele cheiro especial de brinquedo novo que aguçam os sentidos mais primitivos presentes em uma criança, ou mesmo lembraria meu pequeno piano.
Acredito que crianças cujas fantasias são estimuladas tornam-se adultos mais criativos, humanos, compreensivos, empáticos, fraternos. Afinal esse é o verdadeiro significado do bom velhinho.
E você quando perdeu seu Papai Noel?
Que este natal possa ser de grandes bênçãos, e não custa nada relembrar a fantasia da infância. Acredito fazer bem para o nosso coração.
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