No “tom” de TOM CLEBER
Convidada Especial: LINDA BARROS, professora e atriz.
Depois de sete meses de isolamento, com a chamada quarentena, por conta da pandemia causada por um minúsculo e quase invisível vírus, a vida quase perdeu o tom, mas graças à providência Divina que nos deu o dom da vida, estamos à margem da visibilidade. Em um tom de euforia e agradecimento, voltamos à quase rotina.
E entre as idas e vindas do cotidiano, voltamos a ver a vida com outro olhar, mas não esquecendo, nem deixando para trás o que temos de mais significativo e plural, seja na cultura, seja na música, seja nas artes em geral. O tom de um cotidiano cinza se transforma em um verdadeiro arco-íris.
E atravessando as matas verdes e as grandes chapadas do sertão maranhense, vindo da pequena São João dos Patos, chega até à Ilha dos Amores, os doces e melódicos acordes do violão e voz de Antônio Cleber Lima de Carvalho.
Filho do senhor Antônio Alves de Carvalho e da dona Terezinha Lima de Carvalho, Tom Cleber estreou em 1993 com o lançamento de seu primeiro LP. No entanto, só foi reconhecido mais tarde, em 2003, com o CD “Tom Cleber – voz e violão”. Com esse álbum, Tom alcançou o sucesso e conquistou o público, que o acompanha até hoje.
Seu primeiro DVD acústico saiu em outubro de 2005. Considerado como grande sucesso de vendas, lhe rendeu Disco de Ouro. O sucesso rendeu sequência aos volumes I, I, III em voz e violão do artista. Com uma voz inconfundível, Tom Cleber ecoa por todo território maranhense.
O cantor e compositor não se contentou somente com regravações. Lançou pela gravadora MD o álbum inédito Sonetos, em 2007, o que o ‘forçou’ a lançar a coletânea As 20+. O segundo DVD saiu em 2008 em ‘tom’ comemorativo por seus 15 anos de carreira, abraçando de vez o grande público. Sua voz romântica e cativante o elevou à categoria eloquente de gravações de composições românticas inesquecíveis como Indecisão, Diz Coração, Esqueça, Caça e Caçador, entre tantas outras.
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